06 de Maio de 2026 às 09:07
PANTERA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

De volta ao covil da Pantera

Relato atrasado, mas jamais esquecido tampouco, sonegado. Ocorreu em abril.

“Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel,
Uma mulher uma beleza que me aconteceu
Esfregando a pele de ouro marrom de seu corpo contra o meu”


Estava eu trabalhando pelo centro, uma manha de sexta-feira, daquelas em que a cabeça insiste em pesar mais que o corpo. Problemas pessoais rondando, foco oscilando… até que, num intervalo para o café, resolvi olhar o celular.
E lá estava ela. Pantera.
Um simples status, anunciando uma promoção — e pronto: a memória do nosso primeiro encontro veio como um estalo. Março. Intenso. Memorável.
Pensei comigo: talvez seja exatamente disso que eu preciso hoje.
À tarde, um pouco mais leve, mandei mensagem. Como sempre, ela respondeu rapidamente, simpática, direta. Ajustamos um horário — duas reuniões tinham sido canceladas na parte da tarde, o destino parecia colaborar.
Segui meu dia como deu. Não perfeito, mas com uma expectativa crescendo.
Cheguei antes e parei no Zezé para uma cerveja rápida. Aquela pausa estratégica. Não demorou: mensagem dela — podia subir.
Elevador. Porta. Fechadura girando. E então… ela.
Atrás da porta, em um lingerie que a deixava ainda mais gostosa. O beijo veio sem aviso — intenso, quente, daqueles que tiram qualquer um do eixo. Pantera beija com presença, com intenção. Fiquei ali uns bons minutos matando a saudade.
Minhas mãos não pensaram duas vezes. Exploraram. Curvas, pele, mãos, bunda, pernas. Cada espaço alcançado era um convite aceito. Me desfiz da roupa enquanto ela se entregava à cama, me observando.
Beijos. Muitos. Pelo corpo todo. Sem pressa. Até que a realidade interrompe: o banho. Confesso que, sair dali foi quase um esforço físico. Ela riu: “eu não fiz nada ainda…”
Banho tomado, retorno. E ela estava lá. Nua. Olhando. Esperando. Não perdi tempo e comecei a beija-la novamente, beijando cada parte daquele corpo gostoso, chupando aqueles seios lindos, ate que fui descendo para aquela ppka cheirosa e ali me perdi ( ou me encontrei?) uns bons muitos minutos, pois gosto muito deste esporte. Depois de algum tempo, foi a vez dela, vir com aquele oral matador. Estava bom. Estava bom demais. E me permiti ficar ali e chegar ao êxtase naquela boquinha gostosa, que não deixa nada para trás. Ah, que delícia! Porque quando o prazer chega, chega completo. Sem economia. Sem distração.
Depois, o tempo desacelera. Corpos próximos, conversa leve, risadas. Aqueles pós que também importa, talvez até mais do que muitos admitem.
Reiniciamos o segundo tempo, a beijei muito, novamente parti para um oral nela, e depois tive retribuição. Coloquei a camisinha e parti para dentro. Fizemos algumas ótimas posições, e estava bastante gostoso. A Pantera , é gostosa demais, puta que pariu. Mas, dessa vez, confesso: a mente não estava 100% ali. Os ecos do dia ainda insistiam em aparecer.
Brinquei com ela:
“Acho que vou precisar de uma terceira vez… para fazer jus à primeira!”
E não era brincadeira.
Pantera entrega. No olhar, no toque, na presença. Bonita, envolvente, daquelas que marcam.
Fica o gosto de retorno.
E a certeza de que, na próxima, a cabeça vai ficar do lado de fora.