BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O dia todo somos agraciados com as fotos da Ayumi. Já era bem tarde e eu estava no site olhando, e creio que a última foto que vi antes de adormecer foi a da Ayumi — aquele olhar fixo,a boca com um sorriso discreto, a luz pegando na curva do pescoço e descendo pelo colo. Acho que isso influenciou para eu ter um sonho bem quente. Não lembro de todos os detalhes, mas lembro da sensação: pele quente, respiração curta, dedos deslizando devagar. Acordei todo torto no sofá, com o pescoço doendo e o corpo pesado, e fui concluir o sono na cama. Mas quando acordei de novo, o tesão continuava — vivo, latejante, teimoso. E Ayumi não saía da cabeça.
Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi. Ayumi.
Onze vezes, como se repetir o nome pudesse materializar ela ali. Aí, quando acordei de vez — desses despertares que vêm com o corpo já sabendo o que quer — resolvi que não dava mais pra adiar. Peguei o celular, respirei fundo, e marquei logo o encontro.
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II - Cheguei bastante animado, e parece que está tudo melhor — a cada dia ela está mais linda, mais simpática, e nosso entrosamento cada vez melhor, daquele jeito que as coisas fluem sem esforço. O sorriso dela quando abriu a porta já valeu a viagem inteira. Troquei uns beijos, senti o perfume dela, aquele cheiro que ficou gravado no sonho. Logo fui tomar um banho lá pra ficar perfeito pra ela — queria estar impecável, a pele fresca, o corpo pronto pra tudo o que ia acontecer. Enquanto a água corria, eu já ia imaginando o que viria depois, o corpo dela sob as minhas mãos, os dedos deslizando, a respiração mudando de ritmo.
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III - Ela começou me beijando intensamente, e eu senti cada curva, cada movimento daquela boca — aquele piercing que ela tem na língua, que mexe comigo num nível que eu nem tento entender. Cada roçada do metal contra minha língua mandava uma onda que descia rasgando pelo corpo, e o tesão subia tão desgraçado, tão selvagem, que se eu não fosse experiente — se não tivesse aprendido a dominar o próprio corpo — eu teria gozado ali mesmo, naquela troca de saliva, sem nem precisar de mais nada. Mas eu queria mais. Queria ouvir o gemido que ainda não tinha saído, queria sentir a pele que ainda estava coberta. Então segurei firme na mandíbula e na vontade, e deixei o beijo continuar.
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IV - Depois ela desceu, e eu senti aquele calor tomando conta de mim — devagar no começo, como quem provoca, como quem sabe exatamente o que está fazendo. E quando ela me chupou, foi com uma intensidade que tirou o ar dos meus pulmões. Eu gemia sem vergonha, cada gemido que o corpo pedia escapava sem pedir licença, me contorcia no lençol igual quem tenta fugir mas não quer ir a lugar nenhum. Cada movimento da língua dela, cada roçada daquele piercing, me levava mais fundo num abismo que só tinha nome de Ayumi. E ela, sadicamente, sorria. Sorria com aquela malícia de quem sabe que tem o controle, que cada gemido meu era uma conquista, que cada contração do meu corpo era uma vitória dela. Aquele olhar de quem se deliciava comigo me quebrava mais do que o que ela tava fazendo — porque era a certeza de que eu tava ali, entregue, rendido, e ela adorava cada segundo disso.
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V - Depois eu a comi de frente, bem de frente, olhando fundo nos olhos dela enquanto eu ia fundo, sem pressa mas com força. Eu a beijava bastante, cada beijo junto com cada estocada, e ao mesmo tempo curtia os seios dela — a boca neles, os dedos apertando, sentindo a pele macia e o corpo dela se abrindo pra mim. Ela gemia baixinho, mordia o lábio, e aquilo só me deixava mais doido. Até que ela pediu — com aquela voz que não se nega — pra ser comida de quatro. Aí eu a virei, coloquei de joelhos, e quando entrei de novo foi mais fundo, mais bruto, mais intenso. O som do corpo batendo, os gemidos dela abafados no travesseiro, eu segurando firme na cintura dela, sentindo cada contração, cada aperto. E quando o tesão chegou no limite, eu gozei, forte, inteiro, sem segurar nada, perdendo o fôlego junto com ela.
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VI - Depois conversamos enquanto eu descansava um pouco, trocando palavras, risadas, aquele papo gostoso que vem depois do prazer. Ficamos bem agarradinhos por alguns minutos, pele colada na pele, ela aninhada no meu peito, a mão dela deslizando pelas minhas costas. Até que ela começou a me beijar de novo — primeiro devagar, depois com mais fome — e o tesão voltou, subindo rápido, daquele jeito que só ela consegue despertar. Logo quando percebi, ela já estava por cima, sentando em mim com uma segurança que me desmontava, me beijando enquanto rebolava, os seios balançando na minha frente, a boca dela grudada na minha. Como ela é deliciosa — cada movimento, cada olhar, cada gozada que ela tirava de mim sem piedade.
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VII - Como tínhamos pouco tempo, o relógio correndo contra a gente, eu pedi pra comê-la de frente mais uma vez — dessa vez com uma intensidade maior, como se cada segundo valesse por uma hora. Olhei nos olhos dela, segurei seu rosto com uma mão, e entrei fundo, firme, como quem quer deixar marcado cada pedaço daquele momento. Ela me olhava de volta, a boca entreaberta, os dedos cravados nos meus braços, e eu ia cada vez mais forte, mais rápido, sentindo o corpo dela tremer, os gemidos se misturarem com a respiração ofegante. O suor escorrendo, o cheiro dela, o som molhado do encontro — tudo acelerado, tudo intenso, como se o mundo fosse acabar ali. E quando o aperto dela ficou apertado demais, quando o tesão já não cabia mais na pele, eu gozei de novo, forte, fundo, perdido nela, esvaziando tudo o que tinha até sobrar só o cansaço gostoso depois da tempestade.
* Perdemos a noção do tempo e não deu pra fazer fotos picantes.