BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
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REPETECO
SIM
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave da Federação NCC-1701 Enterprise
– Senhor Spock, mensagem textual recebida pelo canal multiversal. Frequência de emergência!
– Envie para o meu DataPad, Tenente Uhura.
Comandante Dan Spock…
Interrompo sua análise na Enterprise com atualização de nível máximo. Acabo de cruzar um portal e trago dados de uma ramificação estável do multiverso.
A entidade Júlia Portinari ativou um poder latente capaz de neutralizar mentes treinadas na lógica mais pura, inclusive vulcanas. A assinatura foi detectada em suas “luzes” no cabelo — não mera estética, mas condutores de energia multiversal que amplificam sua presença e desarmam defesas cognitivas.
Ela se apresenta como ninfa e, ao entrar na linha temporal “suíte”, transforma-se em loba. Repito: nem você está imune. Recomendo extrema cautela na aproximação.
Cada variação de cor pode indicar um nível diferente de poder. Estamos diante de uma força que transcende o físico, misturando magnetismo, instinto e assinatura cósmica desconhecida.
A missão evoluiu: não só investigar, mas resistir, compreender e sobreviver ao contato.
Aguardo seu posicionamento, Comandante.
Solvit Sexus… finalizando transmissão.
– Senhor Sulu, rastrear a nave do Comandante Solvit e traçar curso para sua localização. Dobra 9.6.
– Entendido, Comandante!
(...)
– Comandante Spock, nave lupina a 500 mil km de distância.
– Velocidade de impulso na aproximação, Senhor Sulu. Tenente Uhura, abra um canal de comunicação subespacial, multiversal, caralhoaquatroversal com a nave do Comandante Solvit!
(...)
– Senhor Spock!! Estava mesmo precisando lhe falar! A Entidade Julia é um mistério...
– Mais um mistério "daqueles", Comandante Solvit? Dispenso, seu verme Gagh! Nem os Klingons devem conseguir mais te engolir!
– Não! Não! Espere! Espere! Esse é um mistério digno de sua atenção! Eu juro!
– Não sei se eu quero lhe dar ouvidos novamente... Volte a se esconder no espaço Ferengi, junto com aqueles trambiqueiros!
– Não! Não desligue!
– Senhor Sulu, travar phasers na nave daquele lobo safado...
– Não faça isso! Por favor! Leia o dossiê que eu preparei! Leia com carinho... Pleeeeaaaassseeee!
– Muito bem, Comandante Solvit... Irei ler, mas não prometo nada além disso. Encerrar comunicação, Tenente Uhura. Senhor Sulu, traçar rota para o Sistema Éden. Alferes Chekov, me traga todas as informações disponíveis sobre Julia Portinari.
A ponte da Enterprise está um pouco confusa, precisando de uma rearrumação...
Li com atenção o dossiê que me foi enviado, junto com relatos encontrados na biblioteca da estação Arena, escritos por outros desbravadores. E decidi dar um voto de confiança e ir investigar in loco aquele ser luminoso. Em contato com Julia, ela se mostrou deveras animada. Marcamos o encontro para um local neutro, no Planeta Éden, já que a Enterprise encontrava-se em suas cercanias.
A beldade acabou se atrasando um pouco em sua viagem até o Planeta, pena que o sistema de teletransporte estava inoperante. O clima na superfície do planeta estava árido, mas ali, dentro da base de pesquisa, o sistema de refrigeração tornava tudo mais agradável. Ao chegar, Julia foi então tomar um banho para se adequar aos estudos que viriam – eu já havia me preparado enquanto a esperava.
Quando ela re-adentrou o habitáculo, suas vestes haviam mudado: saiu a blusa e saia curta, entrou um sutiã preto que segurava seus pequenos seios e uma toalha em sua cintura. Seu corpo magro, bronzeado, com marquinhas de biquini, cabelos luminosos compridos, rosto de menina sapeca, aparelho dental. E eis que a ninfa se transformou em loba. Pulou sobre mim, grudando seus lábios nos meus, me deixando sem reação sobre a cama. Estiquei a minha mão e retirei a toalha que cobria sua zona de prazer – e não havia nada lá a protegendo! Fui impelido a começar a minha investigação por ali. Com medo de que a espécime se rebelasse perante a minha figura dantesca, vendei seus olhos. Ao examinar oralmente seu órgão sexual, gemidos bem baixinhos ressoavam em minhas orelhas pontudas ao mesmo tempo em que eu sentia sua pele se arrepiar. O trabalho se demonstrou difícil, Julia parecia resistir a se soltar. Busquei instrumentos que me auxiliassem na minha tarefa. Comecei a levantar a venda enquanto beijava seus seios. "Não... Me deixa vendada..." E suspirava e gemia. Um instrumento, outro instrumento, níveis de excitação subindo. Julia toma minha mão e guia meu dedo para dentro de sua ppk, sua outra mão controlando o equipamento de pesquisa/investigação/prazer.
Ao atingir seu ápice, Julia pulou novamente em cima de mim. Me encheu de beijos e começou a cutucar meu membro sexual, que passou a demonstrar sinais claros de que desejava participar da pesquisa. A espécime aproximou lentamente sua boca do meu membro... E o engoliu! Meu pau sumia e reaparecia em sua boca, cada vez mais endurecido. Satisfeito com aquela demonstração de carinho, busquei o devido equipamento de segurança e parti para a análise intra-vaginal de Julia.
Posicionei-a deitada de costas na cama e adentrei seu corpinho magro, seus pequenos seios iluminando o ambiente. Bombei forte e partimos para uma completa variação de posições, a fim de verificar a nossa resistência. "Me come de quatro?" Eu obedeço. "Vem aqui de ladinho!" Ela obedece. Viramos novamente no papai-e-mamãe. "Goza gostoso pra mim..." Eu obedeço, enfiando meu pênis em sua garganta e derramando minha porra vulcana em sua boca.
Após uma série de troca de palavras banais que visavam estabelecer um ambiente mais leve, Julia aproximou novamente suas mãos de meu corpo, me questionando se haveria tempo e condição para uma nova interação carnal. Ela me convidou para um ritual de purificação corporal conjunto, debaixo d'água, no chuveiro do aposento. Esfrega dali, ensaboa aqui, Julia me empurrou contra a parede e se agachou para cuidar de meu caralho vulcano. A água quente deixava o clima ainda mais caliente. Voltamos para a cama, o tempo correndo, cada vez mais curto. Julia me auxiliou manual e oralmente até que eu gozasse uma última vez, outra vez em sua boca, agora branquinha...
Me arrumei, fiz todos os devidos acertos com Julia e com o estabelecimento, retornando para a Enterprise e deixando-a por lá, a seu pedido – provavelmente ela participaria de outro evento de pesquisa com outro explorador. Um beijo e um abraço de despedida e fui, decidido a perdoar o Comandante Solvit.
Espécime devidamente catalogada e aprovada
E a ENTERPRISE segue singrando todo o espaço conhecido e desconhecido, cheio de mistérios insolucionáveis que não merecem atenção e outros que capturam completamente nosso interesse. Como este...
