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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

Peço a compreensão e paciência aos confrades, mas este relato não tinha como resumir.
Quis o destino que meu 180º relato fosse com essa linda mulher de pele muito clara e cabelos de fogo.
Lembro ainda como se fosse hoje, no ano de 2023, ainda existia o Clube do Café com Bolo do qual era membro, com muito orgulho.

Em um certo dia, conversando com outros amigos e confrades participantes da mesma confraria, mais precisamente a lenda DIONÍZIO_RJ , mineirinho LP COME QUETO, e MRIO conhecido por ser um dos melhores desbravadores do Arena, fiquei sabendo sobre a linda ruiva que havia ingressado no Arena chamada Lana Lira.
Para mim já a imaginava como a minha BAT GIRL RUIVA rs..

Naquele mesmo dia pesquisei suas fotos e me apaixonei pelo que vi e procurei marcar um atendimento o quanto antes.
Para minha sorte, consegui marca com ela no Éden, local que praticamente foi minha segunda casa.
Segue foto meramente ilustrativa só para matar a saudade.

O enrosco do presente relato foi realizado no local da Lana e não no Éden.
Depois do primeiro encontro onde descobrimos que combinávamos muito bem no enrosco, outros encontros se seguiram, mas não na quantidade de deveriam pois, certamente, merecíamos mais enroscos durante todos esses anos que passaram voando. Mas já combinamos que iremos corrigir essa falha rs..
A MULHER LANA LIRA

Uma mulher linda, de cabelos ruivos, pele alva, seios maravilhosos, e um corpo delicioso e equilibrado, todo proporcional, com uma entrega maravilhosa.
AGENDAMENTO
Super tranquilo, as vezes demora um pouquinho para responder porque ela possui outra atividade de civil, e não atende todos os dias da semana. Mas responde, e sempre de forma muito educada. E comigo foi assim, como sempre.
O LOCAL DO EVENTO
LANA tem local no Palácio das Princesas, na Rua Laura Alvim. Sua sala é uma das melhores onde já estive, e olha que depois desses 180 relatos eu tive a oportunidade de conhecer muitas salas, de diferentes condições.
Ouso dizer que seu atual local, onde divide com outra menina, é muito melhor que muitos motéis pr onde já transitei.
Tudo organizado e limpo. Banheiro com água quente, sabonete líquido, toalhas ensacadas. Água gelada, ar-condicionado funcionando, tudo uma beleza.
A RECEPÇÃO

Chegando ao local sou recebido por ela com um beijo delicioso, um abraço de matar a saudade, e um sorriso que desmonta a gente. Entrego seu presente de aniversário, pois ganhou mais uma primavera na semana anterior.
Diria que, apesar de não vê-la há mais de um ano (última vez em 2025) ela me recebeu de braços abertos, com um carinho que sei que foi construído durantes os encontros que tivemos e, por esta razão, parecia que não nos víamos desde ontem.
Ela estava lindíssima, com um conjunto de loungerie (que vocês poderão admirar em uma das fotos acima deste relato) que me deixou completamente ligado.
Mostrou-me os aposentos. Enquanto conversávamos fui me despindo para, em seguida, tomar uma ducha rápida e retornar o quanto antes para começar a matar a saudade.
O INÍCIO DO RECOMEÇO

Retorno do banho e ela já está na cama me aguardando. Me aproximo, ficamos em pé ao lado da cama. Vejo seus lindos lábios e não resisto, a beijo com toada a suavidade do mundo, sendo retribuído por ela.
A sintonia parecia estar começando a ser recuperada.
Nessa dança inicial, toques, carinhos, cheiros, olhares, bocas e línguas se entrelaçando, quando então coloco-a de joelho na cama.
Continuámos nessa toada de beijos, carícias até que alcanço o fecho da parte de cima de sua loungerie.
Neste momento escuto ela me alertar:
“meu amor, esse fecho é complicado”
Porém, antes dela terminar a última sílaba do complicado, o fecho se abre. Ela fica surpresa, mas eu não, pois lá se foram mais de 180 fechos que precisei abrir, aí a gente acaba aprendendo como desvendá-los, de um jeito ou de outro, mas lógico que sempre aparece um novo para ser desvendado.
É sempre bom estar disposto a aprender. Só sei que nada sei, este vem sendo o meu lema.
Após retirar a parte de cima de sua loungerie, seus belos seios surgem, como dois presentes dos deuses.
Naquele instante não havia outra coisa a fazer que não acariciá-los e beijá-los com todo o carinho que eles merecem.
Ao mesmo tempo, Lana inicia com as mãos um toque delicioso em meu guerreiro. Seu toque é de veludo, delicioso, macio, mãos quentes e ao mesmo tempo de uma pegada na exata dose.
Peço então para que ela se deite na cama, e, neste momento, uma pintura de Monet se faz sobre os lençóis e travesseiros.
O contraste de sua alva pele como o lençol realça muito sua beleza.
Naquele momento só me restava aproveitar para admirar tamanha beleza. Ela com os belos seios à mostra, e ainda de calcinha.
Não houve receio ou dúvida, posicionei-me sobre ela, beijando-a intensamente, acariciando-a com minhas mãos, e em seguida iniciando uma degustação mais apurada de seus seios, provando com meus lábios e língua aquele par de desejos, sempre com muito carinho, enquanto ela gemia intensamente a cada toque.
Seu perfume aguçava todos os meus sentidos que estavam completamente voltados para ela. A percepção de seu corpo me conduzia a experimentar cada área conhecida e desconhecida de Lana.
Fui então sendo guiado por meus desejos mais íntimos, descendo por seu corpo, beijando todos os espaços existente entre seus belos seios e sua flor, e que flor.
Lana acusava estar sentido as minhas investidas, gemia, se acariciava, até que alcanço as mais belas pétalas ainda cobertas por sua linda calcinha preta. A retiro com seu auxílio.
Primeiro a fito com desejo, com meu corpo cheio de prazer. Minha boca já não dava conta de tanta água que produzia em razão de minha vontade incontrolável de provar e sorver o néctar que começava a ser produzido por aquela bela flor entre as belas coxas de Lana.

Assim, com calma e delicadeza, fui me aproximando e sentido o sabor de suas pétalas com meus lábios, e, em processo lento e gostoso, tocando-a com minha língua e podendo perceber toda o prazer que Lana estava sentindo ao gemer, se retesar e se acariciar enquanto recebia todo o meu empenho e desejo naquele momento.
Não demorou muito para que seu néctar jorrasse intensamente em minha boca, e seus espasmos surgissem gradativamente, até que, sem me afastar, ela goza intensamente uma primeira vez, expressando livremente o que aquele instante estava lhe proporcionando de felicidade, assim como para mim.
E não demoraria muito para outros espasmos de prazer surgirem, mesmo porque eu me detive longamente por ali, como se eu quisesse secar toda sua fonte, estava embriagado de tanto prazer que Lana nem imaginava estar me proporcionando ao deixar-me prová-la desse jeito.
Ali éramos um só corpo, mas dividindo prazeres comuns.
Me retiro daquela posição, deixou-a relaxar, me aproximo de sua boca e a beijo ainda com seu néctar entre meus lábios, para que ela prove de seu próprio gosto, o que faz sem exitar, demonstrando muito prazer.
Em seguida sou eu que passo a receber seus carinhos orais, quando ela se posiciona deliciosamente para sorver meu guerreiro, e o faz com perfeição, dedicação, carinho, vontade, enquanto seguro seus longos cabelos e admiro seu rosto.

Esta cena sempre me excita, é difícil esquecê-la mesmo de pois de satisfeito.
Percebendo que o calor de nossos corpos estava aumentando, e sem ter a certeza de que conseguiria evitar um estouro de espumante naquele momento, pois há muito a desejava, mas precisava me controlar para aproveitar ao máximo seu contato, peço para que venha sentar-se em meu guerreiro.
De camisinha já vestida, ela, lentamente, introduz na entrada de sua flor a cabeça de meu guerreiro, e vai acoplando até ficar totalmente encaixada comigo.

Iniciamos então um vai e vem em conjunto, buscando um acerto nessa deliciosa manobra.
Porém, passando pouco tempo, acho que pela emoção de estar reencontrando essa querida, há um misto de excitação e apreensão, quando então meu guerreiro sai daquele local que estava tão quentinho e acolhedor.
Mas Lana percebe, e me auxilia a voltar ao ritmo, me fazendo carinhos que me excitaram, até que estado novamente preparado, a peço para ficar de quatro na beira da cama.
Ela rapidamente se posiciona, e tenho a chance de vê-la assim, pqp, que coisa linda. Beijo-a antes de iniciar a entrada com ela de quatro.

Coloquei com jeito, lentamente, e vou adentrando em sua flor que já estava bem umedecida, até sentir que estava totalmente dentro dela, momento que senti um prazer indescritível de bom.
Começamos as estocadas em um ritmo tranquilo, ao mesmo tempo que admirava e acariciava todo o seu corpo, roubando alguns beijos em uma manobra contorcionista, mas que funcionou bem.
A velocidade aumenta, eu segurando em sua cintura, as vezes em seu pescoço e ombros, com ela gemendo intensamente, até que, passado um bom tempo com uma intensidade alta, ouço ela avisando e dizendo:
“assim”
“isso”
“vou gozar meu amor”
E mais que de repente sinto seus espasmos aumentarem, seu corpo retesar, e seu gozo fluir naturalmente, com sua flor apertando meu guerreiro, o que, logo depois, me fez alcançar um dos mais deliciosos orgasmos da vida, o orgasmo do reencontro,me fazendo reviver toda nossa história de prazer.
Exausto, a beijo, e desacoplo.
Ela me cede um lenço umedecido para me limpar, se limpa também, caindo comigo na cama.
Eu estava relaxado, sem forças e sem alma. Ficamos ali namorando, trocando carinhos mútuos, e reaquecendo nossas lembranças, descobrindo como é bom quando ficamos juntos.
A resenha estava ótima, mas, começamos a nos beijar delicadamente, eu sabia que precisaria de mais tempo para me recuperar, porém, e o tempo faltante era curto, minha vontade naquele momento era de prová-la novamente, e foi o que fiz, cai literalmente de boca sobre sua flor, começando novamente todo o procedimento de sua degustação, com ela gemendo, se acariciando, o que auxiliou para que em pouco tempo ela alcançasse novamente o prazer que estávamos procurando.
Senti suas pernas tremerem, sua flor produzir o mais delicioso néctar da vida, o qual sorvi com prazer novamente, bem como seu corpo exalar todos os sinais de que havia chegado ao cume do monte Evereste mais uma vez.
Digo que prazer maior não há do que ver uma mulher sorrir para você depois do ato.
Tudo estava ótimo, tudo foi ótimo, que entrega maravilhosa.
Aproveitamos e tiramos algumas fotos sendo que as autorizadas estão neste relato.
Tempo esgotado, me visto, entrego seu presente. Nos beijamos, nos abraçamos. Ela me leva até a porta, me deseja coisas boas e que eu retorno logo. Diante dessa intimação, terei que cumpri-la o quanto antes.
Lana, obrigado por ser sempre a mesma pessoa linda que você é, não importando o tempo que ficamos afastados, pelos mais diferentes motivos. Mesmo assim, você sempre me recebe de coração e espírito aberto. Beijos, muitos, e meu eterno agradecimento.
