https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15545
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
"Os melhores perfumes e as poções mais poderosas estão nos pequenos frascos."
Encontro ocorrido em 20 de fevereiro.
Havia meses que estava tentando marcar este encontro. Finalmente, as circunstâncias se curvaram a meu favor.
Liguei, meio sem esperança, pouquíssimas horas antes. E a minha surpresa e alegria, ela estava livre.
No horário combinado, ela me passa o número do apê e autoriza minha subida.
Ao cruzar aquela porta, não encontrei apenas uma mulher — encontrei um poema em carne, cabelos negros e frisados caindo como tinta sobre papel branco. Os olhos dela carregavam a profundidade calma de quem conhece seus próprios poderes e não precisa anunciá-los. O sorriso — esse sim — era a confissão de tudo que estava por vir.
Bruninha é o tipo de mulher que a natureza cria nos seus dias de maior inspiração. O rosto delicado contrastando com a presença avassaladora. Os seios, uma geometria perfeita, como se esculpidos com paciência e devoção. O corpo — uma sentença que nenhum dicionário consegue completar. E aquela bunda... ah, aquela bunda era um argumento irrefutável contra qualquer ceticismo.
O local é espaçoso, muito limpo, com uma cama de casal muito bem arrumada, ar condicionado e um ótimo banheiro. Ponto muito positivo.
Bruninha tem um cheiro e um gosto maravilhoso.
Os beijos foram o prólogo que quase me roubou o enredo inteiro.
Intensos, úmidos, com aquela qualidade rara de fazer o pensamento derreter antes que você perceba que está pensando. Beijá-la foi esquecer o próprio nome. Foi abrir um livro pela última página e entender tudo, de uma vez, sem precisar das outras.
E quando a boca dela desceu — parei de contar o tempo.
A ppk dela linda, limpa, cheirosa e perfeita para chupar. Fiquei ali um bom tempo, degustando aquela maravilha. E foi incrível vê-la chegar ao êxtase.
O oral dela é uma obra que não se descreve, se sobrevive. Cadenciado como maré, molhado como chuva de verão, intenso como o silêncio antes de um trovão. Fechei os olhos e não havia mais quarto, não havia mais cidade, não havia mais calendário. Havia apenas aquilo — ela, e o presente absoluto que construiu com os lábios.
O melhor que já recebi. E recebi como quem recebe uma sentença.
A cavalgada dela é um desafio à serenidade.
Voraz. Tomada. Com aquela qualidade selvagem de quem sabe exatamente o que quer e foi buscar sem pedir licença. Exige controle, exige presença — e quando a presença escapa, ela ri com os olhos, satisfeita por ter vencido mais uma vez.
Fizemos diversas posições — cada uma um capítulo diferente da mesma história urgente. E quando chegamos ao final, veio o anal. Foi como descobrir que o livro tinha um epílogo que nenhum dos dois esperava, e que era o melhor de todos.
E o final?
O final foi silêncio.
Não o silêncio do vazio — mas aquele silêncio cheio, denso, que só existe depois que algo verdadeiramente grandioso aconteceu. O tipo de silêncio que sabe o que foi, e respeita.
Saí diferente de como entrei.
E foi no trajeto de volta que entendi a frase do início com uma profundidade nova — porque Bruninha não é apenas perfume em frasco pequeno.
Bruninha é o frasco, é o perfume, e é o momento em que você o abre pela primeira vez e percebe que nunca mais vai esquecer aquele cheiro.
Conto os dias para voltar.
Conto como quem conta estrelas — sabendo que não vai terminar, mas incapaz de parar.