BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Eu já estou nu. Gabi vai se desnudando aos poucos, à medida que vai mudando o foco no meu corpo: primeiro minha boca, depois meu peito, finalmente minha pica. De quatro, ela me engole e me encara. Eu me mexo, ela parece ler minha mente, lembrando um pedido que eu fizera durante nossas conversas. Busco a minha camisinha, ela busca o lubrificante, eu me preparo, ela fica de quatro, eu me encaixo, ela ajuda, eu entro. Noooosssssaaaa!!! Como eu queria comer aquela bundinha de novo... Que delícia! Ver aquele corpinho rebolando, ouvi-la gemer, seu rosto enfiado no travesseiro, são cenas assim que eu gravo na minha memória.
Mas Gabi também merece atenção. Ela cai deitada na cama, eu vou em busca de sua ppk – que foge ao padrão atual, ainda um pouco peludinha, adoro! – e ali entro em ação. E misturada à musica, uma outra sinfonia começa a tocar, uma que quem conhece a Gabi reconhece se primeira: um misto de risadinhas contidas, um quase choro, um "ai, caralho", gemidos. E o grito abafado no travesseiro seguido do silêncio quando o ápice é atingido.
Meu pau continua lá, em posição de sentido, esperando pacientemente a sua vez. Coloco uma nova camisinha, engatamos um ppmm. Eu perdi completamente o pudor este ano. Parei com esse negócio de fazer amor quietinho. Eu grito, eu também solto gemidos. Pego Gabi de ladinho. Pego-a no ppmm de novo, não aguento mais e preciso gozar. Então eu gozo. Gritando baixinho, para não atrapalhar os vizinhos.
A brincadeira para por pouco tempo, apenas para recuperarmos o fôlego. Gabi volta a me beijar, a me acariciar. Ela deitadinha do meu lado, saco a minha rosa e a encosto de leve em seu sexo. "Ai.... Isso é maldade!!!" Gabi me agarra, de ladinho virada para mim, me beija loucamente, remexe as ancas enquanto a rosinha faz o seu serviço. De repente, ela me solta, se vira deitada na cama, os braços dobrados e retesados, tensos. Sua boca se entreabre e um gemido profundo se faz ouvir, seu corpo vibrando como um terremoto. 2 x 1 para ela.
Gabi me encara com volúpia. Me chupa mais um pouco, o suficiente para me recolocar em condições de luta.
– Me pega de ladinho?
– Humm... Que coisinha linda, você pedindo. Pode pedir à vontade.
– É que encaixou tão gostoso assim!
– Já me disseram que é por ele ser tortinho.
– Vem, Dan!!!
E eu vou. E vou, e volto, vou, e volto, num vai e vem gostoso. Seguro a cintura de Gabi, beijo seu pescoço, acaricio as suas costas, deixo-a ditar o ritmo. Quando desencaixamos, ela corre para me virar de costas e senta sobre mim. Me cavalga, quica sobre mim, seu corpo colado ao meu. De repente, ela me solta, levanta o corpo, os braços levantados e retesados, tensos. Sua boca se entreabre e um gemido profundo se faz ouvir, seu corpo vibrando como um terremoto. Sim, a mesma cena, só que sentada ao invés de deitada. E também gravada na minha memória. 3 x 1 para ela.
Rolamos na cama, engatamos um ppmm frenético. Minha ânsia de gozar é enorme. Mas... Sou ultrapassado. "Ai, Dan... Vou gozar de novo... Eu vou... Eu vou..." E goza de novo, 4 x 1. Corro para me recuperar, fodo sua bucetinha mais um pouco, peço que ela me chupe e consigo diminuir a diferença, gozando tudo em sua boquinha gulosa. Placar final: 4 x 2 para ela. Assim eu gosto de perder, para mim é uma vitória!
Na despedida, muitos e muitos e muitos beijos de Gabi, daquele jeitinho que nos faz não querer ir embora. Mas infelizmente temos que ir...
