29 de Dezembro de 2025 às 20:30
CARINE PAIVA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

As tradições de Natal incluem montar árvore e presépio, decorar a casa e iluminar ruas. Eu, pessoalmente, gosto muito de Chocotone e, pensando nisso, eu contatei a Carine Paiva pois era exatamente o sabor dela que eu queria provar.

Fiz o contato pelo Whatsapp, a marcação foi tranquila.

Cheguei ao seu local e, logo na recepção, percebi que não haveria companhia melhor para aquela noite.

Carine é muito simpática e comunicativa com um sorriso acolhedor o que fez com que eu rapidamente me sentisse à vontade com ela. É muito boa a sua companhia.

E tudo isso vem embalado em corpo mignon de seios médios com um uma bunda que chama atenção, é impossível não querer agarrar e/ou ficar olhando aquela raba.

Terminei minha higiene e nem tivemos tempo para conversar pois já começamos a agarração com minha mão, instintivamente, apertando a bunda macia, dura e lisinha da Carine.

Beijamos bastante e com muita entrega dela que aumentava a intensidade conforme o clima esquentava entre a gente. Enquanto eu seguia rumo aos seios e barriga, Carine já dava sinais de quão safada ela é pois, a todo instante a mão dela buscava meu pau para apertar, acariciar ou bater um punheta bem suave.

Aproveitando que a mão já estava por lá, Carine aproveitou e levou sua boca molhada e quente também para me dar uma pequena amostra do que estava por vir.

A senhorita Paiva pediu para que eu deitasse, obviamente acatei. Ela não perdeu tempo e veio por cima me dando uma surra de língua: começou pela minha boca e, lentamente, desfrutando o momento, desceu até meus mamilos, passou pelo meu abdômen e continuou até minhas bolas, onde também sugou com carinho.

Daí pra frente foi atenção total a minha pica: lambeu da base até a cabeça para, na sequência, engolir tudo até engasgar, chupou, babou, bateu na língua e no rosto, fez massagem com a ponta dos dedos e punhetou. Tudo isso de forma muito intensa mas sem perder a leveza e suavidade. Um boquete muito competente.

Carine fica em pé na cama. Achei que ela fosse pegar camisinha ou lubrificante em algum lugar alto, fui inocente demais.

Senhorita Paiva parou com a xota na minha cara e a senha ficou clara, era minha vez de mostrar meu talento com a língua. Obviamente não perdi a oportunidade de saborear aquela buceta cheirosa que estava diante de mim.

Ela responde bem aos diferentes estímulos e variações do oral que faço. Começou a rebolar na minha boca, depois passou a aumentar a frequência e o volume dos gemidos e, por fim, ela começa a se tremer e se contorcer antes de inundar minha cara e meu tórax em um squirt magnífico.

Depois desse “quase afogamento”, Carine pôs a máscara no Pequeño Luchador e começa cavalgando de costas com bastante rebolada, aproveito para apertar a bunda e seguir com as mãos os movimentos dos quadris dela.

Senhorita Paiva, agora, estava de frente quicando na pressão, cheia de vigor, voraz e com uma disposição absurda. A bichinha parece não cansar nunca.

Bom, tinha uma ângulo da Carine que eu não queria perder de jeito nenhum: a raba dela empinada D4 para mim, fiz questão de apreciar essa vista.

Encaixei meu pau, peguei em sua cintura fina, introduzi lentamente na sua xota e comecei a socar com força e pressão. A senhorita Paiva apertava com as mãos trêmulas o lençol.

Não tinha mais como resistir, urrei e recheei a camisinha com o meu mingau do amor. Foi tão intenso que ainda fiquei um tempo, sem conseguir me mexer, dentro dela.

Depois que eu consegui me deitar, tivemos um tempo para conversar. Nesse momento ela se mostrou, também, muito comunicativa com um papo super agradável e leve, sempre muito atenciosa.

Infelizmente tive que ir embora.


Tchau + Fui = Tchui.



Relato anterior: Ana Clara Lira