BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mandei uma mensagem que foi respondida na hora. Acertamos os detalhes da agenda e o encontro marcado.
O espaço tem suas divisórias improvisadas que não vão até o teto. A luz fria do banheiro e de uma das saletas se mistura à escuridão da área dos fundos, onde fui colocado. O "matadouro" tinha um colchão e uma maca, e era bastante apertado. A toalha parecia limpa, pequena e cheirava a sabão, e o banheiro era razoável.
Muito longe de se configurar como um cativeiro, a real é que me senti adentrando uma repartição pública clássica com aquelas divisórias e a porta velha de madeira escura. Pelo menos não havia ventilador de teto; o ar-condicionado funcionava. Tinha entrado no "Ministério do Amor", a "Superintendência da Sedução... só faltava pedir 3 vias e reconhecimento de firma para transar.
Angélica abre a porta de vestidinho preto e me recebe com aqueles olhos, aquele rostinho, aquele sorriso tímido. Roubei um beijo. Fiquei estático, até ouvir um "Entra logo…". Abracei-a para sentir seu corpo: altura mediana, curvas no lugar certo, uma verdadeira delícia, e sem falar no jeitinho meio quieta.
Uma conversa rápida, alguns comentários soltos, e então me deitei no colchão.
Ela começa pelos pés e vai subindo. A massagem é boa, tudo muito calmo, sem movimentos bruscos. Gostei da pegada, que ficou ainda melhor quando ela chegou nas costas. Não foi apenas relaxante; foi profunda, apertou uns pontos que eu nem tinha me ligado. Me destravou de verdade.
A coisa esquenta de vez quando me viro. É aí que ela inicia um mapeamento corporal com as mãos e a boca. Beijos molhados, entregues, foi indo inteiro pelo corpo.
Então, ela começa um dos melhores orais que já recebi – combinava a devoção e um toque firme que era sensacional.
Depois de um tempo, ela se aproxima de mansinho, com um ar sem jeito: "Quer finalizar como?". Vou tirando o vestidinho dela. Ela fica nua, e aquele corpo suave se encaixa perfeitamente.
Nessa hora, ela se levanta para pegar a camisinha. Antes de colocá-la, me ajoelho e peço para sentir novamente aquela boca carnuda. Foi quando senti nos dedos aquele "mel" escorrendo, uma delícia.
Levantamos, e ela ficou de frente na maca. Ela rebolou de frente, de quatro, por cima. Cavalgava como uma onda. Aquela timidez era a última mentira daquela hora, angélica foi feroz.
No fim, higiene básica e um pouco mais de carinho. Uma conversa rápida, um banho e um "até logo".
Angélica é meiga, mas pega forte. É graciosa, mas é feroz.
Seu talento ofusca completamente o local onde atende. É aquilo né: nem a putaria consegue ser eficiente. Tem que ser no improviso da meia luz.
Afirmo que foi um dos melhores encontros e massagens que tive em anos. Meu retorno é mais do que certo.