BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O pós-carnaval não trouxe calmaria, trouxe sede. A imagem daquela morena não saía da minha cabeça; era uma fissura que só se resolvia com o corpo dela colado no meu. Mandei a real no WhatsApp e a confirmação veio seca: "Pode vir". Quando ela abriu a porta, aquele sorriso viciante e o beijo quente já entregaram que o clima seria pesado. Teve o agrado, a recepção simpática, mas o fogo que emanava daquela pele morena pedia urgência.
A Escalação do Prazer
Depois de uma ducha rápida, voltei para o quarto e ela já estava nua, entregue ao momento. Sentamos na beira da cama e o oral começou. Ela domina a arte: muita saliva, pressão constante, garganta profunda. O barulho da sucção ecoava no quarto enquanto eu segurava o cabelo dela, sentindo meu pau pulsar naquela boca quente. Se eu não tivesse segurado a onda, o estrago teria acontecido ali mesmo, naquela língua trabalhada que sabe exatamente onde apertar.
Com o pau já completamente ensopado da baba dela, partimos para a espanhola. Ela ficou de joelhos, nua, e eu posicionei meu membro entre os seios dela. O fascínio que aqueles biquinhos durinhos me causam é indescritível; ver o meu pau passando por cima deles, roçando naquela pele morena, era o combustível que faltava. Encostei ela contra a parede, ainda de joelhos, segurei firme na nuca dela para não bater e comecei a socar com força entre os seios. O barulho do atrito da carne, a visão dela me olhando de baixo para cima com os olhos vidrados de tesão... eu socava firme, sentindo o calor dela me abraçando, quase gozando ali mesmo naquela visão de luxúria pura.
O Domínio na Cama
Pedi para ela deitar e caí de boca naquela buceta. Lambi cada dobra, chupei com vontade o clitóris enquanto meus dedos exploravam o buraquinho dela, ouvindo os gemidos ficarem agudos e descontrolados.
O Papai e Mamãe:
Com a capa posta, entrei nela com tudo. O papai e mamãe foi uma ralação bruta. Nossas línguas se embolavam enquanto meu quadril mantinha um ritmo frenético. Eu alternava entre a boca e o pescoço, sentindo o suor colar nossos corpos, deixando o peito dela marcado pelo atrito. Minhas mãos apertavam as coxas dela, abrindo caminho para estocadas cada vez mais profundas, sentindo o aperto daquela morena me esmagando a cada entrada. O barulho da bacia batendo, o cheiro de sexo e a respiração ofegante dela no meu ouvido transformaram o quarto em um cenário de pura putaria.
De Bruços: O Ápice:
Mas o bicho pegou quando ela virou de bruços. Ver aquela bunda morena, ouvir o estalo seco da minha investida batendo na carne dela... Pá, pá, pá. Eu segurava o cabelo dela com força, puxando a cabeça para trás enquanto mordia os ombros e a nuca dela. Eu socava firme, sentindo e ouvindo as nádegas dela fazendo barulho a cada golpe. Ela gemia alto, aguentando a pressão, toda suada, vibrando com a força das estocadas. Eu mantinha o ritmo, descendo a língua pelas costas dela enquanto continuava socando lá embaixo, sentindo que o gozo estava subindo pela espinha, pronto para transbordar.
O Batismo de Luxúria
No limite do prazer, a adrenalina lá no alto, encostei no ouvido dela e soltei a voz rouca, carregada de malícia:
— "posso lambuzar todo esse seu rostinho? Quero te deixar mais linda, marcada com meu leite."
Ela se virou, com o olhar mais malicioso que já vi, e pediu com aquela vozinha que me deixa de pau duro até agora só de lembrar:
— "Isso... quero seu leitinho no rosto, me joga tudinho agora!"
Saímos da cama no ato. Eu em pé, ela de joelhos, pronta. Segurei o cabelo dela para trás com força, expondo aquele rosto lindo que eu queria marcar. Comecei a me trabalhar rápido e, quando o ápice veio, foi um banho de prazer. Jatos quentes de esperma voando, atingindo a testa, as bochechas, o queixo... cobrindo aquela pele morena com o meu rastro de posse. Ver ela ali, ajoelhada, ofegante e toda lambuzada, foi o fechamento perfeito para aquela transa impecável.
O Desfecho
Depois veio o silêncio satisfeito. Ela foi se lavar, eu em seguida, e a troca de beijos "namorados" no final serviu para selar o pacto de que haveria volta. Saí de lá com o corpo leve e a mente já projetando o próximo encontro com aquele vício