OS BORDÉIS E A CRISE

Espaço para os mais variados temas relacionados ao mundo da putaria, atendimentos das casas e das meninas, etc...
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OS BORDÉIS E A CRISE

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A crise continua para os bordéis cariocas, principalmente diante de um público minguado que causou uma queda brusca e significativa de faturamento. Infelizmente, a realidade mórbida da economia serviu para comprovar a total inépcia dos gestores das casas de entretenimento masculino que ainda sobrevivem no Rio. Nenhuma ação nova e eficiente foi aplicada, a maioria dessas casas continua praticando preços elevados, mas sem nenhum privilégio no atendimento que justifique o interesse e a fidelidade do cliente. Algumas das grandes casas passou a cobrar R$ 10,00, valor que o cliente é obrigado a pagar além do que consumir. Um absurdo.

Um detalhe lamentável é que a maioria dos bordeis do Rio possui um atendimento mal-humorado e displicente, que causa antipatia e nenhuma sensação de acolhimento ao cliente. Uma medida simples que poderiam tomar seria a contratação de uma hostess ou um host para receber a clientela de forma amável, que gerasse sentimento de valorização aos frequentadores que chegam. Duvido que façam isso ou que sequer cogitem a ideia. A maioria dos gestores das maiores casas do Centro já são velhos e sem entusiasmo pelo negócio, eles vêm de um tempo em que a filosofia dos bordeis se resumia ao lucro fácil e rápido. Para eles, inda não caiu a ficha sobre este novo país de desempregados e motoristas do Uber. Gestores de bordéis sempre passam a impressão de que preferem a falência à adaptação aos novos tempos.

Em ocasião recente, estive num grande e conhecido randevu entre a Rua da Alfândega e Av. Rio Branco, fiz um encontro de uma hora com uma das moças da casa. Com 20 minutos de amassos, a garota alegou indisposição e saiu do quarto afirmando que iria cancelar o programa, me deixando com cara de tacho e pau na mão. Desci e esperei que algum gerente da casa me procurasse para esclarecer o ocorrido, ninguém deu as caras. Como não sou de chorar o leite derramado, paguei minha conta e fui embora. Duzentos reais perdidos. Nunca mais voltarei ali, essa é a moral da história.

Incompetência e descaso com os clientes são os elementos que resumem a gestão desses bordéis. Não é à toa que naufragam quando a realidade se torna adversa. São cáftens velhos que cultivam mais a arrogância do que a eficiência. Eu, que amo o ambiente dos bataclãs, me sinto desanimado para continuar frequentando. O desprezo das casas acaba nos estressando, por melhor que seja o suposto custo-benefício, um estabelecimento sem alma não vale nem sequer um centavo que gastamos nele.
NENÉM
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por NENÉM »

CONCORDO PLENAMENTE COM OS MOTIVOS DA CRISE DOS BORDÉIS E ACRESCENTO ALGUNS , TANTO NOS BORDÉIS TRASH E TERMAS :
1-O SOM MUITO ALTO , EM ALGUNS NÃO É POSSÍVEL UMA CONVERSA COM AMIGOS OU COM AS MENINAS
2- FICA O TEMPO TODO TOCANDO AQUELES FUNK PROIBIDÃO QUE É INSUPORTÁVEL , PODERIA VARIAR COM MPB , ROCK , SAMBA , PAGODE VARIAR OS ESTILO
3- A CONCORRÊNCIA COM OS PRIVES , QUE TEM PREÇOS MAIS CONVIDATIVOS E EM ALGUNS QUARTOS MAIS CONFORTÁVEL
4-NO PRIVE SE O ATENDIMENTO FOR RUIM , VC TEM A GERENTE PARA RECLAMAR , COMIGO SÓ ACONTECEU UMA VEZ COMIGO , A MULHER QUIZ FAZER ORAL COM CAMISINHA E EU CANCELEI O ATENDIMENTO E ME DEVOLVERAM O DINHEIRO
5-NOS BORDÉIS TINHA QUE CRIAR NOVIDADES , TIPO STRIP TESE , DUAS MENINAS TRANSANDO , SEXO AO VIVO ALGUMAS ATRAÇÕES PARA ATRAIR OS CLIENTES
6- EU HOJE FAÇO ATENDIMENTO EM PRIVE , SÓ VOU EM BORDÉIS PARA PASSAR TEMPO , MAS MESMO ASSIM SÓ CONSIGO FICAR UNS 30 MIN E VOU EMBORA , SEM NENHUMA MOTIVAÇÃO DE FAZER ATENDIMENTO
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por membro »

É preciso acrescentar ao meu relato que houve honestidade da garota, que chegou a solicitar ao gestor da referida casa que cancelasse o programa, mas ele se recusou a cancelar, conforme soube posteriormente. Eu já até havia ido embora. Enfim, um gestor de um estabelecimento que trabalha com atendimento ao público não pode ser tão antipático ao cliente, principalmente quando já o conhece. É inaceitável. Mas essa é a característica geral dos gestores de bordéis no Rio, cultivam uma antipatia e uma arrogância que talvez sirva para esconder a profunda ignorância em que vivem submersos.
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liutaio
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por liutaio »

Aproveitando para um desabafo pessoal, apensar de minha libido ser ativa e hétero, tenho tentado transar mas não está dando não, não está valendo a pena pra mim! Vou várias vezes em várias casas e desisto por vários dos motivos acima mencionados. Só estendo aqui a antipatia à muitas das GPs. Inclusive tem umas que frequentam aqui que acham que o espaço é dela e não do forista! Mulher quer protagonismo em tudo, só falta a referida dizer que não temos lugar de fala aqui! Não sabe que NÓS somos os clientes e não os pobres dos maridos e namorados que têm que pagar tudo e ficar calado, servil com a "patroa". Patroa deveria prover e não sugar...Quem paga somos nós, elas estão trabalhando, nem olham na nossa cara se não for pela grana. Não é uma relação de falso igualitarismo como o casamento moderno, que elas mesmas insistem em que não seja igual mas as privilegie sempre! Mas esse não é o assunto do tópico em si.
O fato é que chego no putairo e as unicas que vêm falar comigo são obesas, coroas desleixadas com a aparência... eu estou pagando por sexo performance e visual sim! Quer trabalhar com o corpo e nem pra se cuidar minimamente serve e ainda cobrando preços irreais??? Mulheres que nem que me pagassem, desesperadas o suficiente para fazer o que as outras mesmo em crise não fazem pois o ego feminino é super validado tanto que elas acham que estam é fazendo um favor sequer em falar com a gente. Inclusive na porra de um inferninho como o Madureira eu chego a chamar e muitas delas ignoram e vão dar atenção pra outras coisas. Fora o celular o tempo todo na mão, as negativas sexuais(tem umas que não deixam nem tocar nem dedar nem chupar os seios...porra vai pra casa então trabalhar com outra coisa!!! Realmente acham que devemos algo a elas só por existirem!) Eu simplesmente tenho medido o pé e sem a menor paciência em me humilhar e ainda pagar caro por isto.Tô cada vez mais de saco cheio e talvez desista de vez.
Concluindo a crise tem de um lado exposto a completa ineficiência inaptidão ingerência e falta de noção dos donos mas também a total falta de noção de muitas gps que também não se reinventam, não atendem bem não são cordiais. As poucas que conseguem ser o que deveriam ser se dão bem até na crise. Preferem cobrar de um cliente muito e ficar a maior parte do tempo a toa. O custo benefício de comer mulher em todas as situações está cada vez pior!
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Magnus Bruno
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por Magnus Bruno »

liutaio escreveu:O fato é que chego no puteiro e as unicas que vêm falar comigo são obesas, coroas desleixadas com a aparência... eu estou pagando por sexo performance e visual sim! Quer trabalhar com o corpo e nem pra se cuidar minimamente serve e ainda cobrando preços irreais??? Mulheres que nem que me pagassem
Existe mercado pra tudo, fetiches e gostos vão de cada um, tem garota de programa recebe cada proposta que é até difícil de acreditar.
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Yojiro
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por Yojiro »

Sinceramente, o grande problema do caso é o simples fato de que entrar nesse mercado não requer muito investimento profissional (cérebro), tanto de quem é o dono do bordel, quanto de suas trabalhadoras.
Devido a isso, os bordeis não tem nenhum tipo de administração séria. Fazer dinheiro com economia bombando, e sem concorrência, é fácil. Quando a porca torce o rabo que você vê quem tem, ou especialização profissional, ou muito talento pro assunto. Administrar qualquer tipo de negócio, na folhinha de caderno, achando que o dinheiro vai cair do céu... desiste.
Além disso as meninas, no geral, entram pensando que é tudo muito simples, basta chegar lá e BAM, vai ter fila de gente querendo pagar. Doce ilusão, hoje em dia a liberação sexual fez todo o rito de "transar" ser tão simples quanto meia dúzia de cliques no smartphone. E nem vou entrar no debate cachê, porque isso é como toba, cada um trata da sua maneira, mas tem gente que perde a noção.
Assim você tem tanto o local de consumo, como o produto, cheios de falha.
Infelizmente, como é um mercado com um viés "fora da lei", organizar isso de maneira profissional acaba sendo algo pouco interessante para aqueles quem o poderiam fazer.
Sobra garimpar entre os menos piores.
:morte:
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liutaio
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por liutaio »

Verdade que cada um tem o fetiche e preferência que quiser mas não é a maior parte e ficam restritas a esse público. Se tem quem pague... Boa sorte. Quem souber resolver o problema do cliente da melhor forma não vai ficar ociosa. Agora achar que chegar no cliente e repetir o mesmo mantra"vamo fuder ou vamu namorar gostoso?" vai conquistar muitos... francamente. Só se o cara já tiver bem certo da sua intenção. Agora, ficar alugando a GP enrolando bebendo por horas a toa também não né?
Viva a liberdade!
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

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Atualmente, existem bordéis que estão mais para ofidiários, criadouros de serpentes administrados por acéfalos. Qualquer hora vão inaugurar uma casa com nome de Termas Butantã :morte: .
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

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Afeiçoado Forista sem fé, permita-me aqui alguns comentários que tenho represado há algum tempo. Minhas atuais opções e preferências no universo mundano estão atualmente restritas aos trashs.

– Mas por que, Dante? – questionaria o Forista curioso.

A verdade é que nesse universo da promiscuidade sexual, clientes nunca foram tratados com valor, existiu desde sempre um descaso com quem frequenta termas e inferninhos. É como se o cliente que visita essas casas fosse um cidadão de segunda classe, que não possui o direito de reclamar nem de ser atendido nos seus anseios. Termas e inferninhos são os únicos negócios onde o lucro não se compromete com a satisfação. Filosofia que, em tempos de crise, revela o anacronismo empresarial dos velhos rufiões. Então, por que motivo eu frequentaria estabelecimentos como a 4x4, 65, Cancún, 21, 502, Monte Carlo, Solarium e Centaurus? Nenhum, não há nada que justifique pagar mais caro do que nos trashs, já que as grandes termas que não oferecem ao cliente a qualidade geral que corresponda aos preços dos serviços. Não caia na balela do "melhor custo-benefício", nos maiores bordeis cariocas só existe o benefício alheio.

– Por que alguns Foristas insistem em continuar frequentando, Dante? – perguntaria novamente o Forista vigilante.

Talvez, frequentem por ilusão, pela carcomida falsa fama desses locais ou por serem amadores travestidos em putanheiros malandros. Pagam mais caro por tudo, muitas vezes são mal atendidos, no entanto imaginam que não é possível encontrar outras opções mais vantajosas. Enganam-se. Tenho ido a casas como a 26 (Praça Monte Castelo), a 210 (Rua Uruguaiana), a 119 (Rua da Alfândega) que são instalações simples, onde você consome por valores mais justos e encontra mulheres que podem oferecer desempenho sexual superior àquelas que nos esnobam nas termas de renome. Ou seja, o Forista que ainda não percebeu isso restringe a própria inteligência.

Para repetir um exemplo, faz poucos dias que uma garota me abandonou no quarto em 20 minutos, quando o contratado havia sido 1 hora. Simplesmente saiu, como se estivesse indisposta, mas me avisou que cancelaria o serviço. O que a casa fez? Nada. Não cancelaram o programa, não me deram satisfação e ficou por isso mesmo porque preferi ir embora e nunca mais voltar. Certamente, o meu caso não é único, devem ocorrer várias outras formas de péssimo atendimento em que os responsáveis pelos estabelecimentos em questão cagam e andam para nós. Pergunto novamente: por que eu iria pagar mais por isso? A única explicação seria falta de capacidade cognitiva.

Infelizmente, Foristas são uma classe mais preocupada com a vaidade individual do que com a solidariedade ao outro. Não há empatia em fórum. Eu diria, com todas as letras, que a maioria dos Foristas são péssimos avaliadores do serviço que utilizam, são condescendentes e bajuladores. Boicote é palavra de ordem para poucos e oportunidade de puxa-saquismo para muitos.

Caso você seja ousado, dileto colega, busque sair deste circuito viciado e decadente das grandes termas. Explore, caminhe, descubra novos horizontes e economize dinheiro sem perder o prazer.

A vida nunca foi generosa para os que mofam dormentes num mesmo quarto. A vida é para os ousados. Ouse.
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liutaio
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por liutaio »

Apoiado mais uma vez e acrescento:
Repito que mulher de terma chique a grande maioria das vezes circulam pelos trashs e já comi muitas delas por preços menos irreais que lá. Ilusão pura achar que tá comendo a gata top das galaxias. Mas o dinheiro é de cada um... o chato é que inflaciona o mercado aliais o mercado bucetal é muito inflacionado pelos manginas que sempre validam demais as mulheres. Depois os mesmos são os que não aguentam kkkkk
Não existe mesmo um CDP (codigo de defesa do putaneiro), não existe proconputa nem nada. Vc corre sempre o risco e foda-se não gostou vá reclamar lá fora seu otário babaca! É assim que tratam. O cliente JAMAIS terá seu dinheiro de volta ou qualquer ressarcimento!
Forista em geral como vc disse está preocupado com vaidade ou em ser BOP achando que vai levar vantagem ou por culturalmente o homem ser vassalo mesmo. O espaço que deveria ser de homens (o único) é invadido por mulher que ainda usa o espaço pra convocar o clube das luluzinhas sem lugar pra macho dar pitacos obviamente kkkkk Outros já só vem fazer relato pra tentar boicotar a puta que o atendeu mal. Em breve o Faceputa, rede social para as GPs serem babadas e validadas como as civis são no foicebook. kkkkk
Atualmente prives estão mais em conta até que os trashs, apesar de não gostar muito de prives pq vc nem tem tempo de entrar no clima mas pelo menos vc tem mais incentivo a fechar o td já que está ali mesmo. Mas prive vc já vai na boa e pouco pra desbravar.
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

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Dante-RJ escreveu:Afeiçoado Forista sem fé, permita-me aqui alguns comentários que tenho represado há algum tempo. Minhas atuais opções e preferências no universo mundano estão atualmente restritas aos trashs.

– Mas por que, Dante? – questionaria o Forista curioso.

A verdade é que nesse universo da promiscuidade sexual, clientes nunca foram tratados com valor, existiu desde sempre um descaso com quem frequenta termas e inferninhos. É como se o cliente que visita essas casas fosse um cidadão de segunda classe, que não possui o direito de reclamar nem de ser atendido nos seus anseios. Termas e inferninhos são os únicos negócios onde o lucro não se compromete com a satisfação. Filosofia que, em tempos de crise, revela o anacronismo empresarial dos velhos rufiões. Então, por que motivo eu frequentaria estabelecimentos como a 4x4, 65, Cancún, 21, 502, Monte Carlo, Solarium e Centaurus? Nenhum, não há nada que justifique pagar mais caro do que nos trashs, já que as grandes termas que não oferecem ao cliente a qualidade geral que corresponda aos preços dos serviços. Não caia na balela do "melhor custo-benefício", nos maiores bordeis cariocas só existe o benefício alheio.

– Por que alguns Foristas insistem em continuar frequentando, Dante? – perguntaria novamente o Forista vigilante.

Talvez, frequentem por ilusão, pela carcomida falsa fama desses locais ou por serem amadores travestidos em putanheiros malandros. Pagam mais caro por tudo, muitas vezes são mal atendidos, no entanto imaginam que não é possível encontrar outras opções mais vantajosas. Enganam-se. Tenho ido a casas como a 26 (Praça Monte Castelo), a 210 (Rua Uruguaiana), a 119 (Rua da Alfândega) que são instalações simples, onde você consome por valores mais justos e encontra mulheres que podem oferecer desempenho sexual superior àquelas que nos esnobam nas termas de renome. Ou seja, o Forista que ainda não percebeu isso restringe a própria inteligência.

Para repetir um exemplo, faz poucos dias que uma garota me abandonou no quarto em 20 minutos, quando o contratado havia sido 1 hora. Simplesmente saiu, como se estivesse indisposta, mas me avisou que cancelaria o serviço. O que a casa fez? Nada. Não cancelaram o programa, não me deram satisfação e ficou por isso mesmo porque preferi ir embora e nunca mais voltar. Certamente, o meu caso não é único, devem ocorrer várias outras formas de péssimo atendimento em que os responsáveis pelos estabelecimentos em questão cagam e andam para nós. Pergunto novamente: por que eu iria pagar mais por isso? A única explicação seria falta de capacidade cognitiva.

Infelizmente, Foristas são uma classe mais preocupada com a vaidade individual do que com a solidariedade ao outro. Não há empatia em fórum. Eu diria, com todas as letras, que a maioria dos Foristas são péssimos avaliadores do serviço que utilizam, são condescendentes e bajuladores. Boicote é palavra de ordem para poucos e oportunidade de puxa-saquismo para muitos.

Caso você seja ousado, dileto colega, busque sair deste circuito viciado e decadente das grandes termas. Explore, caminhe, descubra novos horizontes e economize dinheiro sem perder o prazer.

A vida nunca foi generosa para os que mofam dormentes num mesmo quarto. A vida é para os ousados. Ouse.
Importante ressaltar que tento realizar uma crítica construtiva, pois não é aceitável que gerenciem uma boate de lazer masculino como se fosse um boteco do subúrbio para pinguços. Sendo assim, prefiro continuar nios trashs que cobram muito menos, às vezes, por momentos até mais agradáveis. Privês não são minha praia, não posso opinar.
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

Mensagem por Delirius »

Não é fazer merchandising, mas utilizo o fórum como um reclame aqui.
Não prometemos oq não fazemos não criamos fakes.
Tenho até exemplos de atendimentos ruins na qual eu respondo e tento mudar a opinião do cliente.

Basta olhar nos meus relatos.

Atendimento tem que ser sério e o cliente valorizado ainda mais na escassez de dinheiro circulando
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

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Delirius escreveu:Atendimento tem que ser sério e o cliente valorizado ainda mais na escassez de dinheiro circulando
Essa é a visão. Parabéns.
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Re: OS BORDÉIS E A CRISE

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A pandemia interrompeu a rota decadente dos bordéis cariocas e tal qual um carrasco segurando uma longa foice afiada, decepou a cabeça dos velhos rufiões. As grandes, termas que já sobreviviam tropeçando na própria existência, talvez não retornem à vida quando tudo isso acabar. Para esses negócios em que o lucro depende da aglomeração humana, o caminho de volta será difícil, pois o receio e a prudência de muitos clientes serão impedimentos óbvios para que eles retornem a essas casas. O ressurgimento das termas exigiria criatividade e menos ganância dos cafetões, mas nunca acreditei em vida inteligente no comércio do sexo. Por isso, me parece que os puteiros só se reerguerão se novas cabeças assumirem a liderança.

Você concordará comigo, as casas de sexo do Rio tinham como regra desprezar o cliente, em algumas delas pareciam que estavam prestando um favor e não gerindo um negócio. Todas as termas do Rio, até às vésperas da peste, eram gerenciadas por dublês de empresários. Como já dizia um velho e renomado escritor, na ausência de bons profissionais abre-se espaço à incompetência. Está aí um enigma que nunca consegui decifrar, por que os gestores desses espaços de lazer desdenhavam dos clientes? Clientes que faziam a fonte de renda dessa gente junto com as profissionais do sexo. Algumas casas respeitavam as garotas, mas menosprezavam completamente os frequentadores. Agora, o coronavírus despedaça os antigos fundamentos equivocados do comércio e obriga que o renascimento seja feito em outras bases.

Sinceramente, não lamentei. Irritava-me a arrogância de gerentes e donos de termas. Gente muitas vezes ignorante que pretendia se comportar como o Eike Batista antes da falência. Mas a arrogância não se restringia somente aos diretores, as garotas também exalavam má vontade. Não era à toa que todos os puteiros passavam a maior parte da semana vazios. Cafetão carioca é aquele sujeito que queria ganhar muito no menor tempo possível e dispendendo o menor esforço. Ou seja, a definição de cliente para todos eles se resumia a palavra otário. Acabou.

Este prolongado hiato comercial vai ensinar as meninas mais espertas a trabalharem por contra própria, a fidelizar como diferencial de atendimento. Será muito positivo, principalmente para elas. Confesso que minha alma libertina sempre preferiu a agitação das boates, o burburinho dos salões, mas o esculacho com o qual as casas estavam sendo gerenciadas me desanimava a continuar frequentando. Torço muito para que aconteça uma renovação gerencial dos inferninhos, pois não imagino que haja espaço para a antiga incompetência nos novos tempos que virão.

Sigo exilado e aguardando.
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