BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Dois fatores resultaram nesta foda: acordei com um tesao de cavalo e a Cindy anunciou uma promoção no Arena. Quando o tesão é de bicho, não adianta namorico. Precisava de putaria, falar e ouvir sacanagem. Uma cavala era a melhor opção e, pelos anúncios, a Cindy parecia uma ótima escolha.
Mandei mensagem e ela foi objetiva ao explicar como funcionava: R$ 200 por 40 min. Anal era a única restrição. Muito organizada, me explicou que higiene era imprescindível: banho e listerine obrigatórios. Achei franco e certeiro.
A Cindy tem um espaço muito bom, bem amplo e organizado. Minha memória pode me trair, mas acho que tem maca para massagem e um cama grande. Ela foi bem simpática ao me receber e bastante protocolar. Já me esperava com uma toalha e me orientou sobre o banheiro. Ela estava de lingerie branca transparente e um robe bem fininho que deixava ver o quanto é gostosa e dedicada com os treinos. Os seios enormes e siliconados desenhavam um convite em seu decote. Quis logo abocanhá-los, mas precisa ir ao banho antes. Perguntei se ela realmente era personal ou se fazia parte do personagem. Ela confirmou a primeira hipótese e eu comentei que ela estava muito bem. Enquanto ia ao banheiro, fiquei me perguntando quais cavalas da minha academia também aceitariam um agrado por alguns minutos de sacanagem.
A Cindy é exatamente o que está no anúncio: baixinha, sarada, coxas muito grossas, bunda e seios gigantes. Tudo durinho de academia. Quando voltei do banho, ela estava na cama me esperando. Levantou ao me ver e trocamos os primeiros beijos. Sem muita cerimônia, talvez devido ao tempo contratado, ela desceu rapidamente para um boquete. A técnica dela me agradou bastante, sempre tenho mais tesão quando as meninas usam as mãos e a boca ao mesmo tempo. O pau endureceu rápido, deu logo vontade de partir pro vuco, mas o corpo torneado da Cindy pedia, ao menos, uma exploração mínima de mãos e língua. Ela reagiu bem aos carinhos nos seios e se entregou quando passei a chupá-la. Na empolgação, penetrei de leve com um dos dedos e ela imediatamente me advertiu: dedinho não, amor, é que a unha pode machucar e a gente só sente depois. Entendi a preocupação e prossegui apenas com a língua. Curtindo a brincadeira, ela me incentiva a prosseguir com os devidos impropérios: chupa essa buceta, isso, lambe esse meu grelão que vou gozar na tua boca, filho da puta. Mantive a pressão enquanto ela rebolava o quadril e puxava meus cabelos. Não demorou muito e gozou. Os xingamentos seguiram firmes enquanto curtia o orgasmo, que foi sonoro e intenso, na medida da putaria que eu estava procurando. Minha mãe, coitada, talvez nunca tenho sido ofendida tantas vezes em sequência.
Depois de recomposta, ela me pediu para deitar e veio dar mais um grau na rola antes de iniciarmos a metelança. Boquete nervoso, pau em riste, camisinha no brinquedo. Ela veio por cima com uma sentada que me deixou maluco. Pressão absurda, justificando com rigor todo investimento na academia. Enquanto quicava na rola, me xingava pedindo pra foder sua boceta. Trocamos para um papai-mamãe depois de um tempo. Novos impropérios trocados, apertões na minha bunda e o pau socando pilão a toda velocidade. Finalizei com ela de quatro depois de cansar do ppmm. Aquele rabão impecável pro alto era um convite à socação frenética que antecedeu o gozo. Mete forte nessa boceta, ela ordenava, me enche de leite, filho da puta! Gozei gritando enquanto desferia uns tapas naquela bunda branquinha. Os estalos e a marca das mãos ainda estão na minha imaginação. Mamãe tinha sido ofendida, mas estava vingada.
