09 de Setembro de 2026 às 20:52
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Ano 3026 da Terceira Era da Terra-média, mês de Halimath, dia de Lues
Diário de Spock Bolseiro, Aventureiro do Condado


A HISTÓRIA DA SENHORA DOS ANÉIS E O RETORNO DE UMA GRANDE ELFA
(Como visto pelo Pequeno Povo; sendo as memórias de Spock Bolseiro no Condado.)


Depois de um longo período afastado, retornei ao Condado, ansioso por reencontrar minha Elfa, Danielleel, a Senhora dos Anéis. Uma horda de orcs tentou me impedir de chegar no horário combinado, mas nada foi capaz de me segurar! Cheguei com um pequeno atraso em seus aposentos, mas nada que atrapalhasse nossos planos. Fui recebido pela bela Elfa, com um sorriso lindo estampado em seu lindo rosto, tão brilhante quanto a Luz da Estrela de Eärendil, dada a meu primo Frodo por Galadriel, durante sua passagem por Lothlórien.

Danielleel me orientou pelos labirintos de sua toca, enquanto eu seguia atrás dela, abduzido pelo balançar de seu quadril. Já em seu quarto ela me deu um enorme beijo antes que eu pegasse a toalha para me livrar das cinzas de Mordor.


Eu te quero, Danielleel, minha Elfa!

Quando retornei, ganhei mais abraços e um enorme, molhado e profundo beijo da minha doce Elfa. Meu coração se encheu de amor e admiração, e então uma canção eu compus.



De repente no Whastapp ela apareceu
Animada e sorridente ela respondeu
Nada me preparou para o que aconteceu
Indaguei e ela logo me convenceu
Ela me chamou e então eu fui
Lá onde amor e carinho ela distribui
Louco por ela eu acabei ficando
E com ela eu me achei sonhando


Em pé, abraçados, nossos lábios colados, Danielleel começou a descer minha roupa íntima, liberando meu cacete entumescido, animando-o ainda mais com suas mãozinhas. Não me fiz de rogado e também abaixei sua calcinha, abri o seu robe, liberando seus belos seios. Abaixei a cabeça para beijá-los e fui me abaixando mais e mais, beijando sua barriga, até ficar ajoelhado diante de sua ppkinha élfica. Não resisti e caí de boca sobre ela. Seu clitóris dançava em minha língua enquanto a Elfa gemia e tremia, tentando se manter de pé, segurando e apertando meus ombros. Ela colocou uma perna sobre o tatame, para facilitar meu trabalho.

Danielleel então segurou minha cabeça e me levantou, me enchendo de mais beijos. Sentou-se no tatame, jogou seus óculos para o lado, encarou meu cacete apontado para seu rosto, o beijou, o lambeu, o chupou, o devorou. Até os pelos dos meus pés peludos se ouriçaram de tesão.

Outra reviravolta, eu girei Danielleel e a coloquei deitada no tatame, me voltando novamente para sua ppk. Degustei-a por completo, até lhe arrancar um enorme gozo, digno dos reis e rainhas de Númenor! Danielleel rolou de lado, estremecida, e me puxou para cima de si.


Venha, Spock, venha desfrutar todos os meus anéis!

Danielleel começou a se roçar em mim, me excitando cada vez mais. Eu a abraçava e acariciava seu corpo inteiro, seus pelos ouriçados. Incapaz de me segurar mais, busquei minha capa e, devidamente paramentado, adentrei a toca da minha Elfinha.

Sua toca do prazer era simplesmente deliciosa! Ali eu me fartei tremendamente, com a doce Elfa me falando doces palavras, revirando seus olhinhos:

— Vem, meu Hobbit, estou toda aberta para você!
— Mete tudo isso em mim, mete!
— Me dá esse cacete!
— Que gostoso, seu gostoso!


Vem, meu Hobbit! Vem me explorar todinha!

Depois de meter bastante, acabei gozando... Por Ilúvatar! Que gozada! Minha alma sai de meu corpo, vai até Valinor e volta para mim... Eu caí de costas, extasiado e consumido por ondas e mais ondas de puro contentamento.

Danielleel removeu minha capa, para meu conforto pós-coito, e me encheu de beijinhos. Peguei minha sacola e lhe ofereci a escolha entre duas velas preparadas por artesãos anões para os mais profundos prazeres do corpo. Danielleel escolheu a vela verde e com ela eu lhe fiz um ritual de massagem em seu lindo corpo, deitado de bruços, me atentando mais em suas costas, seu bumbum (lindo!), suas pernas e seus pés. Aliás, quando lhe beijei e massageei os pés, a Elfa suspirou profundamente, relaxando completamente seu corpo e se entregando para mim.

Pedi que ela se virasse, e com a cera da vela massageei seus seios e sua barriga, arrancando-lhe mais gritinhos. Seus mamilos se ouriçaram e eu os beijei e mordisquei de leve. Quando minha mão passou por sua ppk, notei-a molhada. Um sinal claro de que eu deveria novamente ter uma sessão dupla de prazer: primeiro, lhe dando prazer; segundo, tendo prazer lhe dando e a vendo ter prazer. Voltei a atuar com minha boca e minha língua em sua ppkinha.

Danielleel parecia possuída por um Balrog, um ser de puro fogo e chamas. Ela se remexia toda, jogava seu quadril contra minha boca, me segurava, gemia e então começou a falar na língua élfica:

— Chupa meu grelinho!
— Coloca meu grelo todo na sua boca!
— Mama meu grelo, cacete!
— Vou babar toda a sua boca com o meu gozo!
— Vou gozar, seu filho da puta!
— 〽️⚜️🔱♻️🎶〰️➰➿♾️💱🔅🔆‼️⁉️❗Aaagjrjejejakekrkwkl3rlaahhhhh!!!!

Daniellael não gozou: ela explodiu. Seus dedos se cravaram em mim, seu corpo se retesou junto com o grito abafado que saiu de sua garganta, depois se dobrou de lado, em posição fetal, tremendo e gemendo. Quando ela se recuperou, começou a tatear até encontrar meu cacete. Se orientou até alcançá-lo com sua boca, presenteando-o com um boquete divino. Eu senti como se todas as Valar houvessem descido até Arda, como se Varda, Nienna e Yavanna, com toda sua graça, tesão e gostosura, tivessem se fundido em uma única mulher, sedenta de desejo. Danielleel me chupou até arrancar de mim a última gota, o último farelo de Lembas, meu leite jorrando em seus seios.

Quando finalmente conseguimos controlar nossos instintos, nos encaramos e então lhe perguntei:

— Nossa! Você tava que tava hoje, hein? Me xingando e tudo...
— É que eu já tinha gozado duas vezes, e essa segunda...
— Que bom!
— Nossa! Eu fui até Nárnia e voltei!
— Terra-Média.
— Oi?
— Nada não.

Antes de partir, entreguei um singelo presente para minha Elfa, um pequeno jogo de tabuleiro, para futuramente apimentar – ainda mais – nossa relação.


Xeque-Mate! Hora de comer a Elfa!

Me arrumei e parti de volta para minha toca, com a certeza de que voltarei para novas e excitantes aventuras.

Lá e de volta outra vez...