04 de Agosto de 2026 às 10:11
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


— Dan, você tem algemas?
— Oi!?!? Tenho, mas...
— Arlequina é uma bandida. Traz!
— Mas... Mas...
— TRAZ, CACETE!
— Sim, Senhora!!!

Chego no apartamento de Angel, só nós dois por ali, e ela já me empurra para o quarto grande. Toma das minhas mãos a minha necessaire e passa a fuxicar seu conteúdo, jogando meus brinquedinhos pra tudo quanto é lado. Ela acha a minha corda.

— Tira essa roupa e deita aí, seu safado!


Cacete... Onde eu fui me meter?

Eu me deito na cama, só de cuecas. Angel/Arlequina pula em cima de mim, põe minhas mãos para o alto da minha cabeça e amarra os meus pulsos.


Hoje você não vai fugir, Senhor Spock!

Já desesperado com isso, ela aumenta o nível amarrando também meus tornozelos!

— Ei! O que é isso? O que você...
— Shhhiii! Você é MEU!


Você é todo meu agora, Spock!

Angel/Arlequina abaixa minha cueca e cai de boca em meu cacete duro. "Cacete!" é justamente o que eu penso. Eu ali preso, sendo torturado por uma Anjinha – ou será uma Diabinha?


Minha cabeça sendo bagunçada

— Vem cá, senta aqui! Eu também quero sentir teu gosto!

Angel/Arlequina gira 180º e se encaixa num 69 FE-NO-ME-NAL! Tá aí uma posição que eu não fazia há séculos e que com certeza ainda não havia experimentado com minha Anjinha/Diabinha. Eu me delicio com sua ppkinha ao mesmo tempo em que ela segue engolindo meu pau, parando de vez em quando para soltar um "ai que gostoso!". Ela rebola sobre minha cara, em êxtase.


Mais que um 69: um 138, 207, 276, um 345!

Com a pressão e o tesão chegando a níveis absursos e intoleráveis, Angel/Arlequina sai de cima de mim, encapa o meu pau e volta a se sentar em cima de mim. Desta vez é sua ppk que abraça, envolve e engole meu cacete.



Amarrado, eu não tenho nem como ajudar, só me resta admirá-la, impassível. Mas, sem conseguir ajudar, Angel/Arlequina acaba cedendo. Ela me solta e me puxa para cima de si.

— Vem cá, Dan!
— Sim, Senhora!

Abro suas perninhas, alinho meu pau com sua ppkinha e vou adentrando seu corpinho, bem devagarinho. E rapidinho vou seguindo com cada vez mais velocidade e intensidade. Que gostosa!

Mas, desta vez, as coisas estão difíceis. Angel/Arlequina faz caras e boca, geme, se treme, mas nada do gozo chegar. Eu saio e volto a chupá-la. Ela agarra meu cabelo, levanta e joga seu quadril contra minha boca, minha língua trabalha incessantemente.

— Pega um dos seus brinquedinhos, Dan!

O que está jogado sobre a cama mais perto de mim é a minha rosinha. Eu a ligo, encosto no grelinho de Angel/Arlequina e lhe arranco gemidos profundos. Fico ao seu lado, segurando a rosinha, enquanto beijo sua boca, seu pescoço e seus seios.


Vamos brincar!

— Ai, tô quase, Dan!

Ela olha para baixo e vê meu pau ainda duro.

— Deita!

Eu me deito, ela junta minhas pernas, senta-se encaixadinha e começa a se esfregar, decidida! Ela é brasileira e não desiste nunca! Ela vai em busca do seu prazer! Ela persegue seu merecido orgasmo! Ela vai! Ela vem! Ela me encara, ela fecha os olhos, ela morde os lábios... e... e... ela goza!!!! Que orgasmo! Apertando meus ombros, caindo em cima de mim, rolando para o meu lado, arfando, exausta.

— Dan... Dan... Vem... Sua vez...
— Muito obrigado, Moça!

Eu rolo para cima dela, me encaixo e transo com um ímpeto animal. Não demoro muito para rolar de volta e cair ao seu lado, após o meu orgasmo. Dois corpos exauridos, extasiados, gozados. Olhamos um para o outro e sorrimos.

Partimos para a devida hidratação e merecido descanso após esta árdua batalha. Conversa vai, conversa vem, a visão do corpinho desnudo de Angel/Arlequina começa a me atiçar novamente.

— Me desculpe, minha Anjinha, quer dizer, Senhorita Arlequina, será que eu posso...?
— Claro que pode! Como você quer?
— A Senhorita é muito boa para mim! Eu não sei como...
— Me pega de quatro!


Pode vir, Senhor Spock!

Com um convite irresistível desses, eu me preparo e me ajoelho entre suas pernas. Meu caralho é autoguiado em direção à sua ppkinha, tal qual um míssil teleguiado persegue uma fonte de calor. E, tal qual um míssil, eu sigo minha rota – num vai e vem ritmado e gostoso – até atingir meu alvo e explodir num novo orgasmo, meu sêmen sendo liberado em ondas, cada uma uma nova sensação de prazer. Simplesmente fantástico! Como é bom gozar assim, transando de quatro... Preciso fazer isso mais vezes.

Angel/Arlequina se enrola numa toalha e sai do quarto. Eu fico ali, sentado, recuperando as forças. Me enrolo também numa toalha e vou para o banheiro, tomar uma ducha e me arrumar. Me deparo com Angel parada na porta do banheiro. Eu olho para a porta que dá para a sala de espera e lembro que estamos sozinhos.

— Vem cá, Angel! Arlequina! Sei lá, só vem! Eu ainda não terminei!

Abro a porta e a puxo para dentro da sala de espera, a colocando sentada no sofá.


Vem aqui que eu ainda não terminei!

Arranco sua tolha, sento no chão, abro suas pernas, dou um "boa noite" para sua ppkinha e a chupo mais um pouco. E mais um cadinho. Só mais um tempinho. Tá bom aqui! Que gostinho bom!

— Pega uma camisinha, Dan!

Me levanto, corro até as minhas coisas, coloco a camisinha andando – multitarefa! – volto e penetro minha Anjinha/Arlequina Safadinha. Nos abraçamos, nos beijamos, nos transamos e gozamos. Abraçado à minha Pequenina, ouço suas palavras sussurradas no meu ouvido:

— Acho que agora arranquei tudo daí!

Sim, não tenho mais nenhuma gota e me sobra força suficiente apenas para me arrastar e me arrumar sofridamente após um rápido e revigorante banho.

Dou um abraço, um beijo e um "até logo" para minha Safadinha, e saio mais uma vez feliz e pronto para outra.



Nada supera um clássico – neste caso, uma clássica e deliciosa foda com Anjinha, digo, com Arlequina