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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
O mais recente, realizado na última quinta-feira, teve um sabor especial, pois, dessa vez, preferi não desfrutar do fator surpresa, e sugerir o traje que ela usaria comigo: um visual colegial, no estilo "lolita".

Durante a transa, aproveitei muito a visão e as peripécias daquela "ninfeta" espevitada, que fez questão de se mostrar, o tempo todo, obediente ao seu "papai".
E teve de tudo...
Depois de muitos beijos calorosos e do calor daquela língua macia, emendei numa chupada prolongada e saborosa na bucetinha mais doce e perfeita que já conheci, levando minha lolita ao gozo, sentada na minha cara.
Em seguida, ela abocanhou meu pau com sede, chupando, babando e batendo na língua e na cara, me deixando em ponto de bala pra meter no seu cuzinho.
Aqui, um detalhe: embora não seja tão vidrado em anal, o cuzinho da Eva é o único que faço questão de desfrutar, pelo encaixe perfeito e pelo jeito especial que só ela faz.
Meti de quatro e logo empurrei-a pra baixo, deixando-a de bruços, enquanto socava o mais forte que podia. Em meio a muita sacanagem, gemidos e provocação, ela gozou maravilhosamente.
Pedi, pra trocar a camisinha, para arregaçar, dessa vez, a bucetinha dela. Então, ela pulou da cama, se ajoelhou em frente ao espelho e disse: - primeiro deixa eu chupar! E logo começou a se deliciar no meu pau, abocanhando com ferocidade, babando, engolindo até o talo e lambendo as bolas, com as mãos pra trás, me olhando o tempo todo com olhos de meretriz, como uma autêntica cachorra.
Aproveitei o máximo que pude e, estourando de tesão, coloquei-a de volta na cama, de frente, com as pernas bem abertas e levantadas, pra castigar aquela bucetinha deliciosa. Ela, então, deu início a um diálogo memorável, pedindo insistentemente pra ser xingada e perguntando se eu estava gostando de senti-la bem arrombada e rasgada pelo pau dos outros machos que comeram ela.
Sabendo do meu fetiche "cuck", ela encarnou a mais devassa hotwife, me levando à loucura com falas cada vez mais provocantes. Sorrindo o tempo todo, com cara de vadia, disse, entre outras sacanagens, que ainda seria comida o dia inteiro por outras pirocas, que estava arrumando um "fixo" muito melhor do que eu e não cansava de ser minha "mulher" vagabunda, puta e liberada, que os machos faziam fila pra comer. Enquanto isso, eu xingava mais e mais e socava cada vez mais fundo na minha cadela, delirando e entrando no clima da fantasia e pingando de suor, no cardio mais puxado que tive com ela até hoje. Foi então que, não conseguindo mais me segurar, explodi num gozo inenarrável.
Passado o clímax, tomamos uma ducha e passamos às tradicionais amenidades, confidências e troca de novidades e experiências, o tempo todo deitados e abraçados, trocando beijos, carinhos e elogios como um casal de namorados apaixonados.
Como o tempo ao lado dela voa, e a transa já tinha sido bem intensa, não sobrou espaço pra mais nada, a não ser me despedir com o habitual gosto de quero mais da minha putinha favorita, que, se eu pudesse (ela sabe disso), levaria para casa.
No corpo, a saudade, mas na mente, uma insistente presença e ideias que fervilham para o próximo encontro com ela, minha Eva, que sabe vender, como nenhuma outra, a ilusão do paraíso.