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SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
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ANAL
SIM
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REPETECO
SIM
Raika Bittencourt
Adjetivos são insuficientes para qualificá-la. Fosse mais jovem, sem dúvida alguma Holmes já lhe teria feito uma proposta indecente. Raika o encanta com o conjunto da obra. Depois que voltou a ter um ninho para receber (na AA), aí mesmo é que virou covardia. Holmes lá tem brotado praticamente todas as semanas.
Dessa vez Raika recebeu o famoso detetive da forma como ele mais aprecia, usando um body que torna suas curvas hipnotizantes, de tirar o fôlego. Holmes não a toca ..... simplesmente a come com os olhos, e fala umas besteiras as quais até hoje não é capaz de se lembrar. Não é a primeira vez que ele fica meio abobalhado quando se depara com ela vestida assim. Descrição de reação semelhante consta também em alguns dos relatos anteriores.
Raika é sorriso puro, faz a maior festa. Holmes, aos poucos, vai recuperando seu equilíbrio. De olhos fechados ele a abraça, respira bem fundo para sentir seu cheiro, e relaxa; com suas duas mãos envolve o rosto de Raika, encarando-a bem de pertinho, e assim, parafraseando o honorável amigo Baco, se inicia mais uma visita de duas horas ao Paraíso.
Com a trocação de carinhos já rolando, sem pressa alguma, Holmes ajuda Raika a se livrar de seu body, ao mesmo tempo em que se desfaz de suas próprias roupas. Não dura muito Raika já está prostrada na sua cama pedindo o que? Adivinhem. Massagem com óleo de coco (pra variar, né?).
Raika deitada, toda besuntada, com aquele cabelão de índia espalhado sobre o travesseiro, olhos fechados e um sorriso tesudo de cantinho de boca, é uma visão que não se apaga da mente de Holmes. É sempre um puta sacrifício iniciar a massagem sem maldades, sem se esfregar nela, passando ao largo daquela bunda, ppka, etc. (principalmente do “etc.”). Mas isso faz parte do “protocolo Holmes”, que consiste em primeiramente relaxá-la (para, somente depois, “abusá-la”).
“A paciência é a rainha das virtudes”, dizem alguns. Holmes acredita, acalma seu eterno companheiro Watson, e continua valentemente com a missão de relaxar Raika até deixá-la entrar em alpha. A partir daí a massagem começa a incluir também toda a região do pecado original. Evoluindo, Holmes se deita sobre Raika, complementando a massagem manual com seu próprio corpo.
Não é necessário dizer o quanto a coisa esquentou. Se insurgindo contra o roteiro que Holmes havia cuidadosamente traçado, Watson foi categórico: “sai, que agora é a minha vez .... não aquento mais”. E assim ele fura a fila, para, logo em seguida, o abestado, ser nocauteado pelas fortes contrações de Raika. Ela não goza, mas fica orgulhosa de ter feito o velho detetive atingir Valhöll tão precocemente; fato muito raro.
Pausa para descanso, hidratação, etc.
Papo vai, papo vem. Beijos e carinhos em ritmo crescente. Raika ainda molhadinha se acomoda, “convidando” Holmes a provar de seu néctar vegano. Não foi preciso falar duas vezes. O arqui-safado detetive se lança com a maior vontade entre as belas pernocas de Raika e lentamente vai começando o minete, desde já sabendo que Raika precisa de tempo para chegar lá. Sem limites, ele usa de todas as artimanhas complementares que, sabe, são do gosto dela.
Quebrando expectativas, para a felicidade de ambos, Raika dá sinais de ter atingido duas vezes o clímax bem antes do esperado, tendo contrações superiores ao usual. Isso deixa Holmes doidinho, com um desejo insuperável de proporcionar a Watson a possibilidade de vivenciar uma vez mais a inesquecível experiência de ser literalmente espremido pela ppka pulsante de Raika. E lá foi ele experimentar uma vez mais essa sensação foda. Bingo !! Partida empatada.
Todos os encontros que Holmes teve com Raika, deixaram o gostinho de “quero mais” (ao menos para ele). Este não foi exceção. Desde já .... saudades.
