BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
No nosso último encontro, enquanto conversávamos, o assunto sobre os relatos surgiu de repente. Ela notou que eu havia registrado muitas histórias com outras garotas, mas fazia tempo que não via os nossos próprios momentos eternizados na tela. Meio que sem querer, acabei confessando que sentia um certo ciúme em expor os nossos relatos. Ao ouvir isso, ela arregalou os olhos e disparou imediatamente: "- Não, não faça isso não, escreva tudo, por favor!". Diante do seu pedido fervoroso, sorri e garanti que colocaria todos os nossos relatos em dia, com calma, haja vista que os nossos encontros são praticamente semanais.
II. Separando tudo por ordem cronológica, na época ela ainda estava atendendo na AA. Como de costume, sempre chego um pouco mais cedo. Adoro observar a movimentação naquele lugar; fico ali zanzando, tomando um café enquanto o tempo passa e espero por ela. Gosto do exato instante em que ela surge no horizonte, caminhando em minha direção, geralmente vestida de preto e com óculos escuros.
Sob o céu que molda o horizonte,
surge a silhueta que o mundo traduz;
a doçura oculta na moldura escura,
vestida de noite, soberana da luz.
III. Ela finalmente chega, quebrando a minha espera. Não me importo com quem está em volta ou com o movimento do lugar; a tomo em meus braços e a beijo ali mesmo, na rua, entregando-me ao compasso desse reencontro. Após esse primeiro contato, sem perder tempo, já subimos juntinhos, prontos para o que nos aguarda.
IV. Ao chegarmos no quarto, ela se jogou na cama de bruços e pediu uma massagem — disse que a semana tinha sido pesada. Comecei pelos ombros, depois desci pela coluna, sentindo cada tensão se dissolver sob meus dedos. Enquanto isso, a conversa fluía gostosa: ela contava coisas particulares, ria de alguma situação, eu comentava, a gente se divertia junto. Mas as minhas mãos, aos poucos, foram perdendo a função terapêutica e ganhando um propósito mais safado. Deslizavam mais devagar, mais perto das laterais do corpo, mais intensas. Ela percebeu — e o silêncio que veio em seguida era mais quente que qualquer palavra.
Interrompi a massagem de repente. Virei-a devagar, trazendo-a de bruços para de frente, e a beijei com uma fome que tava guardada desde o primeiro olhar na rua. Nossas línguas se encontraram sem cerimônia, num vai-e-vem que já anunciava o que viria. Ela correspondeu com a mesma intensidade, as mãos agarradas em mim, me puxando como quem pede mais.
Foi então que ela deslizou o corpo para baixo, abriu minha calça com uma habilidade que me deixou tonto e, sem aviso, me chupou com vontade. Olhava pra mim de baixo pra cima enquanto fazia, e aquela mistura de devoção e safadeza era quase tão boa quanto o que sua boca fazia. Sem pressa, mas sem piedade. Eu apenas a observava, os olhos meio fechados, entregue àquele prazer que só ela sabe extrair de mim.
V. Então ela veio por cima. Montou em mim com uma desenvoltura que me tira o fôlego até agora, encaixando meu corpo no dela num movimento preciso e cheio de vontade. Começou a cavalgar devagar, mas logo acelerou o ritmo — e eu ali, embaixo dela, entregue àquele vai-e-vem que ela conduz com maestria. Minhas mãos subiram pelo seu corpo, encontraram seus seios, e eu os chupei com gosto. Alternava entre um e outro, sentindo a pele macia sob meus lábios, ouvindo sua respiração mudar a cada lambida, a cada sugada. Ela gemia baixinho enquanto se movia, e o som se misturava ao movimento dos nossos corpos, criando uma sinfonia que era só nossa. Eu a segurava pela cintura, guiando-a às vezes, deixando-a livre outras — porque quando ela está por cima, o melhor que posso fazer é confiar e aproveitar o espetáculo.
VI. Depois, pedi que ela ficasse de quatro. E quando ela se posicionou assim, diante de mim, eu precisei de um segundo só para admirar. A curva da sua lombar, a maneira como os quadris se abriam num convite perfeito, a pele lisa que brilhava levemente sob a luz do quarto. De onde eu estava, a visão era de tirar o fôlego — cada pedaço do corpo dela parecia esculpido para aquele momento. Entrei devagar, sentindo cada movimento ser acolhido por ela, e o prazer veio em ondas que começaram na ponta dos dedos e se espalharam pelo corpo inteiro. A cada investida, eu via as curvas dela se moverem em sincronia comigo, os ombros se contraindo, a cabeça inclinada pra frente, os gemidos que escapavam abafados pelo travesseiro. Segurei seus quadris e mergulhei fundo, sentindo o calor dela me envolver completamente. Era gostoso demais — o corpo dela, a visão, o som, o cheiro. Tudo ali, naquele instante, era perfeito. E eu me perdi naquele prazer, naquela imagem que se gravou na minha memória como uma das mais bonitas que já vi.
VII. Depois, a comi de frente. Encaixei nela devagar, sentindo o calor daquele olhar que me desmonta inteiro. E enquanto me movia, nossas bocas se encontravam sem parar — selando cada investida, celebrando cada pausa. Língua contra língua, respiração ofegante que escapava pelos cantos da boca e eu roubava de volta num mergulho mais profundo. Nossos corpos se falavam num dialeto que só a gente conhece: o aperto das mãos, o arfar dos peitos colados, o olhar que se mantém firme mesmo quando o prazer quer fechar os olhos. Eu via nela cada reação, cada contração, cada suspiro que escapava entre um encontro e outro de lábios. E aquilo me alimentava mais do que qualquer movimento.
VIII. Então veio o momento final — aquele que eu sempre peço, e ela sempre entrega com um sorriso que mistura entrega e cumplicidade. Pedi pra comer o bumbum do meu amor. Ela se entregou sem hesitar. Levantei suas pernas devagar, com a atenção de quem prepara cada detalhe, e posicionei a almofada por baixo, ajustando o ângulo como quem prepara o palco para a última cena de um espetáculo que a gente ensaia há tempos.
A luz da tarde entrava pela janela, dourada e morna, banhando o corpo dela num tom que parecia pintado a mão. Eu a via inteira ali, entregue, exposta, linda — e penetrei devagar, sentindo cada pedaço daquele corpo que é meu porto e meu furacão ao mesmo tempo. A luz da tarde iluminava cada curva, cada detalhe, cada movimento. O tempo parecia ter parado lá fora, mas dentro de mim só existia ela — o cheiro da sua pele, o som dos seus gemidos abafados, a visão do seu corpo se movendo em sintonia com o meu.
Eu avançava e recuava como as ondas que se lançam contra o cais, sentindo o prazer se espalhar devagar, como uma maré que sobe sem pressa até engolir a praia inteira. Ela gemia baixinho, e aquele som era a única âncora que eu precisava. Segurei seus quadris com firmeza, mergulhei mais uma vez, e o mundo inteiro se resumiu àquele instante — àquele corpo, àquela entrega, àquele amor que se fazia carne em cada movimento.
Até que o prazer, enfim, veio — e eu me esvaziei inteiro dentro dela, gozando com a força de quem se entrega sem medo, enquanto a luz da tarde banhava a gente e a paz, enfim, tomava conta de nós.