BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Data Estelar 61294.8
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise
— Doutora... Ando muito deprimido ultimamente...
— Fale-me mais, Senhor Spock.
— As pessoas andam muito preocupadas com o meu pau: se ele sobe ou desce, se ele fica em pé no metrô lotado para uma mulher sentar ou se dorme quando tá cansado, se ele é torto pra esquerda ou pra direita... Pessoal parece Ministro do STF (Supremo Tribunal de Fodas).
— E isso te incomoda?
— Nem um pouco! Eu só rio e sigo com minhas pesquisas sobre a sexualidade terráquea humana feminina! Inclusive tenho conseguido cada vez mais insumos ainda mais fascinantes e mais excitantes!
— Então por que você tocou nesse assunto?
— Só por falar mesmo. Não é isso que me aflige.
— E o que te deprime então?
— As mazelas da vida... A solidão na Ponte de Comando... A ansiedade perante a infinitude do universo... Por isso vim aqui nessa sessão de terapia, Doutora.
— Humm... Eu sei o que eu posso fazer pelo senhor...
— Era exatamente isso que eu esperava, Doutora!
Relaxe e deixe tudo comigo, Senhor Spock...
Banho tomado no próprio consultório da Doutora, ela se aproxima de mim, seu robe preto transparente semiaberto, seus seios avantajados não cabem dentro dele. Com a aproximação vem junto um beijo gostoso, daqueles capazes de curar qualquer depressão.
A Doutora me aponta a cama. Eu entendo e me deito de costas, e ela vem tomar as rédeas da situação. Ela se aconchega entre minhas pernas, prende o cabelo num rabo de cavalo para não atrapalhar a terapia e começa a análise do meu cacete. Meu caralho se abre para ela, reage a seus estímulos, se endurece. Eu? Eu apenas fico gemendo, absorto no prazer enorme proporcionado por sua boquinha. Estico minhas mãos e acaricio as costas da Doutora Alice, deixando-a arrepiada.
— Ui!... Eu sou toda sensível nas costas... Se eu tivesse pelos, estaria toda ouriçada!
Tomo nota mental dessa informação para uso posterior.
A Doutora Alice me chupa com desenvoltura e tesão, esfrega seus peitões no meu pau. Peço arrego e imploro por uma camisinha.
Tá deprimido? Nada que uma ppkinha não resolva
Troco de posição com a Doutora: ela se deita de costas e eu me posiciono ajoelhado entre suas pernas, entrando em sua ppk. Nós dois gememos, eu fico admirando e brincando com seus belos e enormes seios. Seguimos com esse psicodrama, essa dramaterapia, minha terapeuta atuando como diretora, me orientando como devo possui-la. Cada vez mais sinto meus bloqueios emocionais se aliviando, à medida em que a excitação aumenta em todo o meu corpo.
Depois de um tempo, ela me pergunta, com aquela vozinha doce e suave:
— O que você quer agora, hein?
— Se não for muito abuso meu... eu poderia... sabe... comer a sua bundinha, Doutora?
— Da-na-di-nho! Claro que pode! Tratamento completo!
Vamos aplicar um tratamento de choque nessa sua crise depressiva!
— Acho melhor eu de quatro e você ajoelhado aqui em cima da cama, Senhor Spock. Pra ficar numa boa altura.
— Você é quem manda, Doutora!
Devidamente posicionados e lubrificados, eu acomodo meu membro na sua porta dos fundos e, com calma, vou adentrando-a. E uma vez lá dentro é só alegria! Alice afunda o rosto no colchão e se masturba, eu seguro sua cintura e sua bela bundinha, vigorosamente eu a possuo. Cada vez mais rápido eu meto, meus joelhos doem, mas eu não paro, enlouquecido de tesão. Meu Id, a parte mais primitiva de minha mente, clama pelo prazer imediato e iminente. Eu sou puro desejo, meus instintos focados em possuir Alice intensamente! Quando o gozo chega, eu me encontro agarrado a Alice, enfiado bem fundo em minha Doutora, me controlando para não gritar.
A Doutora me ajuda a me limpar e me agracia com seus risos alegres. Nesse momento, meu Superego me lembra de que eu fui egoísta, foquei apenas no meu prazer, esqueci completamente da própria Doutora.
Meu lado racional Vulcano, meu Ego, me puxa de volta para a realidade e me lembra da minha anotação mental. "Você pode resolver isso, camarada...", ele sussurra em minha mente.
— Doutora, espere aqui no quarto. Deite de bruços e feche os olhos!
— O que você vai fazer, hein?
— Confie em mim. Não olhe!
Saio do quarto e pego minha sacola de instrumentos de pesquisa dentro da minha mochila, que eu deixara na sala. Procuro e encontro minha V.E.L.A. (Veículo Excitatório de Lascívia Afrodisíaca). Acendo-a, volto para o quarto e pingo um pouco de cera, suavemente quente, nas costas da Doutora Alice. Ela suspira profundamente e ri.
— Não acredito! Você não está fazendo isso! Aaaaiii...
Eu me divirto dando prazer tanto quanto tendo prazer
Vou derramando cera pelo corpo de Alice e massageando-o, dos ombros até os pés. Cada pingo é um suspiro, um gemido ou um riso. E eu rio junto, feliz com o resultado da minha surpresa. Por que nunca lhe fiz isso antes?
Peço que a Doutora se vire de costas. Não há tratamento psicoterápico completo sem uma boa sessão de sexo oral de ambas as partes. Essa abordagem de Gestalt-terapia foca no que sentimos no aqui e agora, e nesse momento o que eu quero é sentir o gosto da ppk de Alice. Eu caio de boca em sua ppk, brinco com seu clitóris, uso os seus gemidos como um guia para mim. O nível de tesão da Doutora é tamanho que não demora muito para que ela atinja o orgasmo.
Depois de se recuperar, ela se volta para mim.
— E o que você quer agora, hein?
— Bem... Se você puder fazer aqueles joguinhos com "ele" de novo...
— Humm... Ele está meio tristinho... Deixa eu ver se consigo animá-lo. Deita aí!
Ela começa a beijar meu membro, sua força vai retornando, ele se anima cada vez mais.
— Olha! Tá ficando bom!
Mais tratamento oral, mais carinhos. Eu suo frio, eu cravo minhas mãos no lençol. Ela agarra meu pau com sua mão e quase arranca meu couro, tamanha é a velocidade da masturbação que ela me faz.
— Doutora... Eu estou tendo uma crise de ansiedade...
— Quer que eu pare?
— Não para! Não para! Não para! Eu estou ansioso é para gozar!
Ela não para até que eu goze em suas mãos. Ela admira o resultado e solta um "Delícia!" ao me encarar com um sorriso sapeca no rosto.
— Como você está agora, meu querido?
— Doutora, agora estou me sentindo levíssimo...
— E a depressão?
— Que depressão? Quem tá deprimido aqui?
— Ansioso?
— Só se for pela nossa próxima consulta.
— Temos que continuar a sua monitoração. Cuidar para não haver recaídas.
— E se acontecer?
— Aí você volta aqui imediatamente!
— Pode deixar, Doutora! Combinado!

Uma obra de arte!
