BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
NãO SEI
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Feriado chegando, minhas velhas costas doendo, eu precisava urgentemente de uma massagem, massagem mesmo, para colocar as vértebras no lugar.
Comecei a pensar em algumas meninas que eu sei que são massoterapeutas, como a Alice Tijuca e a Dandara Barros, mas ou elas estavam off ou já estavam com a agenda lotada para aquele dia. Pensei, pensei, pesquisei e lembrei da Hórus – onde eu nunca havia ido – e que eu já tinha lido sobre massagem lá. Li alguns relatos, entrei em contato com a clínica e duas meninas estavam disponíveis, Alice e Amanda. Baseado nos relatos, marquei com a Alice e rumei para a Tijuca.
Quando cheguei no prédio e me passaram o número da sala, a surpresa: é do lado de onde ficava a antiga sala da Camila Tijuca e da Giovana Casada! Quantas vezes eu não fui lá, escondido, cheio de medo de estar fazendo sacanagem num prédio cheio de escritórios e consultórios, sem saber que logo ali do lado o couro também comia!
Fui recebido pela própria Alice, uma loirinha de pele bronzeada, cabelos cacheados, linda, linda, vestida com uma calça folgada e camisa pretas. Naquele ambiente todo à meia luz, ela me levou até a sala onde ficaríamos, que dispunha apenas de uma maca. Perguntou se eu iria tomar um banho, me entregou uma toalha e me mostrou o banheiro. Isso tudo falando comigo praticamente num sussurro, como se para que ninguém mais pudesse nos ouvir – durante o tempo que estive lá não vi nem ouvi nada, parecia que estávamos sozinhos.
Banho tomado, retornei para a saleta e me deitei de bruços na cama, só de cuecas. Alice tirou a minha toalha e começou uma massagem muito boa, começando nos meus pés e subindo até os meus ombros, passando por todo o meu corpo: pés, pernas, coxas, lombar, costas, braços, mãos, ombros. Tudo feito de um jeito bem bom, que conseguiu aliviar as minhas dores e a minha tensão. Quando termino, Alice pediu que eu me virasse e prosseguiu com a massagem, agora na parte da frente do meu corpo. Nessa hora, ela dava umas roçadas de leve no meu pau, ainda mais depois que ela pediu que eu tirasse a minha cueca. Meu pau aos poucos ia reagindo aquilo tudo, ainda mais que, de frente, eu podia voltar a admirar a beleza da Alice. De repente, ela pegou no meu pau e começou a manipulá-lo carinhosamente. Ela se abaixou, me beijou e perguntou, num novo sussurro, se eu gostaria de finalização manual ou íntima. Claro que eu escolhi a íntima, precisava degustar nem que fosse um pouco daquele corpinho.
Alice então tirou sua roupa, revelando um corpinho delicioso. Ela já veio com uma camisinha na mão, mas pedi permissão para chupá-la um pouco. Ela se deitou na maca, deixando sua ppk à mostra para mim. Gostosinha de chupar, ela pareceu curtir, mas, devido à dificuldade logística do local, não insisti muito. Camisinha colocada, adentrei Alice daquele jeito mesmo: ela deitada transversalmente na maca e eu em pé. E tentando não gemer nem fazer barulho. Para finalizar, me deitei novamente na maca, tirei a camisinha e pedi o complemento manual. Alice, de pé ao meu lado, me beijava enquanto usava sua pequena mão de fada para tirar todo o meu leite, junto com todo o estresse acumulado da semana.
Novo banho para tirar todo o creme de massagem do corpo, pagamento (taxa adicional de R$ 5 para pagamento em cartão), selinho de despedida e rua. O motivo principal da minha ida – dor no corpo – foi plenamente resolvido, com o bônus de ainda ter ganho uma gozada. Voltarei? Dificilmente, pois um encontro desse tipo não faz o meu estilo: tudo muito quietinho, maca ao invés de cama, a menina sem muito envolvimento. Se voltar, provavelmente será numa situação igual a esta, comigo precisando prioritariamente de uma massagem e se vier algo a mais é lucro. E por isso eu dou positivo para este relato. Quanto à estrutura da casa, classifico como boa pois ela é condizente quanto à proposta de ser uma casa de massagem. Claro que uma cama ou colchão ajudariam na parte de sacanagem.
