05 de Novembro de 2025 às 11:55
CAMILA RIVERA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Meu segundo encontro com Camila foi ainda melhor que o primeiro.

Logo na porta, fui recebido com beijos lascivos e molhados. Sua língua era deliciosa e suave, seus lábios, uma fartura. Segurei-a pela cintura e aproximei meu corpo do seu, com um desejo que ameaçava consumir ali mesmo, na entrada. Uma coisa que eu não havia dito anteriormente: a pele de Camila é vistosa. Boa de acariciar, de passar a mão. Cada toque pedia mais contato, mais aproximação. Ficava intrigado com isso; poderia passar o nosso encontro inteiro apenas assim.

Fui tomar um banho e, ao retornar, dirigi-me ao quarto. Camila estava linda, como sempre. Adoro a visão de suas curvas. Sua bunda é um atrativo, de fato, mas são as coxas, a barriga, os cabelos longos e sedosos, a cintura... o conjunto que eleva a obra. Fiquei a observá-la enquanto ela ia de um lado a outro do quarto, apagando as luzes, escolhendo uma música, fechando a porta. Em certos momentos, ela se abaixava para pegar algo, e eu me pegava encarando seus ângulos mais convidativos.

Começamos com mais beijos. Eu os adorava. Enquanto ela me beijava, aproveitava para afundar minhas mãos em suas nádegas, em suas coxas. Senti o calor de sua boceta contra minha barriga e escutei sua respiração ficar mais ofegante. Os bicos dos seus seios estavam durinhos. Não resisti e logo os abocanhei. Tentei chupá-los com cuidado para não bater os dentes, ainda buscando a técnica perfeita. Chupava, apertava, massageava, puxava de leve. Sentia seu cheiro, escorregava as mãos por entre seus cabelos. Queria mais de seus beijos.

Foi então que Camila teve uma ideia. Ela se levantou e pegou um lenço que usa para me vendar. Mexi-me, inquieto, mas ela pediu que eu ficasse parado, e eu obedeci aos seus comandos. O que se seguiu foi uma das experiências mais incríveis que já vivi. Camila proporcionou-me uma jornada sensorial das mais instigantes. Seus lábios suaves beijavam-me levemente. Ela se aproximava do meu ouvido, soprava, ofegava, beijava. Com as pontas das unhas, explorou zonas erógenas do meu corpo que eu nem conhecia. Pescoço, peito, barriga, flancos, virilha, pernas... Camila extraía de mim suspiros e gemidos. Meus nervos estavam ávidos por mais. "A flor da pele" foi a expressão que me veio à mente.

Então, ela se posicionou e abocanhou meu pau, fazendo um oral que deixava claro que não agia por obrigação, mas por prazer genuíno. Era molhado, cadenciado, intenso, com uma sonoridade belíssima. Eu amei.

Pedi que viesse até mim, pois queria retribuir. Agora era minha vez de atormentá-la. Beijei seu grelo. A umidade era intensa. Escorreguei os dedos e pude sentir o calor que exalava dela. Parti para o ataque, primeiro com linguadas amplas e mãos exploradoras, para depois me concentrar em seu clítoris, sua virilha, suas coxas e seu ventre. Camila gemia, se contorcia, xingava, suplicava. Eu adorava cada reação. Sua respiração era quase ofegante, tentando se conter, mas eu não dei trégua. O sabor convidativo e hipnótico dela me puxava para mais.

Logo ela se contorceu daquele jeito característico. Eu continuei. Ela se contorceu ainda mais. Eu não parei. Foi quando ela fechou as pernas. Eu ri. Ela me chamou de "filho da puta" e de "safado". Eu ri ainda mais. Disse: "Se não estivesse gostando, me pediria para parar". E voltei a me fartar.

Ao fim, fui para mais beijos. Camila não virou o rosto. Ela pegou a camisinha e eu a puxei para a beirada da cama. Guiei meu pau para dentro de sua boceta com pressa. Estava com gula dela. Fome de Camila e meu apetite era voraz.

Penetrei e comecei minhas estocadas em um ritmo cadencial. E Camila começou a gritar. A urrar e a gemer. Olhava em seus olhos e a beijava. Sentia sua pele quente e macia. Batia minha pélvis contra sua virilha. Escorregava as mãos pelos pelinhos dourados de suas coxas. Lambia seus seios. Fartei-me com tudo.
Camila gritava e urrava, e eu a chamava de "cachorra", de "safada", de "gostosa". Cada investida me lançava aos limites do prazer. Senti o fim se aproximando, então parava e dava mais linguadas nela. O suficiente para me recompor. Enquanto isso, pensava que precisava me acalmar, mas não demorava para a loucura retornar. Era o êxtase de possuí-la.

Trocamos de posição. Ela agora estava de quatro. Admito que esse é um de seus ângulos mais mortais. Sua bunda, já farta, tornava-se algo descomunal. Convidativa. Minhas investidas agora eram bem mais ferozes. Metia com força, com vontade. Segurava seus ombros, puxava sua cintura. Sentia minha virilha sendo afagada pela maciez de suas nádegas. Lambia-a naquela posição, vendo seu cuzinho lindo e sua vulva maravilhosa piscarem para mim. Enfiava o nariz em sua vagina e chupava seu clítoris com a fome de um bezerro.

Ela tentava falar algo, mas as frases se perdiam em meio a gemidos. E eu, querendo atormentá-la ainda mais, perguntava "O que foi?" com um cinismo que nem sabia ter em mim. Adorava aquela sensação de vê-la exposta. Nua. Não apenas a nudez do corpo, mas a da alma.

Esse foi o tom do nosso encontro.

Ela aceitou tudo que lhe dei, e eu aceitei tudo que ela me ofereceu.

Irei voltar. Voltarei mais e mais vezes. Camila é incrível.