15 de Novembro de 2025 às 12:31
SERENA
https://www.instagram.com/portela.11oficial?igsh=MXRjYm40Mm04bTFhcg==
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Serena, Portela 11

Comecei a noite como sempre: apoiado no balcão da Portela 11, deixando a primeira cerveja gelada desfazer o peso do dia. O som pulsava como um coração acelerado e, por algum motivo, a lua parecia mais cheia do que no céu — talvez porque Madureira sempre teve esse talento de acender a gente por dentro.

Foi quando senti aquele perfume primeiro, antes mesmo de ver a dona dele. Doce, quente, com alguma coisa que lembrava maresia misturada a dendê.
Uma voz baixa me alcançou pelo ombro:

— “Posso te fazer companhia, meu bem?”

Virei.
E ali estava ela: Serena.
Pele dourada, sorriso de quem conhece segredos antigos, e o olhar… ah, o olhar tinha aquela faísca típica das baianas que parecem conversar com o Universo inteiro sem mover os lábios.

O destino tem dessas ironias: eu, que tinha passado as férias em Porto Seguro há poucas semanas, agora dava de cara com uma baianinha em pleno Rio, como se os astros tivessem decidido brincar comigo.
Mercúrio retrógrado pode até atrasar a vida, mas naquela noite ele alinhou tudo certinho.

Sentamos num canto mais tranquilo da casa. A luz azulada batia nela como se a própria lua tivesse descido só pra iluminar a cena. E sem nenhuma pressa — como é de lei para quem nasceu com o axé de lá — Serena falava enrolando o “r”, balançando o quadril até quando ria, trazendo aquela energia quente de litoral que desarma qualquer um.

A conversa começou suave, mas a química… essa veio rápida.
Era como se o signo dela empurrasse o meu, como se nossos mapas se reconhecessem por instinto. Um jogo de órbitas se formando ali mesmo, sem manual, sem roteiro.

Serena se aproximava devagar, daquele jeito que não invade, mas convida. O perfume dela encostava antes do corpo, e cada gesto parecia acender alguma constelação que eu achava que já tinha apagado. Era toque sem tocar. Era promessa. Era fogo aceso só no sopro.

Ela falava baixinho no meu ouvido — algo sobre destino, sobre encontros que já estavam escritos muito antes da gente nascer — e cada palavra fazia a imaginação trabalhar mais do que qualquer gesto direto faria.

A verdade é que, naquela noite, Serena não precisava de muito para me levar.
Bastou o sorriso torto, o sotaque quente, o jeito de encostar o queixo no ombro como se consultasse os astros antes de cada movimento.

E quando finalmente a energia entre nós deixou de ser só promessa…
Bem… o resto eu deixo guardado nas entrelinhas.
Porque tem coisa que é mais poderosa justamente quando o leitor imagina.

No fim, só sei que saí da Portela 11 sentindo que o Universo tinha dado um nó perfeito entre Bahia e Rio, entre lua e desejo, entre o acaso e o inevitável.

✨ Relato por AscendenteX – explorando o prazer como quem desvenda os segredos do zodíaco ♏