http://www.conexaoparis.com.br/2014/11/ ... b-europeu/
http://oglobo.globo.com/economia/negoci ... s-12651810
Londres - O Reino Unido passará a contabilizar em seu PIB (Produto Interno Bruto, conjunto de bens e serviços produzidos) os £ 10 bilhões movimentados anualmente pela prostituição e pelas drogas ilegais, informou o “Financial Times”. A inclusão, inédita, foi anunciada nesta quinta-feira e faz parte de uma ampla reforma, que será levada a cabo em setembro e poderá elevar em até 5% o PIB britânico. O movimento segue uma tendência global, pois outros países vêm adaptando suas contas para se enquadrar melhor em novos padrões mundiais. Na semana passada, a Itália incluiu prostituição e venda de cocaína na cifra que indica a atividade econômica nacional.
Pelas contas do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês), o PIB de 2009 será adicionado de £ 5,3 bilhões relativos à prostituição e £ 4,4 bilhões gerados por negócios com tóxicos. Para chegar ao PIB da prostituição, o ONS considerou que o país tem 60.879 profissionais do ramo, atendendo em média 25 clientes por semana, ao custo de £ 55. O resultado é de £ 83,7 milhões. Além desta receita, entram no cálculo £ 44 milhões relativos ao aluguel de quartos e roupas. Já na contabilidade do PIB das drogas, entra, por exemplo, o consumo de energia e matéria-prima por pessoas que mantêm produção própria, estimado em £ 60 milhões.
A mudança na contabilidade do PIB britânico não se restringe, contudo, a atividade ilegais. O processo envolve ajustes na conta de Formação de Capital Fixo, que vai reduzir em £ 5 bilhões a cifra de 2009. Outra perda do mesma grandeza derivará da revisão da forma como as empresas do país contabilizam seus estoques. Por outro lado, a reformulação da contabilidade de ONG e instituições sem fins lucrativos adiciona £ 24 bilhões ao PIB.
No total, as mudanças anunciadas nesta quinta-feira vão elevar em £ 33 bilhões, ou 2,3%, o PIB do país.
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Inglaterra, Irlanda e Itália passam então a tentar seguir a instrução e o padrão onde Estônia, Áustria, Eslovênia, Finlândia, Suécia, Noruega foram pioneiras. A França resiste a idéia.
...duas questões aqui...e o Brasil tivesse condições técnicas realmente confiáveis para contabilizar tais cifras (o que é um desafio até mesmo por lá) vcs acham que:
1) seríamos simpáticos ao padrão que a maioria da Europa tenta adotar ou
2) seguiríamos o padrão francês...com aquela imagem de libertinos mas comportamento essencialmente conservador ?
Outra coisa. Num país que conta com esse imenso exército de prostitutas reforçado por incontáveis "semi-pro de temporada" dá pra imaginar o quanto de $$ o sexo movimenta nessa terra e participa do nosso PIB ?? Eita nós !!


