25 de Junho de 2026 às 17:31
PANTERA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Bom dia, boa tarde, boa noite a todos!

Criei o hábito de logar por aqui com a firme intenção de assinar um relatório completo, mas a letargia sempre vencia o entusiasmo. Até que o destino, ou melhor, uma certa criatura, arrancou-me da inércia. Só ela seria capaz de tal façanha.

Panterinha é história antiga, daquelas que a memória guarda em fita de cetim. Fazia uma eternidade que nossos caminhos não se cruzavam. E hoje, ao recolher os pedaços do pós-batalha, recordei perfeitamente o motivo do meu exílio voluntário: a moça é um entorpecente de tarja preta. Vicia no primeiro trago.

O encontro deu-se nessa tarde cinzenta, gélida e sob uma chuva persistente, daquelas que convidam ao recolhimento. Ela, vacinada contra minhas habituais hesitações de última hora, duvidou do meu comparecimento até o instante em que ouviu o toque da campainha.

Mas eu fui. E, assim que a porta se abriu, a liturgia da saudade não permitiu preâmbulos. Consumamos o reencontro ali mesmo, no vestíbulo, numa urgência que só foi interrompida pelos segundos necessários para uma ducha rápida, a higiênica formalidade antes de iniciarmos, de fato, a nossa "consultoria" particular.

Ao deixar o banheiro, a visão que o quarto me oferecia era digna de um clássico da literatura mundana: ela, de bruços na cama, oferecendo ao gênio da lâmpada aquela retaguarda monumental, uma escultura esculpida para o pecado. Não houve tempo para estratégias. Iniciei os trabalhos por ali mesmo, batizando aquele monumento com um beijo devoto, para logo em seguida escalar suas costas até alcançar-lhe a boca.

O que se seguiu foi um amasso de alta voltagem. Sem perder o compasso, ela emendou aquele sexo oral que dispensa apresentações, uma especialidade da casa. A essa altura, o relógio jogava contra a minha paciência; a abstinência prolongada exigia a posse total da fortaleza.
Iniciamos no mais clássico e cristão papai-e-mamãe, o ritmo ditado pelo reencontro. Logo, a pedido dela, mudamos a rota para uma abordagem de ladinho, precisa e anatômica, antes que eu capitulasse de volta à posição inicial, coroando o grand finale com os lábios colados àquela boca soberba.

Agora, restou-me o rescaldo. Escrevo estas linhas tentando reorganizar os sentidos e a espinha dorsal, policiando-me severamente para não sucumbir, de mala e cuia, a esse vício perigoso que atende pelo codinome de Pantera.

Um fraterno abraço a todos, até a próxima!