BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Data Estelar 61281.5
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise
— Senhor Sulu, darei continuidade ao meu projeto de revisitar antigas experiências, a fim de verificar se os resultados ora obtidos continuam válidos.
— Muito bem, Comandante! Para onde devemos ir então!
— Traçar rumo para a Estação RB-156. Tenho um encontro marcado com a Rainha Brenda, a Deusa de Ébano!
— Sim, Senhor!
— Preciso atualizar os parâmetros da minha pesquisa sobre a sexualidade terráquea humana feminina e negra! Se bem que... uma Deusa pode ser considerada humana? Descobriremos...
Como eu estava cheio de saudade!
Depois de estacionar a Enterprise em órbita síncrona com a Estação Espacial RB-156, me teletransporto para os aposentos da Deusa, que me recepciona em toda sua magnificência e grandiosidade, nua em pelo. Eu coloco minha língua de volta dentro da minha boca e sou guiado até nossa cabine, onde iremos realizar os devidos experimentos sexuais.
A Deusa me oferece uma toalha para o meu ritual de purificação corpórea – seria um pecado tocá-la com meu corpo sujo. Retorno para os aposentos e me deparo com a Deusa trajando uma minúscula veste cerimonial.
Eu me aproximo, receoso. Notando a minha timidez, a Deusa se mostra magnânima e piedosa, e me dá um beijo. E outro. E mais um. Eu então entendo que não há nada ali para se temer. Muito pelo contrário: seus beijos estão muitíssimo melhores do que eu me lembrava – mais intensos, em maior quantidade, com mais procura, mais tesão (o que se mostrou uma constante verdadeira durante todo o encontro, digo, experimento). Eu a abraço e exploro seu corpinho com minhas mãos curiosas.
Pensa numa mulher linda e gostosa
Ainda um pouco tímido, coloco uma venda sobre os olhos da Deusa, para que ela não ria de mim. Eu a deito de costas sobre o tatame e lhe ofereço toda a minha dedicação e uma miríade de sensações. Passo-lhe uma pena sobre seu corpo, arrancando-lhe risadinhas. Pego uma pedrinha de gelo que lhe tira suspiros e tremores. Coloco o gelo em minha boca e chupo sua ppkinha e seu grelinho, adornado com um piercing, que me indica inequivocamente "ataque aqui".
Depois da Deusa gozar em minha boca, ela me oferece igual tratamento oral, também me colocando deitado de costas. Mas meu tesão é muito grande, saudoso de experimentar seu corpo. Poucas chupadas, eu já coloco em meu pau a veste sagrada para a Cerimônia do Coito. Agarro a Deusa Brenda, a viro de costas, e penetro seu corpo com minha vara. Dou-lhe várias estocadas em meio a muitos beijos e com a Deusa me incentivando: "Come minha bucetinha, Dan, come gostoso!". Ela se abre toda para mim, me permitindo explorá-la profundamente e, assim, gostosamente gozar também.
Sem tempo a perder
Nos limpamos, e a Deusa parece querer mais. Eu pensava que 42 fosse a resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais, mas a Deusa me mostra que a resposta na verdade é 69. Ela se senta sobre mim, minha cabeça entre suas pernas, sua cabeça na minha virilha. Sua ppk em minha boca, meu cacete em seus lábios. Simplesmente divino.
Viro a Deusa na cama e peço que ela feche os olhos. Ela mesma põe a venda, eu pego no meio do meu kit de pesquisa um pote de Chandelle com chantilly. Passo este néctar gelado em sua ppk, obtendo gemidos em uma nova entonação aguda. Chupo sua ppkinha achocolatada, a Deusa me presenteia com mais um orgasmo em minha boca. E ela realmente quer mais. Ela começa a se masturbar freneticamente, enquanto eu passo chocolate e chantilly em seus lábios e a beijo. A Deusa anuncia que está prestes a gozae e me pede que a chupe na sequência. Eu me abaixo e me posiciono entre suas pernas, admirando a velocidade com que seus dedos manipulam seu clitóris. Ela então goza, agarra minha cabeça e a enfia em sua ppk. A Deusa alucina, gritando palavras sem sentido. Ela agarra minha mão em êxtase e enfia a unha em minha palma, me deixando uma pequena cicatriz que carregarei como uma marca e uma lembrança de uma batalha vencida com sangue, suor e lágrimas. E chantilly. E com uma gozada linda, que eu não esquecerei.
Tudo ao mesmo tempo agora
Prontamente recuperada, a Deusa de Ébano ordena que eu me deite e lhe dê o pote de Chandelle. Ela lambuza meu cacete e o acomoda em sua boca molhada. E consegue de mim um jorro de leite em sua boca, pequenas gotas brancas contrastando com a pele negra de seu rosto. Mais uma imagem que eu não esquecerei.
— Humm... Nham, nham! Mais Chandelle! – ela me diz, me encarando com um sorriso emoldurando uma carinha sapeca.
Mantendo a hidratação
A Deusa, no início de nosso encontro, havia me perguntado se eu gostaria de uma massagem. Depois de gozar duas vezes, decido aceitar, e me deito de bruços no tatame, enquanto a Deusa vai buscar um creme de massagem.
Ela se ajoelha ao meu lado e começa pelos meus pés e pernas, já me deixando bem relaxado. Passa para as minhas costas, me apertando com uma força que eu não esperava vir de um corpinho aparentemente tão frágil e meigo. Com isso e seus poderes divinos, ela consegue colocar minha coluna no lugar. Eu me sinto como um Corcel 75 que acaba de passar por um alinhamento de direção, cambagem e caster.
De repente, sinto um creme quente sendo espalhado pelas minhas costas. A Deusa prossegue com a massagem, mas desta vez esfregando seu corpo pelas minhas costas. Ela aproveita e esfrega sua ppk em mim, gemendo e curtindo. Eu me sinto sendo usado e abusado, como se fosse um brinquedo sexual em suas mãos. Nessa hora eu tomo a única atitude possível: fico quieto e aproveito. Ela beija meu pescoço, minha nuca, beija e mordisca minhas orelhas vulcanas.
Depois de tudo, relaxar...
Enquanto me arrumo para retornar à Enterprise, antes que a Ventania Solar prevista nos atinja, a Deusa me interpela.
— Você é bastante criativo nos seus relatos, quer dizer, nos seus relatórios de pesquisa. Você devia escrever um livro.
— Mas eu já escrevi um livro, eras atrás. Um livro de poesias.
— Sério? Quero que você faça uma pra mim!
Uma ordem vinda de uma Deusa não pode ser negada.
Brilho radiante em seu olhar
Riso lindo e solto, em meio aos gritos urbanos
Extasiado eu fico a admirar
Nela me sinto envolto, eu e meus instintos vulcanos
Deusa de ébano, beleza preta
Amor que me passa como um cometa
Termino de me arrumar e retorno para a Enterprise, levíssimo, com a alma renovada e a coluna alinhada.
Parecer sobre a nova visita à Brenda, a Deusa de Ébano:
▪️Pré-atendimento: Tudo foi decidido e arrumado de sopetão, mas sem deixar de lado aquele toquezinho provocador.
▪️Local: Apartamento na RB156, não lembro se é o mesmo do encontro anterior. Cabine com tatame.
▪️A Mulher: Negra, baixinha, magrinha, seios pequenos, linda.
▪️Personalidade: Toda alegre e saltitante. Ela estava bem mais solta e atirada do que eu me lembrava.
▪️Massagem: Muito boa e relaxante.
▪️Beijo: Infinitamente melhores do que da primeira vez! Mais intensos, mais molhados, em maior quantidade, com mais vontade e entrega.
▪️Sexo: Tão bom quanto eu me lembrava.
▪️Parecer Técnico: Continua gostosa, melhorou em muitos aspectos. Deve-se manter acompanhamento de perto, para averiguar constantemente essa evolução.
