OS BORDÉIS E A CRISE
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
A verdade é que muitos dos "empresários de entretenimento sexual" do Rio não servem nem para donos de pé-sujo. Nunca vi um ramo de negócio que negligencia tanto os clientes como os bordeis cariocas. Não posso falar de muitos outras cidades, mas no sul, onde nasci e onde visito ocasionalmente, os puteiros que frequentei demonstravam se importar com a clientela, havia o mínimo de cuidado e consideração. Aqui, o máximo que você encontra é o cafeta faxineiro, que mantém o puteiro limpo, mas quer que o cliente se dane. Um dos bordeis mais frequentados do Centro, ali próximo à Rio Branco, o gestor considera a puta mais importante que o cliente que o sustenta, já deu vários exemplos disso. Fora isso, existe a ganância, casas que estão com preços que parecem convertido em dólar num país com metade do povo desempregado. Sem noção. Na Zona Sul do Rio, acredito que os valores sejam literalmente pareados com o dólar, a Monte Carlo cobra 120 reais só para entrar, bico seco. É termas para gringo de bem com o bolso.
O Rio tem um cenário medíocre em matéria de entretenimento sexual: é aquele gerente fofoqueiro que roda todas as casas levando atrás um grupo de putas vassoureiras que ninguém mais aguenta ver e que atendem nas coxas, tem o gerente que já é tão velho na atividade que a gente só consegue determinar o tempo fazendo teste com carbono 14, é o gestor que odeia cliente, é o cafeta avarento que não entende sobre o que é investir em marketing, é o dono de trash que acredita com fervor religioso que o puteiro bom é aquele que mais se parece com um chiqueiro.
Cito exceções, uma das casas mais simpáticas que eu estava frequentando direto antes da pandemia era a 26, na Praça Monte Castelo, beirando a rua Uruguaiana. O dono muito simpático e acolhedor, a gerente que me deu demonstrações concretas de valorizar quem frequentava a boate. Das meninas que peguei por lá, sempre fui extraordinariamente bem atendido. Instalações simples, mas limpas e boas para o sexo.
Concordo que há algum tempo os puteiros passaram a ser engolidos pela Internet. As melhores putas já aprenderam a fazer catálogo de clientes fieis pelo WhatsApp, muitas estão trabalhando assim e sem dificuldades. Outras meninas, por não mais aceitarem trabalhar virando noite, optaram pelas salas de massagem, os privês, ganham menos por programa, mas preferem trabalhar por volume e em horário comercial. Rarissimamente vemos uma top em puteiro hoje em dia,
Há outro problema sério no Rio também, o cliente bajulador de dono de termas, que acaba fodendo com tudo. Bajula para poder negociar um fiado, uma bebida de cortesia, um desconto na alcova. Embaçam o senso crítico do cafeta, que já é curto. Confesso que antes do vírus eu, praticamente, só vinha frequentando o Clube 26, o resto me desanimava muito. Depois que esse período negro passar, nem sei como irei me comportar. Pensando seriamente em ficar apenas com frees bem recomendadas.
O Rio tem um cenário medíocre em matéria de entretenimento sexual: é aquele gerente fofoqueiro que roda todas as casas levando atrás um grupo de putas vassoureiras que ninguém mais aguenta ver e que atendem nas coxas, tem o gerente que já é tão velho na atividade que a gente só consegue determinar o tempo fazendo teste com carbono 14, é o gestor que odeia cliente, é o cafeta avarento que não entende sobre o que é investir em marketing, é o dono de trash que acredita com fervor religioso que o puteiro bom é aquele que mais se parece com um chiqueiro.
Cito exceções, uma das casas mais simpáticas que eu estava frequentando direto antes da pandemia era a 26, na Praça Monte Castelo, beirando a rua Uruguaiana. O dono muito simpático e acolhedor, a gerente que me deu demonstrações concretas de valorizar quem frequentava a boate. Das meninas que peguei por lá, sempre fui extraordinariamente bem atendido. Instalações simples, mas limpas e boas para o sexo.
Concordo que há algum tempo os puteiros passaram a ser engolidos pela Internet. As melhores putas já aprenderam a fazer catálogo de clientes fieis pelo WhatsApp, muitas estão trabalhando assim e sem dificuldades. Outras meninas, por não mais aceitarem trabalhar virando noite, optaram pelas salas de massagem, os privês, ganham menos por programa, mas preferem trabalhar por volume e em horário comercial. Rarissimamente vemos uma top em puteiro hoje em dia,
Há outro problema sério no Rio também, o cliente bajulador de dono de termas, que acaba fodendo com tudo. Bajula para poder negociar um fiado, uma bebida de cortesia, um desconto na alcova. Embaçam o senso crítico do cafeta, que já é curto. Confesso que antes do vírus eu, praticamente, só vinha frequentando o Clube 26, o resto me desanimava muito. Depois que esse período negro passar, nem sei como irei me comportar. Pensando seriamente em ficar apenas com frees bem recomendadas.
- cachorrolouco
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Delirius escreveu:Não é fazer merchandising, mas utilizo o fórum como um reclame aqui.
Não prometemos oq não fazemos não criamos fakes.
Tenho até exemplos de atendimentos ruins na qual eu respondo e tento mudar a opinião do cliente.
Basta olhar nos meus relatos.
Atendimento tem que ser sério e o cliente valorizado ainda mais na escassez de dinheiro circulando
se todas as casas fossem assim, seria uma maravilha
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
isto me faz lembrar do que tem na minha cidade natal, o lugar é bem conhecido e tambem muito frequentado seja pelos locais que por pessoas que estao de passagen e turristas, mas como nao vou la a muito, mas muito tempo mesmo, un amigos me relataram que a qualidade ddo locald ecaiu muito, estao cobrando mais, mas o local esta sempre sujo, camas sujas ou so viraram o lençol, descaso com o cliente, as bebidas no bar estao com preços absurdos, na minha epoca eu pagava 10 reais pra entrar e ganhava um latao, do resto pagava 15 em uma longneck, as putas nao sao tao bonitas assim e nao fazem um serviço completo, o lugar que tinha tudo pra ser o melhor da regiao, ja que tem pouca concorencia, agora esta decaindo sozinho por culpa da ma gestao
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
O rufião é aquele sujeito que se convenceu de que é um grande empresário, mas não passa de um triste impostor.franc89 escreveu:o lugar que tinha tudo pra ser o melhor da regiao, ja que tem pouca concorencia, agora esta decaindo sozinho por culpa da ma gestao
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
concordo com vc amigo, eu pensava em ir la matar a saudade na proxima viagem pra ver a familia, mas ando muito desanimado com as noticias de laDante-RJ escreveu:O rufião é aquele sujeito que se convenceu de que é um grande empresário, mas não passa de um triste impostor.franc89 escreveu:o lugar que tinha tudo pra ser o melhor da regiao, ja que tem pouca concorencia, agora esta decaindo sozinho por culpa da ma gestao
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Concordo plenamente com o foristas Delirius.
Não estou comentando o que estou vendo pós pandemia, pois é um período de adequação, embora pelo que já vi e já vivi, nada mudou ou vai mudar.
É questão de gerência. Não adianta o dono do puteiro estar presente na casa e o gerente ou a gerente fazer vista grossa para as gp's que estão, faz horas, bebendo, não trabalhando e em grupos, combinando fazer o "por fora" o PF após as saida delas. Via esse problema em muitas casas de gerenciamento fraco.
Teve uma grande leva de meninas novas, de idade e vida, que atuam nos puteiros, como se fossem boates. Escolhem os clientes e qdo sobe com um ou outro, que não é do agrado delas, agem como te fizessem um favor.
Geralmente esse comportamento está mais ligado a casas de segunda linha, que existe somente um gerente ou uma gerente para tudo, administração, salão e meninas.
Fora quando esse gestor ou gestora faz amizade com um grupinho e no final do expediente saem para encher o pote em boates, pagodes ou no rei do bacalhau, que nem sei se existe ainda. Você reclama com uma GP da panelinha e ainda houve o que não quer ...
Com a pouca clientela pós pandemia, e com poucas casas abertas, e as meninas ávidas por grana, o cenário melhorou bastante no quesito abordagem. Vamos ver até quando dura.
Não estou comentando o que estou vendo pós pandemia, pois é um período de adequação, embora pelo que já vi e já vivi, nada mudou ou vai mudar.
É questão de gerência. Não adianta o dono do puteiro estar presente na casa e o gerente ou a gerente fazer vista grossa para as gp's que estão, faz horas, bebendo, não trabalhando e em grupos, combinando fazer o "por fora" o PF após as saida delas. Via esse problema em muitas casas de gerenciamento fraco.
Teve uma grande leva de meninas novas, de idade e vida, que atuam nos puteiros, como se fossem boates. Escolhem os clientes e qdo sobe com um ou outro, que não é do agrado delas, agem como te fizessem um favor.
Geralmente esse comportamento está mais ligado a casas de segunda linha, que existe somente um gerente ou uma gerente para tudo, administração, salão e meninas.
Fora quando esse gestor ou gestora faz amizade com um grupinho e no final do expediente saem para encher o pote em boates, pagodes ou no rei do bacalhau, que nem sei se existe ainda. Você reclama com uma GP da panelinha e ainda houve o que não quer ...
Com a pouca clientela pós pandemia, e com poucas casas abertas, e as meninas ávidas por grana, o cenário melhorou bastante no quesito abordagem. Vamos ver até quando dura.
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Todos os puteiros do Centro deixaram de ser locais para entrar. São lugares para sair.
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Ainda bem que por aqui temos a liberdade de falar essas verdades , concordo com o que vc falou , ótimo textoDante-RJ escreveu:A pandemia interrompeu a rota decadente dos bordéis cariocas e tal qual um carrasco segurando uma longa foice afiada, decepou a cabeça dos velhos rufiões. As grandes, termas que já sobreviviam tropeçando na própria existência, talvez não retornem à vida quando tudo isso acabar. Para esses negócios em que o lucro depende da aglomeração humana, o caminho de volta será difícil, pois o receio e a prudência de muitos clientes serão impedimentos óbvios para que eles retornem a essas casas. O ressurgimento das termas exigiria criatividade e menos ganância dos cafetões, mas nunca acreditei em vida inteligente no comércio do sexo. Por isso, me parece que os puteiros só se reerguerão se novas cabeças assumirem a liderança.
Você concordará comigo, as casas de sexo do Rio tinham como regra desprezar o cliente, em algumas delas pareciam que estavam prestando um favor e não gerindo um negócio. Todas as termas do Rio, até às vésperas da peste, eram gerenciadas por dublês de empresários. Como já dizia um velho e renomado escritor, na ausência de bons profissionais abre-se espaço à incompetência. Está aí um enigma que nunca consegui decifrar, por que os gestores desses espaços de lazer desdenhavam dos clientes? Clientes que faziam a fonte de renda dessa gente junto com as profissionais do sexo. Algumas casas respeitavam as garotas, mas menosprezavam completamente os frequentadores. Agora, o coronavírus despedaça os antigos fundamentos equivocados do comércio e obriga que o renascimento seja feito em outras bases.
Sinceramente, não lamentei. Irritava-me a arrogância de gerentes e donos de termas. Gente muitas vezes ignorante que pretendia se comportar como o Eike Batista antes da falência. Mas a arrogância não se restringia somente aos diretores, as garotas também exalavam má vontade. Não era à toa que todos os puteiros passavam a maior parte da semana vazios. Cafetão carioca é aquele sujeito que queria ganhar muito no menor tempo possível e dispendendo o menor esforço. Ou seja, a definição de cliente para todos eles se resumia a palavra otário. Acabou.
Este prolongado hiato comercial vai ensinar as meninas mais espertas a trabalharem por contra própria, a fidelizar como diferencial de atendimento. Será muito positivo, principalmente para elas. Confesso que minha alma libertina sempre preferiu a agitação das boates, o burburinho dos salões, mas o esculacho com o qual as casas estavam sendo gerenciadas me desanimava a continuar frequentando. Torço muito para que aconteça uma renovação gerencial dos inferninhos, pois não imagino que haja espaço para a antiga incompetência nos novos tempos que virão.
Sigo exilado e aguardando.
sem cu = sem programa

Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Dante,Dante-RJ escreveu:Todos os puteiros do Centro deixaram de ser locais para entrar. São lugares para sair.
Depois de tantos anos no meio da putaria nunca pensou em abrir uma bordel? Um bordel com essa essência de antigamente que vc tanto descreve.
Acho q aquele antigo bordeu já n tem mais lugar no mundo de hj, mas acho q eles deixaram um espaço vazio que tem q ser preenchido por algo novo, algo renovado.
'Sonego Neutro e Negativos aqui só relato os positivos !!'
01/09/2023
01/09/2023
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Dante-RJ escreveu:Todos os puteiros do Centro deixaram de ser locais para entrar. São lugares para sair.
Zona norte esta tendo boas opções de mulher, principalmente a Rio's e a Black & White.
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Fontes seguras me disseram que a Rios está no fundo do poço.Pajé escreveu:Zona norte esta tendo boas opções de mulher, principalmente a Rio's e a Black & White.
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
kkkkkkkkkDante-RJ escreveu:Atualmente, existem bordéis que estão mais para ofidiários, criadouros de serpentes administrados por acéfalos. Qualquer hora vão inaugurar uma casa com nome de Termas Butantã.
Re: OS BORDÉIS E A CRISE
Sobre crise ... ja falaram , acho que aqui no forum ainda não .
entre final de abril e inicio setembro ( baixa temporada nas termas )
o número de gps ditas topo " 5 A " ou 6 estrelas desaparecem , bem como a frequencia dos "gringos"
resultado . as melhores gps estão sempre em viagem aproveitando o verão "europeu" ..
entre final de abril e inicio setembro ( baixa temporada nas termas )
o número de gps ditas topo " 5 A " ou 6 estrelas desaparecem , bem como a frequencia dos "gringos"
resultado . as melhores gps estão sempre em viagem aproveitando o verão "europeu" ..
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