BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Depois do meu último e excelente encontro com a Duda, falei com ela por várias semanas até conseguir marcar com ela novamente. Ela entrou num hiato de meses e desapareceu, até algumas semanas atrás, quando finalmente conseguimos marcar (não sem vários percalços que não cabem neste relato). Agendamos para o fim do dia na minha residência. Ela avisa que tem um motorista que a leva pra lugares mais distantes e acertamos o valor. Tinha aumentado desde a última vez que nos encontramos, então perguntei se podia rolar um anal pra compensar, que ela concordou.
Ela finalmente chega na minha casa e a recebo na porta. Estava de saia e blusa, até razoavelmente discreta (porém sexy), não fosse o fato de já ter vindo terminando um chope de vinho. Me ofereci pra comprar mais pra ela, já que ela não bebe cerveja, e ficamos trocando uma ideia. Enquanto esperávamos ela foi se trocar. Colocou uma lingerie que pedi e ficou absurdamente gostosa nela. Mão boba ali, beijos aqui, até que a bebida chegasse. Depois disso ela comentou que estava sem cigarro e perguntou se podíamos ir na rua comprar. Ela ia sair só com a saia e a parte de cima da lingerie que colocou, mas eu achei que ficaria muito indecente, mesmo pra hora, então instei que ela colocasse meu casaco por cima.
Fomos e voltamos. Como o tempo estava passando, a encaminhei pro quarto e pra cama. A deito e vou chupá-la, mas noto que o espaço já estava ocupado por algodão ou um absorvente interno. Estava naqueles dias, possivelmente terminando a menstruação. Ela não faz referência ao fato, mas afasta meu rosto dali, provavelmente por este motivo. Concluí também que não poderia dedá-la, algo que tinha feito aos montes no último atendimento. Ali ela avisa que ia preparar o cuzinho. Pensando agora, a insistência dela pra fazer anal pode ter sido por conta da menstruação – até faria um atendimento só de cu, mas não trocando o tempo por ele.
Boto o pau pra fora pra que ela, então, meu chupe. Ela se aprochega, pega na minha rola, chega o rosto bem pertinho e pausa, como quem se lembra de algo. Olha pra mim e diz que só engole leite com exames recentes. Por muita sorte eu tinha feito exames de IST há papo de dois meses, então fiquei procurando por eles nos dez minutos seguintes, até conseguir apresentar pra ela e ter minha rola chupada. Soube que agora ela parou com a exigência (que não é errada, mas deve ser comunicada com antecedência pro camarada poder providenciar o que é necessário), mas na hora foi uma baita quebra de ritmo.
Estávamos na sala, debruçados sobre uma papelada, algo que eu não queria estar fazendo no meu tempo livre. Ela ouve uns áudios do seu motorista: o “Rubens” reclamando que já estava na hora combinada de ir embora. Aparentemente o cara tinha tido a ideia de rola de uber por Niterói, mas ficou inseguro por não conhecer a cidade e ficou parado todo aquele tempo estacionado. Falei pra que ela o mandasse esperar, porque até onde me consta não tínhamos transado. Ela engambela o camarada e partimos pra foda.
Voltamos pra cama, ela me chupa deitada de ladinho e o faz super bem, engolindo e babando a pica toda. Envernizado, encapo o menino e como a safada no papai e mamãe, enquanto a beijo vorazmente. Depois ela vem por cima, primeiro de frente pra mim e em seguida na posição de vaqueira reversa, com aquele rabão apontado pra minha pessoa. Depois de um tempo de sentada impiedosa, e como ela é extremamente provocadora, não me contive. Basicamente apliquei um golpe de jiu-jitsu: a ergui pela cintura por baixo e a empurrei pra frente. Ela se apoiou de bruços sobre a cama com a bunda erguida na minha direção. Me agachei com os joelhos flexionados e a penetrei com força enquanto empurrava sua cabeça no edredom. Soquei sem pena na morena até leitar. A vagabunda, que é uma safada, continuou socando a bunda na minha direção mesmo depois que todo o leite já jazia na camisinha, me deixando seco. Visão maravilhosa da baixinha com a cara enterrada na cama e o cu pro alto rebolando no meu pau, quase gozei de novo.
Depois disso nos despedimos e ela parte com seu motorista, levando uns mimos (acabei comprando um monte de chope pra ela). A foda com a Duda é espetacular, ela tem fome de transa e é uma cachorra que adora ser fodida com vontade. Ela sente prazer real com o tesão do momento. Meus pontos de atenção nesse atendimento ficam pra questão da má comunicação (trocar hora por cu, oral sem exames), a má gestão de horário dela com o motorista (eu realmente acho que ela esqueceu que ele existia e não se preocupou com o horário) e a parada da suposta menstruação – essa última pra mim não é um problema, mas como o resto poderia ter sido comunicado de antemão. A Duda reúne um relativamente raro coquetel de beleza, gostosura e safadeza nesse ramo, mas precisa melhorar nesses pontos pra ser um tiro certo.
