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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Raika Bittencourt
No final daquela tarde de quinta-feira, dia de calor absurdo no Rio, Holmes desperta de um rápido cochilo. Ainda meio desligado, fica olhando para a imagem refletida no espelho do teto da suíte 507 do Hotel Barão do Flamengo: é da bela Raika ainda dormindo profundamente, peladinha como Deus a colocou neste mundo, toda enroscada no famoso detetive. Parecia um sonho, mas não era.
Depois de se dar conta que era algo real, e de olhar suficientemente para registrar aquela imagem em sua mente, Holmes se vê no dever de, conforme prometido, acordá-la. E o faz lenta e carinhosamente, como a Princesa índia, sem qualquer sombra de dúvida, merece.
Enquanto isso se passava em poucos segundos, Holmes teve um flashback completo do que havia acontecido nas duas horas anteriores.
Tudo começou a partir do momento em que Holmes reencontra Raika à sua espera no hall do Barão, com um baita “sorriso tela larga” por ter comprado em um brechó próximo, dois conjuntos os quais, em qualquer loja da zona sul, custariam de cinco a dez vezes mais.
Os dois sobem juntos para a sucursal carioca do escritório londrino de Holmes; Raika, aflita para provar as peças que havia comprado, vai logo se despindo, testando sob vários ângulos seu ajuste. Não é necessário dizer que todas caíram à perfeição em sua silhueta.
Durante as provas, enquanto Raika tira e bota roupas, Holmes vai organizando suas tralhas, ao mesmo tempo em que, como incorrigível voyeur que é, nunca perde de vista as poses que a modelo índia vai fazendo diante do espelho. Inevitavelmente vários pensamentos eróticos percorrem sua mente, mas Raika, indiferente a estes, continua feliz da vida curtindo suas aquisições, até que (finalmente) decide tomar uma ducha para se refrescar.
Holmes se aproveita do “turning point” e já vai colocando o óleo de coco debaixo do chuveiro para esquentá-lo. Rapidamente também, vai se desfazendo de suas roupas, aguardando no quarto a chegada de Raika. Impressionante como, até hoje, Holmes fica sem fala, bobão, quando a vê nua.
Ao se deitar de bruços então, é a verdadeira “prova dos nove”. Resistir a se jogar sobre aquela lombar é um dos maiores testes de resistência à tentação do qual se ouviu falar. Mas, calejado, Holmes afasta os imundos pensamentos que inundam sua cabeça, respira fundo três vezes, pensa no declínio do valor da libra esterlina, e, bravamente começa sua tarefa de relaxar Raika ao máximo possível. Ele lembra que a recompensa por esse sacrifício é sempre enorme. Ela, uma vez relaxada, normalmente experimenta (para imenso prazer de Holmes), gozos mais longos e intensos.
Com a massagem rapidamente surtindo o efeito esperado, após uma sessão longa de sarros de todos os tipos que se seguiu, o diabinho que habita a mente de Holmes passa a falar mais alto do que o anjinho (seu contraponto). Resultado: EPI na criança, e Watson vai se alojar no cantinho quente e úmido que, de bom grado, Raika lhe oferece. De lá não quer sair mais.
Passado o primeiro round, para felicidade de Raika, Holmes lhe propõe o que ela mais gosta. Ambos se ajeitam confortavelmente; Holmes, ajoelhado como se rezando estivesse, sem pressa alguma e delicadamente, se dedica com o maior cuidado a tratar da pitombinha, a essa altura já bem durinha.
Aparentemente Raika curte bastante; às vezes procura e aperta fortemente as mãos de Holmes, dá uns gemidinhos discretos, mexe e remexe a pélvis, cada vez de forma mais intensa, para em seguida começar a encharcar.
Holmes percebe que ainda tem um percurso a cumprir, mantêm o mesmo ritmo lento / constante de até então, e resolve apimentar a coisa não somente dedilhando, mas também usando um pequenino sugador, alternando seu uso com os demais meios (naturais).
O combo (inédito para Holmes) funcionou às mil maravilhas, aparentemente deixando Raika bem satisfeita; a roupa de cama que o diga.
Uma vez recuperada, Raika se propõe a retribuir. Diz ela: “falam muito bem do meu oral” Holmes pergunta: “levanta cadáver?”. Olhando com ar de quem se garante, Raika nada responde. Autoritariamente se atocha a Watson e inicia um verdadeiro roto-rooter no eterno companheirão de Holmes.
Apesar deste ter sido quase o vigésimo date de ambos, nunca antes a princesa índia havia dedicado tanto tempo ao trato oral de Watson. Não é preciso dizer que este apaixonou. Até hoje suspira quando se recorda dos malabarismos orais que Raika fez com ele.
Resultado do milagre: um derrame de ectoplasma, Holmes estrebuchando, com aquela lágrima isolada que escorre pelo canto do olho quando o que acontece é muito bom.
Aos poucos a Princesa índia vai se aconchegando em Holmes, e ambos cochilam relaxados. Zzzzzzzzzzzzzz
