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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
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REPETECO
SIM
Na noite do dia 29, os astros se alinharam. Lá estava ela, Brenda, soberana em sua presença, aguardando diante de seu castelo no Edifício Central. Não revelei o rumo da jornada; apenas a convoquei naquela tarde… e ela aceitou. Sua pele irradiava como um sol negro, e seus olhos — ah, seus olhos — atravessavam minhas defesas como visão de calor kryptoniana, invadindo até os pensamentos que eu julgava impenetráveis.
Preparei-a para a travessia. Nosso destino: Barra da Tijuca, no templo terreno chamado Bar do Zeca Pagodinho. Um ponto de repouso antes da tempestade. Rimos, bebemos, alimentamos o corpo… mas era apenas o prólogo. O verdadeiro confronto nos aguardava.
Seguimos então para o Mirante Motel, na Taquara — um lugar que habitava minha memória desde eras passadas, agora finalmente conquistado por mim… e por ela. Uma coincidência cósmica: também era território desconhecido para a Deusa do Ébano. Dois exploradores. Um campo de batalha.
Na suíte, com hidromassagem como testemunha, iniciamos o embate. Não houve tréguas. Até quase 3 da madrugada, fomos pura intensidade — algemados não só por correntes, mas também por uma força mais poderosa: o desejo. Vi a Deusa do Ébano ficar literalmente cega para o mundo ao redor, rendida à própria energia que corria em suas veias como lava estelar. Cada instante era uma colisão de galáxias.
A chama consumiu nossas forças… mas não nos derrotou. Recuamos para as águas quentes, onde o toque substituiu o combate. Exageramos — como seres que sabem que limites são meras ilusões. E então, por um breve momento, repousamos. Vi o amanhecer… e ela, entrelaçada ao meu corpo, como se o tempo tivesse decidido nos observar em silêncio.
Recuperamos energia, mas não o suficiente para conter o inevitável: a continuação. Até que as horas se esgotaram — até que o universo exigiu nossa separação. Nos despedimos com beijos carregados de promessa… daqueles que não encerram, apenas anunciam o próximo capítulo.
Parto com a certeza: isso não foi o fim. A Deusa do Ébano não é apenas presença — é vício, é invasão, é chama que percorre o sangue e transforma pensamento em desejo.
Não há palavras humanas ou kryptonianas suficientes para relatar tudo o que ocorreu ali. Mas uma verdade permanece: deixei minha marca… assim como ela deixou a dela em mim.
Aguarde, Deusa do Ébano.
O filho de Krypton retornará.
E da próxima vez… o desafio será ainda maior. Prepare-se!