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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
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REPETECO
SIM
19º encontro - A Soberana do Submundo
A semana que passou foi marcada por uma notícia dura que mexeu muito comigo. Eva foi a primeira pessoa com quem quis desabafar, maior prova que ela é especial para mim. Com aquele jeitinho, ela sempre traz a palavra exata e o conselho que me devolve a paz. Essa mulher é simplesmente incrível.
Tínhamos planejado uma dinâmica diferente para esse encontro, mas os planos mudaram. Diante do imprevisto, sugeri jogarmos com o destino, deixando que as Moiras determinassem o nosso rumo. Mas o jogo começou antes mesmo de nos vermos: quando ela me perguntou que roupa eu gostaria que usasse e sugeriu a de diabinha, minha mente voou. Comecei a imaginar aquela deusa vestida daquela forma, e o desejo disparou imediatamente.
Chegado o grande dia, é incrível notar que, mesmo no nosso 19º encontro, aquele frio na barriga continua intacto. Essa tensão que antecede a nossa hora é viciante. É a prova real de que a nossa química não se desgasta e nem arrefece com o tempo, pelo contrário, cada capítulo se torna ainda mais intenso.
Anunciei minha chegada aos portões do seu domínio, esperando o sinal para subir ao seu encontro. Quando a porta se abriu, entendi que Ades não é um lugar de lamento, mas de tesouros ocultos. Eva me esperava. Com uma beleza arrebatadora e um ar perversamente encantador, ela reinava absoluta. Era a personificação da tentação: a diabinha mais linda e soberana de todo o reino dos mortos, capaz de fazer qualquer alma esquecer o caminho de volta.
No início, conversamos um pouco, e eu me encantei de novo pelo contraste dela: ao mesmo tempo em que tem uma timidez charmosa e apaixonante, a Eva carrega uma pimenta de safadeza que me incendeia por completo.
Após o banho necessário para aplacar o calor do Rio de Janeiro, começamos a namorar sem pressa, entre conversas e carinhos, até que paramos para tirar algumas fotos. Ela fazia as poses e eu tentava me concentrar na câmera, uma tarefa quase impossível diante daquela visão. Não demorou para que a brincadeira ficasse mais séria, e logo eu estava com a boca na sua bucetinha, momento que ela fez questão de registrar. O clima com a Eva é sempre assim, leve e envolvente, quando estou ali, o mundo lá fora simplesmente deixa de existir.
Aproveitando que já estava completamente entregue àquela bucetinha linda, permaneci ali até ser agraciado com o gosto doce do seu mel. Logo em seguida, fui gentilmente convidado a parar, já que a sensibilidade dela estava à flor da pele após o ápice.
Então veio o oral. Meu Deus, decidi deixá-la continuar, porque a sensação é indescritível, mas ela destrói qualquer resistência que me resta. Parecia um feitiço do próprio reino de Ades. Cada toque me afundava mais nas profundezas do prazer, sugando minhas forças como se eu estivesse diante da própria rainha do submundo, clamando por clemência.
Deixamos o resto para trás e começamos o jogo das cartas. Dali em diante, como se estivéssemos sob o olhar das Moiras no reino dos mortos, nosso destino já não nos pertencia.
Começamos com o Rei de Copas, e ela assumiu o topo, no comando. Com a resistência já comprometida pelo oral avassalador de antes, caí direto na posição que mais desafia meus limites. As Moiras arquitetaram o teste mais cruel e mais delicioso que eu poderia enfrentar nas profundezas desse reino. Eva por cima é um espetáculo implacável, uma força da qual é impossível, e pecaminoso, tentar escapar. Meu erro foi tentar conter o ápice, lutar contra o destino em Ades é em vão, até porque não há nada mais soberano para uma mulher do que testemunhar a nossa total rendição.
Não era possível, ela tinha acabado com as minhas forças logo na primeira carta! As deusas do destino, testemunhando a minha situação, apresentaram a carta perfeita para o tempo que eu tanto precisava: o 6 de Ouros. Eu adoro ficar ali, chupando aquela bucetinha quentinha, marcada com o nosso gosto. Fiquei perdido naquele prazer até o momento em que decidimos tirar a próxima carta.
Antes da próxima posição, fiz uma pausa para trocar a camisinha e fazer aquela limpeza necessária após o prazer. Quando terminei, ela me jogou a pergunta: "Vai querer continuar?". Respondi sem hesitar: "É o que mais quero". Naquele instante, ela usou mais um dos seus poderes mágicos nas profundezas daquela manhã, deixando o meu pau duro com uma rapidez e facilidade sobrenaturais, que só uma diabinha do reino de Ades saberia como conseguir.
Continuamos o jogo com a carta 6 de Espadas. A posição dela deitada de frente é perfeita para me deixar estático, apenas admirando a beleza hipnotizante daquela diabinha. Sentir o calor ardente do corpo dela, o gosto profundos dos seus beijos e buscar novos ângulos com os espelhos espalhados pelo nosso templo dos prazeres. Cada espelho ali parecia um portal do próprio reino de Ades, multiplicando a imagem da minha deusa em infinitos reflexos, como se todo o submundo estivesse assistindo e celebrando a nossa entrega.
Quando saiu a carta 3 de Paus, tive a certeza absoluta de que as deusas do destino estavam nos observando e guiando cada passo, para que aquele momento se tornasse tão eterno e inesquecível quanto os nossos 18 encontros anteriores. Ela deitada de bruços pedia algo a mais, uma entrega mais profunda. Peguei o ballet para intensificar o nosso prazer, e foi um espetáculo divino e profano ver a minha diabinha chegando ao orgasmo, completamente rendida e entregue ao ápice do prazer. Mas antes de pegar a próxima carta e deixar o destino avançar, eu não poderia deixar de sentir, mais uma vez, o gosto do êxtase dela na minha boca, um licor sagrado que me prendia de vez às profundezas daquele reino.
A carta 4 de Paus parecia selar e completar de vez o domínio dela sobre mim. Acabamos fazendo uma pequena variação na posição, ficando um de frente para o outro, olho no olho. Essa variação não foi um desafio ou uma rebeldia às deusas do destino, mas sim uma oferenda ao que elas haviam arquitetado: uma entrega mútua onde nossos corpos e almas se alinharam perfeitamente, mostrando que até nas profundezas de Ades a nossa sintonia era absoluta.
O nosso tempo estava acabando. Cronos se mostrava implacável, ditando suas regras mesmo nas profundezas do submundo. Mas as deusas do destino foram generosas e me oportunizaram a redenção do meu erro da primeira carta ao nos entregarem o 6 de Paus. Foi o fechamento perfeito: a minha diabinha, mais uma vez por cima, assumindo o domínio absoluto, enquanto eu me entregava como o seu servo mais fiel. Que momento maravilhoso! Anunciei que iria gozar, e aquela descarga perfeita e avassaladora selou o término do nosso jogo.
Depois de toda a intensidade do jogo, conseguimos conversar um pouco, jogados na cama enquanto eu fazia carinho na minha Eva. Se antes estávamos no fogo e na dominação de Ades, aquele momento pós prazer parecia o nosso próprio Campos Elísios: um refúgio de paz absoluta naquela manhã, onde o tempo parecia finalmente ter parado para nós dois.
Mensagem para Eva:
Minha linda, queria te agradecer por mais um encontro inesquecível. Nosso 19º capítulo conseguiu ser ainda mais intenso e especial. 🌹
Você sabe o quanto é importante para mim, não só como a mulher maravilhosa e gostosa que me tira o fôlego, mas como a confidente que sempre sabe o que dizer quando preciso desabafar.
Mas a dinâmica das cartas com o destino guiando a gente foi perfeita, mas a verdade é que o espetáculo foi todo seu. Você estava deslumbrante, uma verdadeira rainha. Aquela mistura do seu carinho pós prazer com a intensidade de tudo o que vivemos antes é única. Estar com você é esquecer de todo o resto.
Ansioso desde já pelo nosso 20º encontro!
Um beijo enorme amor. ❤️🔥