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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Uma breve Introdução
Chegamos ao meu quinquagésimo relato, e uma marca tão importante (pelo menos para mim), precisava ser com alguém especial. E nada mais justo do que escolher a pessoa que mais me atendeu nos últimos dois anos e que, inclusive, foi a companhia do meu primeiro relato, que iniciou minha jornada no GPARENA.
Nossas conversas sempre fluíram de forma leve e natural, proporcionando uma risada fácil. O entusiasmo contagiante da Pan foi o ponto de partida para a formação de uma conexão que torna cada encontro único. Seu profissionalismo, dedicação e atenção aos detalhes garantem um atendimento impecável. Sua doçura faz de sua companhia uma experiência única e encantadora.
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Vamos ao relato:
Cheguei em sua estadia e fui recepcionado por um belo sorriso de boas vindas, um beijo e um abraço apertado. Ela estava muito cheirosa e irradiando simpatia com muita alegria.
Local discreto mas de fácil localização, espaçoso, cama grande, temperatura agradável, confortável, limpo e muito bem cuidado.
Logo após nosso contato inicial, pedi pra fazer minha higiene e assim que saí do banho me deparei com a gata selvagem D4 na cama balançando o rabo. Não teve jeito, começamos a nos atracar a base de muitos beijos envolventes, carícias e troca de olhares maliciosos típicos de quem está matando a saudade daquela pessoa com quem se tem conexão e química.
Pantera abaixou a toalha que eu estava usando, colocando meu pau pra fora e passou a chupá-lo com vontade, deixando todo babado, alternando movimentos rápidos e lentos sem tirar os olhos de mim. Ela também lambia desde a glande até abaixo do saco para, em seguida, abocanhar o máximo que conseguia, forçando o máximo que conseguia até a garganta. Estava ávida, sedenta, carente e ainda tinha muito mais para me mostrar.
Como meu Pequeño Luchador não foge à luta, vestiu sua máscara e foi para o combate.
Pantera subiu em mim e começou a roçar a bucetinha na minha pica, quase entrava mas permanecia fora.
- Deixa eu ficar todo dentro de você… Quero te sentir!
Prontamente, a gata selvagem deu mais uma rebolada e largou o peso do corpo. Meu mastro entrou por completo e de uma vez só. Pressionei minha mão em sua cintura e ela passou a me cavalgar com força, rebolando em todos os sentidos enquanto eu chupava seus seios e dava tapas na bunda.
Pedi para a Pan deitar na cama, peguei minha vara e fui colocando devagar na buceta que começou a engolir meu cacete e começamos um vai e vem bem gostoso. Depois segurei suas pernas e comecei a socar de forma mais vigorosa até inundar a camisinha com o meu milk shake protéico.
Naquele dia eu estava na febre do rato, e pouco tempo depois, já estava pronto para um novo round. Agora, com ela D4, posicionei meu membro bem na entrada e Pantera empinou a bunda, deixando a xota bem aberta. Depois que o mastro entrou, puxei os quadris dela para trás e comecei a bombar. Tirava quase todo o pau e socava sem dó enquanto apertava e estapeava sua raba. A safada aguenta e ainda pedia mais. Aumentei ainda mais o ritmo, estoquei lá no fundo e gozei de novo, dessa vez todas as minhas forças foram parar na camisinha e desabei ao seu lado na cama.
Tivemos mais um bate-papo rápido e fui feliz me consultar com o gastro.
A Pantera em imagens:
Tchau + Fui = Tchui
Relato anterior: Polyana Feiticeira
