BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
No horário combinado, me dirijo pro seu endereço e ela, solícita, me dá as referências para que eu possa encontrar meu caminho. Localizo a entrada, uma das inúmeras entradas discretas do bairro, imperceptível no meio da vida noturna do bairro que começava a se formar. Subo dois lances de escadaria até me deparar com uma porta de grades de ferro. Ela pede uns minutos pra terminar de se arrumar e eu confirmo. Logo depois um cidadão aparece e me dá boa noite. Sem saber muito o que dizer, respondo e digo que estou esperando uma moça ali. Ele abre pra mim sem pedir maiores esclarecimentos e aponta a direção que devo seguir, junto com o número de um quarto. O local parece um pequeno motel, formado por um único corredor em formato de L e pontilhado por alguns poucos quartos. Ando lentamente na direção orientada enquanto aviso que a minha entrada foi liberada pelo camarada de momentos atrás. Minutos depois ela pede que eu vá pro seu quarto. Bato na sua porta e aguardo que atenda.
Ao abrir, entro rapidamente e posso dar uma olhada na menina. Morena linda de cabelos lisos, uma gigante de 1,60m trajando uma provocante fantasia de colegial com redes vermelhas e minissaia que revelava boa parte da polpa da sua bunda exuberante. Meu número, da cabeça aos pés. Ela me dá boa tarde, ou boa noite, não me recordo, e mexe com meu ego dizendo que sou mais bonito que na foto (ou de repente era uma crítica a minha fotogenicidade) e me dá um beijão. Depois de suavizar, vem o golpe: me informa que o apartamento estava sem água. Disse que era seu primeiro dia ali e tinha acabado de chegar. Sem dúvidas um problemão. Ela manda uma mensagem pro responsável pelo quarto (acho que o rapaz que fez às vezes de porteiro pra mim), que informa que a água só voltaria bem mais tarde naquela noite (como ele sabia disso e o que se passava permanecem um mistério pra mim), mas que se quiséssemos água, poderíamos trocar pra um outro quarto que estava “limpo”, mas não tinha ar condicionado. Ela me perguntou o que eu achava e olhei pro ar condicionado retangular na parede ao lado: um tijolão, triste pela juventude perdida, certamente veterano de pelo menos três guerras e lutando para manter o quarto em amenos 25°C. No fim ficou acordado que esperar a água voltar era tão inaceitável quanto nos movermos pra uma caverna quente, então iríamos permanecer naquele recinto e eu me higienizaria no outro.
Então saí da alcova com uma toalha e um sonho: ficar limpo e permanecer limpo o resto da noite pra não ter que fazer aquilo de novo. Olha, o lugar infelizmente não é bom, para ser educado. Nada do que eu vi no outro quarto inspirava uma sensação de limpeza, portanto tomei meu banho tentando não me sujar mais e voltei pra junto da dama, vestido só o suficiente para andar pelo corredor sem ser preso.
Ela me esperava no quarto, claramente apologética pela situação. Assim como no pré-atendimento, ela também é muito simpática pessoalmente. Me ofereceu as bebidas que habitavam o frigobar do local e me perguntou se fumaria uma coisinha com ela, acendendo um incenso antes pra não ficar com o cheiro. Ela é bem cuidadosa, o local que não está à altura do jeitinho dela. Conversamos um pouco e depois começamos a nos pegar. Os lábios carnudos dela oferecem um beijo macio e delicioso. Enquanto isso a rola roçava ferozmente na sua sainha. Botei as mãos por baixo dela e comecei a acariciar seu grelinho. Ela logo pediu por um e, depois, dois dedos dentro dela. Ajoelhei a seu lado e ela abocanhou o caralho enquanto eu a dedava. Um boquetão profundo e molhado. Ela mesma tentava sugar mais dele com sua boca enquanto eu a fodia com minha mão. Segurei sua nuca e comecei a socar na sua boca e ela aguentava bravamente. De vez em quando soltava o pau e grossos fiapos de saliva conectavam sua boca deliciosa com meu membro. Podia apreciar a vista só por alguns segundos, porque assim que ela recuperava o fôlego, tratava de o abocanhar novamente. Não me lembro agora se chegou a gozar na dedada, mas em dado momento implorou que eu colocasse a camisinha e desse “esse pau gostoso” pra ela. Ela me autorizou que eu procurasse o látex na sua bolsa e eu fiz. Peguei a primeira que encontrei pela frente e encapei o meninão. Endireitei-a na cama e a penetrei no papai e mamãe com facilidade, afinal ela estava encharcada da dedada e, suponho, da mamada. Soco nela e, quando me deito, ela aproveita pra imediatamente me abraçar com os braços e as pernas, anunciando em alto e bom som, pra informação dos demais inquilinos do espaço.
Depois ela sugere que eu a coma de quatro. Ela abre as pernas e eu me coloco atrás dela pra comê-la enquanto aproveito a vista da sua grande bunda e delicioso e liso cuzinho. Soco com força e ela cadencia as metidas com gemidos. Seguro seus ombros e meto forte. Ela vai escorregando até ficar deitada e eu não dou trégua sobre ela. Metemos até o pau sair. Puxo ela pro lado e meto até o final. Fazemos uma pausa e compartilhamos mais um fumo especial. Pego mais bebido e nos sirvo, não sem antes ligar o potente ventilador de parede para ajudar o combalido ar condicionado a nos refrescar.
Mais um papo maneiro, mas logo estamos com as mãos um no outro novamente e nos pegando deitados. Ela sobe por cima de mim e vai encaixando a a buceta na rola. Pega no meu pescoço e eu autorizo: pode apertar. Ainda me dá um tapa na cara, abusada - nota 10. Ela rebola com o pau dentro e fica de cócoras para sentar com velocidade. Depois se cansa e eu subo sobre ela, dessa vez eu aperto seu pescoço e deu uns tapinhas no seu rosto. Metemos assim até cansar.
O tempo já estava se esgotando e ela tinha outro compromisso na sequência, então me visto rapidamente e me despeço dela. Pergunto se ela topa que a próxima seja na minha residência, visto que ela já me conhece e ela topa. Comemoro por dentro, dou um beijinho na gata e me encaminho pra saída. Em suma, o programa com ela é excelente, mas o local deixa a desejar. Se não se importarem com as intempéries, vão em frente – caso contrário talvez seja melhor arrumar um motel com ela para poder aproveitar a gata que é um fodão.
