BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Isso sim é um golpe baixo! Não se faz uma coisa dessas...
Isso foi um golpe baixo! Abaixo da linha da cintura! Direto no meu cacete, que ficou gritando comigo: “Porra! Agora tu tem que ir! Tu tem que ir! Já foi? Já foi? Já marcou com ela? Marca logo! Marca! Marca! Vamos! Vamos!” Nunca vi alguém tão desesperado! Fui obrigado a atender os seus desejos, mandei mensagem para a moça e já agendei para o dia seguinte.
Quando chego em seu novo cafofo, ela está lá, atrás da porta, de calcinha e sutiã pretos, linda, aquele rostinho com aquele sorrisinho encantador. Entrego a ela um presentinho – uma caneca igual a uma minha que ela dissera ter gostado – e uma plantinha para decorar seu apartamento, um bambu da sorte.
DISCLAIMER: Eu vou controlar a 5ª Série que habita em mim e não farei nenhuma piada envolvendo bambus e nem tentarei encaixá-lo neste relato. Eu consigo, você também consegue, controle-se! Só um comentário: incrivelmente, Trinity não conhecia a clássica história do Silvio Santos, da diferença entre o poste, a mulher grávida e o bambu. O que? Você também não conhece? É que o poste dá luz em cima e a mulher dá luz embaixo.
Presentinhos para arrancar um sorriso e embelezar a casinha – tão linda quanto sua dona
Quando volto do banho, Anna já tira a toalha que está em volta da minha cintura, toma minha mão e me leva para o mezanino, sua bunda me guiando ao mesmo tempo em que me hipnotiza. Na cama, ela tira minha cueca e me chupa bem gostoso à medida que vai tirando sua própria roupa. E enquanto eu fico gemendo conforme sua língua envolve meu cacete e ela dá pequenos engasgos, vou passeando com minhas mãos pelo seu corpo, suas costas, sua bundinha, sua ppk.
E por falar em ppk, ela se deita na cama, encostada na parede, e me chama para chupá-la. Desta vez foi diferente, com ela me guiando, me mostrando como fazer. “Vai mais devagar”, “Continua assim”, “Não para”, “Só na pontinha”, “Agora chupa”, “Passa a língua”. Como bom aluno, eu sigo as instruções da minha professora. E cumpro a tarefa com louvor, arrancando da professorinha safadinha um lindo orgasmo. Ah! E como não lembrar agora, enquanto escrevo, da voz doce de Trinity? Eu acho que ela é uma das meninas mais zen, mais tranquila que eu conheço. E ela me encarando e falando com aquele jeitinho meigo... ai, ai... Segura, coração! Controle-se!
Anna abre a gaveta ao lado da cama, pega uma camisinha e a coloca em mim com sua boca – ô mulher habilidosa! Ela se senta sobre mim, ajustadinha na minha pica, primeiro de frente para mim, depois de costas. Gememos juntos, no compasso de suas subidas e descidas, sua doce voz falando doces safadezas. Ela me pergunta se eu quero ir por cima – claro que quero! Eu a como no ppm, com sua ppk apertando meu pau. Finalizo gozando em sua boquinha gulosa. Ela desce para fazer sua higiene e depois me busca, para tomarmos juntos um cafezinho.
Sentadinhos no sofá, conversando, ela nuazinha ao meu lado (ver foto anexa), linda, deliciosa e gostosa. Não aguento mais vê-la, me ajoelho no chão diante dela, delicadamente abro suas pernas e caio de boca em sua ppkinha. Ela vai me instruindo novamente, ela empurra minha cabeça, acaricia os próprios seios, uma cena linda de se ver, ainda mais quando ela goza sem parar, eu a chupando mais e mais – ela não se afasta nem me afasta, fica ali curtindo as ondas de prazer. Quando eu finalmente paro, seu corpo tremelica todo.
Tempo terminando – ahhhhh!!!!!! –, faço os acertos finais, tomo um rápido banho, ganho mais um beijo delicioso e vou embora. Mais alegre do que quando cheguei, mais feliz do que quando entrei e com mais tesão do que quando vi sua foto. Com um imenso gosto de “quero muito mais” na boca.
Tem como resistir a isso? O que você faria? Eu me afundei e me deleitei em sua ppkinha
