20 de Outubro de 2025 às 14:48
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM





Raras, quase inexistentes, são as mulheres que realmente me pegam de jeito. Não sei explicar o motivo, talvez nem exista. Mas Lavínia tem alguma coisa. Atenciosa, simples, bunda grande, nada de frescura, e um beijo verdadeiro, sem truque barato. Ela me desperta um tipo de amor. Quantas vezes repeti? Perdi a conta.

A maioria dos caras dá nota alta pra tudo hoje em dia. Covardia. Medo de desagradar, medo de perder o prestígio. Elogiam até o que não presta. Você pode sair de um encontro com trauma e ainda assim escreve “ótimo atendimento, voltaria com certeza”. Com Lavínia, não preciso mentir. Ela é exceção. Te prende sem precisar pedir.

Cheguei na rua Evaristo da Veiga já de noite. Entrei, subi, toquei a campainha. A porta se abriu sozinha, e de repente ela estava lá, me beijando sem aviso. Lingerie mínima, corpão inteiro para explorar sem mapa.

Apertei os seios, mordi, senti ela se colar em mim. Corrente elétrica no sangue. Na cama, a conversa não durou muito. Ficamos embolados, pernas, bocas, línguas, aquele caos gostoso.

Peguei meu aparelhinho de eletrochoque e encostei no clitóris dela. Vibrou, gemeu, se abriu inteira. Gozou. Depois, ela montou em mim, quicando como se o mundo dependesse disso. Mais gemidos, mais gozo. Eu quase morto, mas feliz.

— Posso te chupar? — perguntou, doce demais para a cena.

— Nem precisa perguntar.

E veio o boquete. Daqueles quentes. Alternava com a mão, até eu gozar jogando fora a vida inteira em litros de sêmen que não iam fecundar nada.

Depois conversamos qualquer amenidades, nos despedimos, e eu fui embora pelas ruas escuras do centro. Um homem exausto, mas com a certeza de que ainda é possível encontrar uma mulher que oferece prazer real.