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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Bom, relato do que ocorreu em SP nesta semana de maio, mais precisamente hoje, quarta-feira.
Eu vinha atravessando dias pesados por problemas pessoais, e nesta tarde, eu precisava desligar a mente por algumas horas. Fui trabalhar normalmente, mas, na hora de voltar para casa, lembrei que estava próximo de um lugar que havia sido recomendado pelo confrade Onlyhaters: Massagem Ana Rosa, na Vila Mariana.
Eu nunca fui muito fã de fazer TD em São Paulo. Não me sinto tão à vontade indo ao local das meninas como acontece no Rio, onde praticamente 95% dos meus atendimentos são no local delas. Conversando com alguns colegas paulistas do Arena, sempre comentavam sobre privês e clubes, mas nunca dei muita bola.
Até hoje. Lembrei do comentário do Only: “Perto do metrô Ana Rosa.”
Pensei: “Por que não deixar o destino trabalhar um pouco?”
Eu estava mal da cabeça, mas com um tesão represado desde quarta passada, quando fiz uma dupla maravilhosa no RJ. Desde então, nada.
Mandei mensagem no WhatsApp do local. Demoraram um pouco para responder, mas enviaram endereço, valores e uma lista com umas vinte garotas. Só nomes. Sem fotos.
Olhei aquilo e pensei: “Puta que me pariu… como escolhe?” Mas resolvi me dar uma chance.
O lugar ficava numa rua tranquila, praticamente ao lado da estação Ana Rosa. A fachada parecia mais uma clínica ou escritório comercial do que um privê. Isso já me deixou mais confortável.
Entrei e dei de cara com um salão enorme, cheio de homens circulando com aquela expressão universal de quem claramente iria comer alguém em breve. Fui ao balcão, expliquei que havia falado no WhatsApp, e a gerente comentou que chamaria as meninas para apresentação.
Confesso que fiquei meio perdido. Na minha cabeça elas apareceriam de biquíni ou roupas minúsculas. Nada disso. As garotas começaram a chegar em roupas normais, civis mesmo — e eu admito: fico completamente maluco vendo mulheres bonitas vestidas de forma comum. Acho muito mais sensual.
Uma por uma chegava, dizia o nome e dava um beijinho. Como bom carioca, já mandei logo dois. Elas perguntavam: “Você é de onde?” “Carioca. Dois beijos é regra.”
Fiquei tão desconcentrado no meio daquilo tudo que, quando a gerente voltou para falar comigo, dei dois beijos nela também e mandei: “Prazer em conhecer!”
Ela respondeu rindo: “Eu sou a gerente.” Começamos a rir ali mesmo.
No fim, fiz minha escolha:
ISIS
“O nome Ísis tem origem na mitologia egípcia, sendo associado à deusa da fertilidade, maternidade e magia.”
Paulista. Morena.Cabelos longos e pretos. Corpo extremamente harmonioso. Devia ter cerca de 1,63m, barriga sarada, pernas grossas na medida certa e uma bunda absurda. Os seios eram pequenos, firmes, com bicos grandes e duros, daqueles que encaixam perfeitamente na mão.Uma tatuagem subia pela coxa esquerda e avançava pela barriga. Tinha um sorriso lindo e uma mistura de delicadeza com safadeza no olhar que desmontava qualquer um.
Disse ter 31 anos. Eu daria 25 fácil. Inclusive, perguntei onde ficava a fonte da juventude onde ela se banhava.
Subimos para o quarto no primeiro andar. Ela pediu desculpas dizendo que preferia os quartos do segundo, que eram mais novos. Respondi: “Com você aqui comigo, o quarto é o que menos importa.”
E era verdade.
Assim que entramos, comecei a beijá-la. Sou extremamente beijoqueiro, e ela correspondeu sem qualquer frescura. Beijava muito, mordia, se entregava de verdade. Ali já tinha me ganhado. Ela tirou a roupa devagar, revelando um corpo ainda mais bonito ao vivo. Fui direto aos seios, beijando e provocando enquanto ela sorria daquele jeito sacana.
Quando ela foi tomar banho, fiquei ali parado observando. E que visão, meus amigos…Que visão.
Depois fui tomar o meu banho também, sempre limpo para elas.
Voltei para a cama e continuamos nos beijando bastante. Desci pelo corpo dela devagar, provocando até chegar naquela pepeka lisinha e extremamente sensível. Ela curtia muito, mas em determinado momento segurou minha cabeça e pediu, quase implorando, para eu parar. Disse que aquele era o primeiro atendimento dela no dia e que, se gozasse, depois ficaria mole para atender os outros clientes. As mulheres sempre têm razão. Então, obedeci.
Voltei aos seios enquanto ela ria e me chamava de safado, dizendo que eu claramente queria fazê-la gozar de qualquer jeito.
Perguntou meu signo. “Escorpião.” Ela começou a rir: “Ahhhh… agora entendi. Safado.”
Eu realmente perdi as contas de quantas vezes ela me chamou de safado...
Conversamos bastante entre um beijo e outro oral, percebi rapidamente que, se continuasse daquele jeito, eu explodiria ali mesmo. Pedi calma porque ainda queria aproveitá-la mais. Ela colocou a camisinha e veio por cima. Bandida. Sabe exatamente que essa posição acaba comigo. Não demorou muito.Talvez umas quatorze pedaladas… E a corrente quebrou!
Gozei com ela montada em cima de mim enquanto ela ria dizendo que eu havia deixado herdeiros na camisinha. Depois ficamos conversando, trocando beijos e brincadeiras. Uma coisa que me chamou a atenção, eh que eu já li que as meninas paulistas não gostam de cariocas, porque carioca que beijar muito e namorar... Ela, claramente, gostava. Pouco depois já estávamos no segundo round.
Mais oral. Fizemos uma serie de posições, papai e mamãe, ela de quatro, toda deitada, enfim, aproveitamos Em determinado momento, brinquei perguntando se o bumbum estava “em jogo”.
Ela respondeu rindo: “Acho que não vai caber não…”Pegou pesado comigo nessa. Falei, fala sério, ne, sou do time dos que estão na média nacional. Ela meteu mesmo essa! E não deu para pegar o bumbum. Rs, Mas, tudo bem. Seguimos felizes. Depois pedi para ela me finalizar no oral.
Saldo final: Duas gozadas em trinta minutos.
E sinceramente? Eu não esperava isso.
Até poderia pegar mais meia hora, mas estava tão satisfeito, leve e relaxado que preferi apenas curtir o momento.
Tomei banho, ela me esperou pronta, nos despedimos com muitos beijos, fiz o pagamento — PIX tem desconto, senhores, e fui embora.
Minha primeira experiência em privê paulista foi surpreendentemente boa. E sabe de uma coisa? Gostei bastante do formato de 30 minutos.
Já escolhi: aquele lugar virou meu Porto Seguro em São Paulo.Voltarei pela Isis. E provavelmente também por uma japonesa maravilhosa que vi por lá, porque tenho uma tara absurda em japonesas. Aliás, a casa tinha de tudo: altas, baixas, magrinhas, cavalonas, ruivas, negras, loiras…Um verdadeiro cardápio da perdição.
Saí dali mais leve. Às vezes, o GPS do desejo realmente sabe para onde está levando a gente.PS:
Como a Isis pediu para não tirar fotos — e obviamente respeitei — pedi ao meu amigo Dan, o mago da IA, para fazer uma recriação baseada na descrição dela que eu fiz para ele. Obrigado.
