22 de Julho de 2026 às 10:53
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Meu avô jogava no bicho duas vezes por dia: antes das 14h e perto das 18h. Quando ele ficava com preguiça de ir à rua conferir o resultado, dava a ordem: vai lá perto da banca de jornais, se o anotador não estiver, pega o papel que fica dentro do copinho de mate e traz pra mim. Eu ficava contrariado quando tinha que parar de brincar pra fazer isso. Se estivesse estudando, não ligava muito. Atenção no horário que tá escrito e traz o papel certo, ele repetia antes de me ver sair pela porta, só porque teve aquela vez em que eu peguei a anotação errada e ele ficou sem saber que não tinha acertado nada.

Ele me ensinou como jogar na dezena, na centena e no milhar. Ensinou a cercar também. Ficava olhando as placas dos carros que passavam e acreditava nas mensagens dos sonhos. Recebia o sinal sei lá de onde e apostava. Às vezes os mensageiros mentiam, ou ele os interpretava incorretamente. Quando ganhava uma grana, me dava uns trocados. Nunca soube a proporção entre erros e acertos para ver se valia a pena, mas sempre intuí que fosse uma questão matemática.

Nunca recebi qualquer recado em forma de números. Ou não soube interpretar meus sonhos. Talvez por isso jamais tenha feito apostas de forma regular, com exceção de algum bolão em época de copa do mundo ou em alguma zoeira com meu time. Hoje o jogo bicho como meu avô conhecia ainda existe, mas sua atuação é bem mais tímida. Como quase tudo, evoluiu e se expandiu para outros modelos. Surgiram as Bets. Muitos amigos já apostaram, mas eu mesmo nunca entrei para ver como é. Sequer tenho cadastro em quaisquer delas. Também não costumo jogar na megasena ou em loterias. Nem Casinos, por maior proximidade que tenham com o mundo da putaria (onde tem grana, a carne fala alto).

Este encontro, contudo, foi fruto de uma aposta. Brinquei com a Angel por mensagem, minha luso-brasileira preferida, perguntando sobre a seleção de Portugal na copa. Papo vai, papo vem, lancei a sorte: a gente podia fazer uma aposta heim. Vamos, ela respondeu. Arrisquei os termos, ainda em tom de brincadeira: se eu acertar o placar, eu te pego, se você acertar, me pega. Sagaz, ela devolveu: se você acertar, vem aqui namorar e não paga; se eu acertar, você paga o dobro e ainda faz um baita relato. Fechado, respondi e depois fiquei pensando se meu avô teria orgulho do meu lance com a sorte.

Perdi a aposta, mas ganhei também. Angel chegou a duvidar se eu cumpriria minha palavra. Mas ê claro que sim, reafirmei por mensagem. Esta aposta é um ganha-ganha pra mim. Como assim?, ela quis saber. Muito claro: se eu ganho, te como com gentileza e ternura; se eu perco, te como também, mas com outro espírito: revanche, vingança ou compensação. Ela riu e devolveu a brincadeira: se eu perdesse também não ficaria nada chateada de ter que te atender.

A Angel estava toda de branco quando me recebeu. Eu lembrava dela linda nas minhas memórias, mas o que vi superou qualquer registro. Ainda estava lá o mesmo sorriso encantador, os olhos faiscantes e o rosto delicado. Os seios me chamaram mais a atenção desta vez. Apertados no decote, gritavam por liberdade, a pele branquinha, pecado puro.

Não fizemos nada que fosse exótico. Beijos quentes, toques provocantes e toda a chupação que uma boca sacanagem precisa ter. Não fizemos nada fora do comum, mas a experiência do básico veio com o sabor do extraordinário. Já repeti aqui que acho a Angel linda, mas o espetáculo visual toma outro rumo quando você está entre suas pernas, com a boceta nos lábios e olha pra cima para admirar a expressão de prazer que ela faz. Apertava o bico de um dos seios, mordia os lábios de tesão e guiava minha mão para o prazer do momento. Ela gozou segurando meu cabelos e depois me confessou que eu era um problema, mas que estava precisando namorar gostoso assim. Trouxa, bobo, ingênuo, comentários como estes me pegam.

Quando a Angel veio por cima de mim, eu fiquei quieto, apertando seu corpo enquanto apreciava o espetáculo do melhor lugar que a casa poderia me oferecer. Quando cansou, me convidou para comê-la de quatro, onde desfrutei da visão de sua bunda, costas e cabelos em movimento por conta das minhas estocadas. Gozei no papai-mamãe olhando no profundo daqueles olhos claros enquanto sentia meu pau pulsar na prisão de plástico.

Durante a conversa, falamos sobre a copa, sobre a performance patética da seleção amarelinha e da pouca efetividade de Portugal diante da promessa de seus talentos individuais. Precisamos apostar mais assim, comentei entre seu braços. Sempre que quiser, ela concordou. Nos despedimos depois de banho, água e mais beijos. Conversamos por menagem posteriormente sobre a decepção de Portugal. Promete muito, entrega quase nada. Diferente de quando estamos juntos. Surgiu então a notícia do JJ no comando da seleção portuguesa. JJ vem aí, agora Portugal tem chance. Bora apostar?