26 de Novembro de 2025 às 01:32
PANTERA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Uma breve Introdução

Chegamos ao meu quinquagésimo relato, e uma marca tão importante (pelo menos para mim), precisava ser com alguém especial. E nada mais justo do que escolher a pessoa que mais me atendeu nos últimos dois anos e que, inclusive, foi a companhia do meu primeiro relato, que iniciou minha jornada no GPARENA.

Nossas conversas sempre fluíram de forma leve e natural, proporcionando uma risada fácil. O entusiasmo contagiante da Pan foi o ponto de partida para a formação de uma conexão que torna cada encontro único. Seu profissionalismo, dedicação e atenção aos detalhes garantem um atendimento impecável. Sua doçura faz de sua companhia uma experiência única e encantadora.

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Vamos ao relato:

Cheguei em sua estadia e fui recepcionado por um belo sorriso de boas vindas, um beijo e um abraço apertado. Ela estava muito cheirosa e irradiando simpatia com muita alegria.

Local discreto mas de fácil localização, espaçoso, cama grande, temperatura agradável, confortável, limpo e muito bem cuidado.

Logo após nosso contato inicial, pedi pra fazer minha higiene e assim que saí do banho me deparei com a gata selvagem D4 na cama balançando o rabo. Não teve jeito, começamos a nos atracar a base de muitos beijos envolventes, carícias e troca de olhares maliciosos típicos de quem está matando a saudade daquela pessoa com quem se tem conexão e química.

Pantera abaixou a toalha que eu estava usando, colocando meu pau pra fora e passou a chupá-lo com vontade, deixando todo babado, alternando movimentos rápidos e lentos sem tirar os olhos de mim. Ela também lambia desde a glande até abaixo do saco para, em seguida, abocanhar o máximo que conseguia, forçando o máximo que conseguia até a garganta. Estava ávida, sedenta, carente e ainda tinha muito mais para me mostrar.

Como meu Pequeño Luchador não foge à luta, vestiu sua máscara e foi para o combate.

Pantera subiu em mim e começou a roçar a bucetinha na minha pica, quase entrava mas permanecia fora.

- Deixa eu ficar todo dentro de você… Quero te sentir!

Prontamente, a gata selvagem deu mais uma rebolada e largou o peso do corpo. Meu mastro entrou por completo e de uma vez só. Pressionei minha mão em sua cintura e ela passou a me cavalgar com força, rebolando em todos os sentidos enquanto eu chupava seus seios e dava tapas na bunda.

Pedi para a Pan deitar na cama, peguei minha vara e fui colocando devagar na buceta que começou a engolir meu cacete e começamos um vai e vem bem gostoso. Depois segurei suas pernas e comecei a socar de forma mais vigorosa até inundar a camisinha com o meu milk shake protéico.

Naquele dia eu estava na febre do rato, e pouco tempo depois, já estava pronto para um novo round. Agora, com ela D4, posicionei meu membro bem na entrada e Pantera empinou a bunda, deixando a xota bem aberta. Depois que o mastro entrou, puxei os quadris dela para trás e comecei a bombar. Tirava quase todo o pau e socava sem dó enquanto apertava e estapeava sua raba. A safada aguenta e ainda pedia mais. Aumentei ainda mais o ritmo, estoquei lá no fundo e gozei de novo, dessa vez todas as minhas forças foram parar na camisinha e desabei ao seu lado na cama.

Tivemos mais um bate-papo rápido e fui feliz me consultar com o gastro.

A Pantera em imagens:



Tchau + Fui = Tchui



Relato anterior: Polyana Feiticeira