24 de Julho de 2026 às 01:22
LIVIA
https://www.clinicaeuroriospa.com.br/livia/
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Regresso a este estabelecimento que, na minha humilde opinião, oferece espaço cuja ATMOSFERA "transpira" EROTISMO PURO.

Ressalta-se que o local oferece uma excelente relação custo-benefício (280,00h X 300,00; 430,00; 450,00 e até 500,00h), não só dentre análogos ambientes na Barra da Tijuca, mais também Recreio e Zona Sul.



Distintamente de estabelecimentos assemelhados, tanto as áreas comuns quanto os quartos parecem ter sido minuciosamente projetados e decorados no intuito de "catalizar" e "fazer circular" a ENERGIA SEXUAL "acumulada" no interior do espaço e "liberada" pelos consortes que ali se entregam aos "prazeres da carne".






Pouparei os nobres leitores de detalhamento minucioso sobre o privê em si e seu entorno, informações estas as quais podem ser recuperadas na narrativa anterior em que lá estive (https://www.gparena.net/tdfull.php?td=55171).

Abordando de forma direta a musa inspiradora deste texto, cabe ressaltar que, JAMAIS, EM QUALQUER OUTRO "DATE", VIVENCIEI UM ENCONTRO COM TRÊS HORAS DE DURAÇÃO!

Inacreditavelmente, os 180 minutos "voaram" de uma maneira extraordinariamente fugaz! A razão pela qual me "permiti" tal luxo? O TESÃO INESGOTÁVEL POR AQUELA LOURA VOLUPTUOSA!

Cheguei ao local sem qualquer agendamento prévio. Era um sábado, por volta das 19:00. Fui recebido pela Pérola. Inexiste gerente na Euro; a apresentação é coordenada, diretamente, por uma das beldades integrantes do elenco.

Àquela hora, só havia a própria e a Pietra. Enquanto esta já era por mim conhecida, aquela não. Soando o telefone, para indagar sobre quem seria a escolhida, declinei educadamente de ambas.

Todavia, enquanto aguardava no quarto, a portas fechadas, o retorno da Pérola para me encaminhar à saída, ouço o soar da campainha do privê; imaginei ser outro cliente chegando. Ledo engano… ao regressar, desta feita, a Pietra, informou-me que outra menina havia acabado de chegar e, se por acaso, gostaria de ser apresentado à mesma. Por óbvio, concordei com a sugestão.

Eis que surge, deslumbrante, "imersa" num vestido "de redinha", completamente justaposto a suas inacreditáveis curvas… o tecido da indumentária era feito de algum material fluorescente, o que produzia impacto surreal sob a meia-luz do quarto onde se desenrolara aquele primeiro contato.

O NOME DA DIVA?

LIVIA!







Sendo, no mínimo, "contido", na descrição do "frisson" que tal legítima femme-fatale operou em mim (o JUNIOR "despertou" de imediato!), trata-se de mulher dotada de corpo colossal... intimidava pela perfeição imoral que exibia!

Se aquela criatura, dotada de curvas absurdas,
"estalasse os dedos", seria capaz de conduzir milhares de Almas ao purgatório...

Mesmo sem se destacar em altura (estimados 1,67m), ostentava porte impressionante, dessas que NUNCA INGRESSAM AO AMBIENTE SEM SE FAZER NOTAR!

Sua silhueta apresenta relevos vertiginosos.... uma "geografia" demasiada extensa para um homem só percorrer sem "bússola"...






Não pude disfarçar a ereção vigorosa, visivelmente evidenciada pela “marcação” do membro sob o short de "tecido leve e transpirável" (havia ido para a Euro diretamente do meu treino).

Experiente, a mulher percebeu o "volume" e, marotamente, conduziu-me à alcova principal do privê me "segurando" pela "pica", como se fora "dominatrix" levando seu "brinquedinho humano" para o "abatedouro"... 🫠🫠🫠

A sós, quase que "voei" sobre ela como carnívoro voraz, privado de "carne" por tempo prolongado... PQP! A libido havia sido catapultada ao "limite vermelho" do "indicador" (aproveitando-me de metáfora mecanicista).







CONFRADES, QUE BEIJO É AQUELE!? Nosso "encaixe" fora "milimétrico”; a lascívia com que nos agarrávamos seria capaz de incendiar (🔥🔥🔥) um "iceberg" (❄️❄️❄️), na hipótese de tal fenômeno físico-químico poder ser reproduzido na Natureza...



Minhas roupas "sumiriam" num "piscar de olhos"... em fração de segundos, já sentia-lhe o grelo, absurdamente volumoso, deslizando por entre meus dedos... notei a protuberância deliciosa do clitóris todo exposto... avantajado de tal forma que, seu eu fosse cego, poderia ler em braille ali...

A lubrificação da cortesã era tão ou mais notável do que a dureza peniana... diante daquele "banquete" para "mil talheres", todo o meu "ID", racional e analítico, desvanecera-se; reduzido às porções mais primitivas do cérebro humano, só queria saboreá-la como um canibal do sexo... sentir seus "gostos", seus aromas... ouvir sua "música"'... (🫦🫦🫦)

Sem suportar mais a luxúria que me consumia, lancei-a sobre a peça principal do mobiliário da alcova, arreganhei-a, por inteiro, e mergulhei voraz naquela vulva encharcada... enfiei a língua, freneticamente, por todo os seus orificios, lambendo tudo pelo caminho, regressando ao grelo e vice-versa, numa sequencia tal que, irremediavelmente, CONDUZIU-A AO PRIMEIRO DE CINCO ORGASMOS AO LONGO DAQUELAS 03 HS DE EPOPÉIA LIBIDINOSA!




Com ela ainda deitada sobre o item mobiliário, alcancei o "plástico" e a penetrei sem pestanejar... sentir aquela buceta, umedecida e quente, produzira indescritível sensação... a rola "deslizou" para dentro como se o conceito "atrito" inexistisse no Universo.

Iniciamos num PPMM ensandecido, regado a um “sem fim” de beijos… aliás, denominar o contato de nossas bocas e línguas como “beijo" é mero eufemismo... parecíamos querer "engolir” um ao outro, tamanha a volúpia com que estávamos embevecidos...

Ainda nesta fase, dera-se um "D4". Naquela posição, a loura era verdadeiro "tobogã erótico"... um assombro... um colosso... suas nádegas são de enlouquecer qualquer incauto desavisado que se depare com aquela escultura.

Um derrière, portentoso como o da Livia, quando alcança aquela perfeição estérica e estética, ganha personalidade própria... escraviza nosso olhar... monopoliza nosso desejo. Glúteos "obcecantes" nos fazem querer gritar como um Michelangelo febril: "PARLA, CULO!"








Decidida a impor suas “vontades”, sugeriu inusitada posição... alcançou um pufe arredondado, disponível na alcova, pôs-me sentado sobre ele, ordenou que eu permanecesse com as costas apoiadas no sofá, lançando-se como leoa feroz a devorar-me a piroca dura com sua xana esfomeada...

Impossível definir qual a visão mais espetacular: a direta, onde podia apreciar seu rosto contorcido de desejo, ou a refletida, onde assistia, perplexo, à desenvoltura acrobática daquela musa loura subindo, descendo e rebolando como exímia COW-GIRL

O resultado? SEU ORGASMO DE NÚMERO DOIS!



Sem titubear, um segundo sequer, regressamos ao sofá maior para um “SEMI D4”: uma das pernas dela sobre o solo, e a outra, dobrada, com o joelho suspenso... agarrava, apertava, comprimia sua musculatura posterior completa, ao mesmo tempo em que impunha ritmo vigoroso às estocadas...

Evoluímos para um DE BRUÇOS, arranjo por mim bastante apreciado por poder auferir todo o "calor emanado" pela epiderme da consorte ao imobilizá-la, completamente, utilizando minha massa corpórea e os braços... vez ou outra girava seu pescoço em minha direção, "roubando-lhe” beijos voluptuosos.

Creio que, neste instante, o telefone, indicativo do término do período contratado, soara... a catarse erótica, ao qual estávamos mesmerizados, era tamanha, que decidimos, simplesmente, ignorar o "fim"... (logicamente, isto fora possível por se tratar de uma noite de sábado, já próximo ao fim do horário de atendimentos...).

Decididos a seguir naquela maratona sensual alucinante, evoluímos para um "DE LADINHO", posição esta que facultara à messalina incansável alcançar seu TERCEIRO FRENESI ORGÁSTICO!

Visando permitir-lhe certa 'trégua", aceitei sua sugestão, relaxando sob a demonstração de suas competências orais... rendendo-me, deitei-me, tranquilamente, mantendo-me passivo por um bom tempo, apenas a desfrutar técnicas avançadas na arte do felatio...

Decorrido certo lapso temporal, ordenei-a que migrássemos para o outro sofá, localizado ao fundo da sala, de forma a explorarmos, integralmente, a oferta plena de peças de mobiliário ali disponíveis.

Iniciamos com ela sobre mim, uma perna ao solo, a outra sobre o sofá... como gosta de "quicar" a meretriz… e que maestria detém... a fim de poupar-lhe energias, inverti, pondo-a “D4”, ambos os joelhos dela dobrados e eu estocando virilmente por trás, mantendo uma das pernas com base firme sobre o chão. O esforço logrou êxito: SEU CLÍMAX DE NÚMERO 04 FORA ASSIM FACULTADO...



Oh nobre leitor... pensa que acabamos?

NÁ NÁ NI NÁ NÃO...

Migramos ao sofá original e, vez mais, entreguei -me ao que me dá enorme tesão: CHUPAR PPKA!

Contudo, a fim de cumular estímulos, mesclei, às linguadas e chupadas, o contato do indicador sobre seu PONTO G; inicialmente, em evoluções suaves e circulares... à medida em que "lia" seus espasmos involuntários, num crescente, passei a penetrá-la com um, depois, dois dedos, isto sem interromper as sugadas no grelo, o qual, à esta altura, parecia ter aumentado em 1/3 de seu volume original.

COMO ERA DE SE ESPERAR, CONTRAÍRA-SE, POR INTEIRO, COMEÇANDO A EXPELIR FLUXO VAGINAL EM INTENSIDADE SIGNIFICATIVA, APROXIMANDO-SE DO QUE OS SEXOLÓGOS COSTUMAM DEFINIR COMO EJACULAÇÃO FEMININA.

Ao rememorar a beleza inapagável daquela cena e, permanecendo imóvel a fitar a "tela branca" do editor de texto, perscrutando o repertório mental em busca de qualquer enunciado capaz de sintetizá-la, recordei-me da seguinte máxima:

"O PRAZER É A SUBLIMAÇÃO HUMANA, NÃO DEVENDO SER AVILTADO, MAS SIM REVERENCIADO!"

Ainda que não atingira meu próprio frenesi orgástico, ao perceber o notório grau de exaurimento, alcançado pela fogosa libertina, decide abrir espaço a conversações amenas as quais acabaram por revelar lado "oculto" daquela experiente mulher.

Regado a um prosecco, servido de uma garrafa menor, para consumo individual, ofertada a mim como elegante cortesia, sua vasto cabedal de experiências permitira mantermos diálogo antenado sobre termas relevantes do convivio humano.

Nada de futilidades desprovidas de "conteúdo"; ao contrário, a propriedade com que desfiava suas considerações fizera-me acrescer a admiração intelectual àquele estonteante espécimen do segmento feminino.

Ao olhar a hora, já passáramos das 22:00 daquele sábado memorável... conquanto a vontade de permanecer a noite inteira a seu lado, a VIDA nos impõe, sempre, limites ao que nos “embriaga” de prazer...

Sendo assim, ducha final, despedida afetuosa por parte da musa loura e retorno ao trânsito movimentado da Avenida das Américas, via pública ícone da nossa "Miami Carioca".



THAT'S ALL FOLKS!