Camarada Dionizio bateu no ponto que lá no início eu queria chegar. Redes sociais só servem para fazer propaganda ou amplificar comportamentos idiotas. A sociedade em geral, no convívio do dia a dia, mesmo que não diretamente, poda certos padrões. Isso é uma simples questão matemática, quem se interessar procure o conceito de moda (estatística básica).Dionizio_RJ escreveu:Concordo Brand. Mas também o que ocorre hoje em dia é tudo resultado dessa revolução das redes sociais, seja Facebook, Twitter ou WhatsApp. O cara que confunde isso tem um problema sério. Mas penso que existe o lado positivo, a facilidade de contato e marcação hoje não tem precedente, existe enganação e má fé, mas pelo menos percebo ser minoria absoluta, na maioria das vezes são informações trocadas de forma objetiva e sem enrolação. São novos tempos.
Nas redes sociais existe a fragmentação do público, que nada mais é do que um ego inflacionado compartilhado. O coletivo, mesmo que limitado numericamente, de pessoas com o mesmo pensamento, nós leva ao erro estatístico de nós achar importante.
Com isso, e me desculpem a indiscrição, a feia fica bonita, o serviço merda não é devidamente avaliado, e consequentemente o prestador começa a acreditar nisso.
Esse tipo de problema tem outros fatores que influenciam, alguns antropológicos, outros meramente bobos. Mas infelizmente é a realidade que vivemos. Todos os carros do Uber são nota 5 certo? Até mesmo aquele corsinha enferrujado caindo aos pedaços, como exemplo ilustrativo.
Tem solução? Sinceramente no comportamento paternalista permissionista do brasileiro, não contaria com essa possibilidade.
A tendência é que os serviços sejam cada vez degradados pelo próprio processo de avaliação e propaganda, e minha sugestão é de cada um montar sua listinha particular de prestadoras que realmente lhe agradam, o difícil e passar por todos os momentos que não foram como se queria.
Outro fator complicado é o baixo custo de entrada na "profissão". Isso ocorre com todos os serviços de baixa complexidade. Levanta a mão quem não teve alguma dificuldade com pedreiro, marceneiro, gp, etc. Como o serviço é prestado por um mar de incompetência, é até difícil para aqueles bons prestadores se destacarem.
É fato que como dito anteriormente, "meu corpo minhas regras", e acho isso certo, as pessoas devem fazer aquilo que estão predispostas, porém precisam saber que, primeiro isso deve ser exposto previamente, senão é o famoso migué, e segundo entenda que o mercado tem suas características e não reclame depois se a demanda for baixa.
Já resmunguei... Vida que segue e até o próximo combate.




