BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
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REPETECO
SIM
Em busca de ainda mais inspiração – Pamela por si só já é mais do que suficiente, mas eu sempre quero mais e mais –, fui pesquisar sobre o significado e origem de seu nome e tive uma grata surpresa.
O nome "Pamela" não surgiu de contextos históricos ou religiosos, mas foi inventado na Literatura. Mais especificamente, pelo poeta inglês Philip Sidney na sua obra Arcadia, publicada em 1591. Nessa história, Pamela é uma personagem nobre e virtuosa, retratada com qualidades associadas à beleza, inteligência e elegância. Esse nome provavelmente foi criado com base em raízes gregas: "pan", que significa "todo" ou "completo" e "meli", que significa "mel" ou "doçura". Pamela significaria, então, "toda doçura" ou "completamente doce" .
Pamela: A Doçura em Tempos Modernos
Pula para o Século XXI.
Quanto tempo Pamela ficou em stand-by? Muito, muito tempo. A saudade que bate dentro de mim é imensa. Tanto que, quando ela anunciou o seu retorno, tratei de passar praticamente um dia inteiro com ela, e mesmo assim o meu nível de ansiedade, tesão e saudade diminuíram só um poquinho. Quer dizer, ansiedade e saudade até diminuíram, mas o tesão só aumentou.
Aumentou tanto que aqui estou eu, diante mais uma vez de Pamela. Ela me recebe daquele jeitinho todo serelepe dela, vestida com um robezinho vermelho. Eu fico boquiaberto e começo a babar.
Tex Avery sentiria orgulho de mim
Pamela é como sua homônima literária: um doce de pessoa!
Pamela: Bela, Inteligente, Elegante e Virtuosa
E também bela, inteligente e elegante. Certa vez almoçamos juntos, e sua passagem atraía olhares curiosos e famintos de quem cruzava o nosso caminho. Recheada de virtudes, simples, humana, meiga – e arretada quando necessário!
Já contei aqui que eu enrolei muito no ano passado para marcar um encontro com Pamela e o que finalmenre me motivou a ir conhecê-la foi uma simples foto que ela postou no Arena, dizendo-se feliz por sua beleza.
"Quando a mulher é interessante, misteriosa e inteligente, a beleza é apenas uma pequena qualidade" — Kinho Garóti
Foi a beleza daquela foto – "civil" como falam, sem nenhuma sensualidade ensaiada, nada demais a mostra, apenas um rosto e um sorriso –, que primeiramente prenderam a minha atenção. E depois, conhecendo-a biblicamente, sua safadeza e disposição inabalável para o sexo se fizeram presentes. E com o passar dos encontros, sua inteligência, sagacidade e carinho.
Tô com saudade de tu, meu desejo / Tô com saudade do beijo e do mel / Do teu olhar carinhoso / Do teu abraço gostoso / De passear no teu céu / É tão difícil ficar sem você / O teu amor é gostoso demais. — Dominguinhos e Nando Corder, em Gostoso Demais
Estou no apartamento de Pamela, diante dela. Ela pula no meu pescoço e me beija. "Cuidado, amiguinha! Olha essa coluna! Pega leve!", eu lhe peço.
Mandar Pam pegar leve é de uma inutilidade gigantesca. Ela me dá a mão, me leva até o quarto e me entrega uma toalha. Volto e ela me ataca de novo. Me puxa para cima da cama. Joga minha toalha longe e eu arranco sua roupa.
"Quem tenta possuir uma flor verá a sua beleza murchando. Mas quem olhar uma flor no campo permanecerá para sempre com ela." — Paulo Coelho, em Brida
Não somos donos de ninguém, mas por uma hora – ou um pouco mais, dependendo da ocasião – nos permitimos sermos um do outro. Aqui, neste momento, Pamela é minha. E, sendo minha, eu uso e abuso dela – com carinho e cuidado, é claro, Pam ainda está se recuperando aos poucos. Cuido de sua boca, de seu pescoço, de seus seios, de sua barriga, de seus braços e pernas. Pamela ri e suspira a cada beijo meu. E agora, de boca em sua ppk, eu entendo porque falam tanto em "mel feminino". A ppkinha de Pam se encharca cada vez mais, escorrendo pelos meus lábios. Deliciosa.
"A beleza é o poder moderador dos delitos do coração." — Camilo Castelo Branco
Eu sou de Pamela também. Ela se apodera do meu pau, ataca-o de todas as formas. Eu tento me levantar, ela me empurra de volta. Sua boca trabalha vorazmente, empenhada em me fazer gozar também. Mas eu não quero, não neste momento. Quero desfrutar todo o corpo de Pam. Sem falarmos nada, nos entendemos: ela pega uma camisinha e se deita, me chamando.
O que se segue é uma sucessão de posições e movimentos e danças e gritos e sussurros e beijos e entra e sai e vira e desvira. Essa sinfonia orgásmica termina em uma cacofonia de gemidos, dois corpos imersos num oceano de luxúria e prazer sem fim.
Eu flutuo, ultrapasso todas as camadas da atmosfera. Depois de uma gozada estratosférica, sinto que nada é capaz de me abalar.
Volta aqui, moço! Nós ainda não terminamos!
"Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância." — Simone de Beauvoir
A companhia de Pamela per si é capaz de me inundar de felicidade. Adoro ouvi-la, rir e aprender com ela. Suas histórias são fantásticas, uma verdadeira aula.
"Ninguém é tão sábio que não tenha nada para aprender, nem tão ignorante que não tenha nada que possa ensinar" — Blaise Pascal
Pamela quer mais, e eu também quero. O mapa do corpo de Pam já está gravado em minha mente, me guio por ele de olhos fechados. Sei onde tocar para ativar sensações específicas na minha Doçura. Ah!!!! E ela também aprendeu como eu funciono. Uma apalpada ali, uma lambida aqui, e eu já estou completamente envolvido e seduzido.
Nossos corpos se unem num amálgama, dois seres distintos fundidos num todo coeso. Reverberamos em uníssono, mas o corpo feminino de Pam tem uma grande vantagem sobre o meu: enquanto eu me seguro para adiar o meu gozo e prolongar o meu prazer ao possuí-la, ela não tem essas amarras. Ela pode se liberar para gozar e gozar e gozar mais. E eu admiro cada micro-orgasmo seu, me delicio com sua respiração em meu ouvido. Mas tudo tem um limite e eu me rendo à boca de Pamela, que me arranca porra, suor, prazer e felicidade.
Tendo que se desdobrar para dar conta de Pamela
Extasiado e satisfeito, me preparo para ir embora. Dizem que tudo que é bom dura pouco. Tomo um novo banho, coloco minhas coisas de volta na mochila e Pamela me acompanha até a porta. Olha pelo olho mágico, me dá um beijo e um abraço e abre a porta. Eu ponho os pés no corredor, sigo para casa.
"O que é bom dura pouco; mas o pouco tempo que dura, é o suficiente para deixar saudades." — Paulo Isaac
Pamela segura o meu braço. Me puxa de volta. "Ei! Agora que eu vi... Por que você já tá indo? Ainda temos pelo menos uns 10 minutos!"
Fugindo de novo, moço? Ainda temos assuntos inacabados...
Ela vai me puxando para o quarto, eu tento tirar meus sapatos. Só tenho tempo de tirá-los junto com minhas calças e mais nada. Pamela também só tira a calcinha. Todo o romantismo, carinho e "estilo namoradinha" do início vão pra cucuia. O negócio agora é hard! "Cuidado com Pam! Cuidado com Pam!" martela no meu cérebro. Cadê a porra da camisinha!!!!!????? O sentimento é de urgência, daqui a pouco chega alguém. Ah! Tá aqui! Coloca logo! Isso! Vamos! Pulo em cima... isto é, me coloco estrategica e cuidadosamente em cima do corpo de Pamela, que se abre toda para mim e me puxa. Decididamente, ela não planeja me deixar fugir. Transamos vigorosamente. Pego-a de quatro, mas logo voltamos a deitar na cama – tempo curto não permite muitas estripulias demoradas. Gozamos quase juntos e sou liberado para ir.
"Cada um de nós é o astro, o herói e o protagonista de nossa própria história. A melhor forma de viver é lançarmos nossas próprias decisões e seguirmos nossas próprias convicções. Cada qual deve sentir-se livre para ser o que é. Preocupar-se demasiadamente com o que os outros pensam jamais fará uma pessoa feliz." — Daisaki Ikeda
Fico feliz em fazer parte de um capítulo da História de Pamela. Ou parte de um adendo. Pelo menos uma nota de rodapé, né???
E, do lado de cá, cada encontro meu com Pamela é um capítulo inteiro na História da Minha Vida. E cada capítulo vem num gênero diferente ou numa mistura de vários: romance, drama, thriler erótico, ficção, documentário, suspense, terror, comédia, autoajuda... São infinitas combinações, infinitas formas de prazer, infinitas versões de Pamela para conhecer.
"A sua própria história é a única que você realmente conhece." — Charles Henrique Assunção
"O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se minha vida fosse eterna." – Clarice Lispector
Sigo para casa – agora de verdade –, a saudade que fora curada volta no instante em que ponho os pés na rua.
Terei que voltar outro dia.
Fonte de pesquisa: https://escreva.ai/blog/nomes/pamela-o-nome-poetico-inventado-no-seculo-xvi/, https://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Sidney e outros sites
