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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
No dia 26/01/2026, estive novamente com Luna.
Dessa vez, foi a experiência que eu esperava. Com a notícia de que posso andar normalmente, após a liberação do médico, fui ao encontro dela com o corpo mais confiante e a cabeça mais leve. Havia algo simbólico naquele retorno: não era apenas mais um encontro, era uma celebração silenciosa da recuperação.
Não havia mais a ansiedade do desconhecido. O nervosismo ainda existia, é verdade, mas vinha misturado com expectativa. Eu já sabia quem me esperava do outro lado da porta. Já conhecia o cuidado, o olhar atento, a forma tranquila com que ela conduz o encontro e, talvez por isso mesmo, meu corpo parecia mais disposto a confiar.
Voltar à Luna não foi repetição. Foi continuidade. Um segundo capítulo escrito com menos medo e mais presença. Eu não ia apenas reencontrar um corpo que já conhecia, mas revisitar uma sensação: a de ser desejado sem ressalvas, acolhido sem explicações, inteiro apesar das limitações.
Subi sabendo onde estava pisando física e emocionalmente. E, ainda assim, quando a porta se abriu, Luna conseguiu me surpreender de novo. Ela estava usando uma lingerie toda branca, que contrastava com a pele e a deixava absurdamente sexy. Sem pressa, ela me levou até o quarto. Sentei na cama. Ela ficou à minha frente, me beijando, enquanto retirava minha roupa com aquela delicadeza que só a Luna sabe ter.
Deitamos. Ela, como sempre, linda. E, mais uma vez, me peguei admirando sua bunda. Que bunda linda. Luna tirou a parte de cima da lingerie e partiu para um oral maravilhoso. Ela se deitou entre minhas pernas, e eu fiquei observando sua bunda refletida no espelho. Acho que ela não percebeu, mas ali eu me segurei como nunca não queria queimar a largada. E confesso: me senti orgulhoso disso.
Depois pedi para colocar a camisinha. Ela colocou e sentou de frente. Eu estava bem, presente, e pude sentir sua buceta extremamente quente. Ela se movia numa velocidade cadenciada, alternando com beijos quentes, enquanto eu tentava me controlar ao máximo. Quando perguntava se eu estava gostando, eu respondia com o corpo: minhas mãos exploravam aquela bunda macia e que bunda. Na verdade, Luna tem a pele mais macia do mundo.
Ela aumentou a velocidade da sentada e, dessa vez, não aguentei. Muito leite na borracha. O que me deixou realmente satisfeito foi perceber que ela ficou genuinamente feliz por eu ter conseguido finalizar. Não foi automático, foi compartilhado.
A companhia da Luna, pra mim, é algo terapêutico. Depois, ficamos conversando por um bom tempo. Tempo de qualidade. Risadas, calma, presença. Quase estourando a hora. Ela me ajudou a me vestir. Pagamento feito com orgulho. E ela me acompanhou até a porta.
Saí dali muito mais leve.
Obs.: acho que vou toda semana.