13 de Abril de 2026 às 17:26
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

I
Eu estava há tempos na maior fissura para conhecer uma garota, alimentando o desejo de finalmente concretizar o que a gente vinha ensaiando, mas a realidade na Treze de Maio foi um balde de água fria. Assim que entrei no apartamento, o choque: ela tinha vários gatos. O que era para ser o ápice do meu dia virou um pesadelo respiratório; sou alérgico e a falta de ar veio forte, fechando minha garganta e me forçando a cancelar o encontro ali mesmo, tomado pela frustração. Foi dentro do elevador, enquanto eu tentava recuperar o fôlego e sair logo dali, que a luz acendeu na minha mente: a Alice atendia naquele mesmo prédio. O imprevisto com os bichos virou a chance perfeita para bater na porta dela.
​II
Mandei uma mensagem rápida, jogando com a sorte, e ela estava livre na mesma hora. Quando a porta se abriu, a surpresa não poderia ter sido melhor. A Alice é um espetáculo: baixinha, com uma bunda perfeita que chamava toda a atenção e seios naturais que dispensavam qualquer comentário. O cabelo dela, muito liso e com um brilho impecável, emoldurava o rosto e destacava aqueles olhos verdes hipnotizantes. Naquele momento, eu estava exatamente diante de quem eu queria.
​III
Fui direto para o banho para tirar qualquer rastro do mal-estar e garantir que tudo corresse sem pressa. Com tudo limpo e o pagamento feito, a Alice tomou a iniciativa. Já estávamos na cama quando ela começou a me beijar com vontade, um beijo quente que foi descendo pelo corpo até chegar onde interessava. Ela se posicionou entre as minhas pernas e começou a me chupar bem gostoso, com uma pegada firme e uma boca que sabia exatamente o que estava fazendo, me deixando no ponto certo para o resto.
​IV
A urgência tomou conta do quarto quando a possuí de frente, sentindo o encaixe perfeito dos nossos corpos. Eu a penetrava com vigor, mantendo o controle do ritmo enquanto me perdia na imensidão daqueles olhos verdes. A cada estocada, eu alternava entre beijos profundos e famintos e a exploração dos seus seios naturais, sentindo a textura da pele e a firmeza de cada curva sob minha língua. Naquele movimento, o meu cabelo longo se misturava ao dela, fios pretos e lisos se entrelaçando sobre os travesseiros como uma teia de seda escura, enquanto eu a tomava por inteiro naquela entrega absoluta.
​V
O ápice se desenhou no quarto quando ela pediu para que eu a possuísse de quatro. Ao me posicionar atrás dela, a visão daquela arquitetura perfeita — a bunda esculpida e a curva da lombar — era um convite ao abismo. Eu a penetrava com uma força que beirava o dramático, sentindo cada centímetro daquela união enquanto minhas mãos buscavam o contraste da sua pele. Quando o clímax anunciou sua chegada, foi como um vendaval que rompe o silêncio; gozei nela com a intensidade de quem buscava redenção, um jorro de vida que selou aquele encontro improvisado sob a luz cúmplice do quarto, transformando o desejo bruto em uma nota final, profunda e absoluta.
​VI
Depois do furacão, o tempo pareceu desacelerar enquanto conversávamos para retomar as energias. Alice se revelou de uma simpatia contagiante, dona de um humor leve que preenchia o quarto com risadas genuínas. Percebendo que ela se queixava de dores nas costas, usei minhas mãos para massageá-la, percorrendo a pele macia com calma, sentindo a tensão dela se dissipar sob meu toque. Foi nesse momento de calmaria que ela, com um brilho malicioso nos olhos verdes, perguntou se eu estava pronto para o "segundo tempo". Minha resposta foi o silêncio do desejo que ainda queimava, e ela, sentindo que eu queria tanto quanto ela, começou a esfregar aquela bunda perfeita contra mim, despertando novamente cada fibra do meu corpo para o que viria a seguir.
​VII
O desejo renasceu com uma força bruta, e logo eu a possuía de quatro novamente. Foi uma entrega visceral; a cada estocada, eu sentia o encaixe profundo e a delícia que era perder o controle naquele corpo tão perfeito. Era poesia em movimento, um ritmo intenso onde o som da carne se misturava aos nossos suspiros pesados, transformando o quarto em um universo particular de puro prazer. Mas o tempo, esse inimigo implacável, corria contra nós — ela tinha outro atendimento e os minutos finais batiam à porta. Em um último ato de sintonia, mergulhei entre as pernas dela para saboreá-la enquanto suas mãos ágeis me masturbavam com maestria. Gozei pela segunda vez naquela explosão mútua, um final frenético e molhado que encerrou com chave de ouro aquela tarde inesperada na Treze de Maio.