28 de Setembro de 2025 às 23:19
RAIKA BITTENCOURT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Raika Bittencourt

“Mulher que tem bom gosto e allure não precisa esbanjar para estar bem vestida em qualquer ocasião”. Essa afirmativa se encaixa à perfeição em Raika. Depois de ser super elogiada pelo bom gosto do que vestia ao chegar no Hotel no qual Holmes se hospedara, Raika, com seu jeitinho, sem afetação, detalha o preço de cada uma das peças que vestia; todas haviam sido adquiridas em brechós.

Pois bem. Holmes lhe assegurou que, exatamente da forma como estava vestida naquele dia, com certeza mais do que absoluta, ela chamaria a atenção pela beleza e harmonia, estando em qualquer das calçadas da Oxford Street, uma das ruas mais fashion de sua querida Londres, consequentemente do mundo.

Raika estava super simples, e deslumbrante. Típico dela. Poucas mulheres têm condições de fazer igual, e ao mesmo tempo se comportarem da forma discreta como Raika consegue. É um privilégio compartilhar de sua companhia, e Holmes se aproveita como ninguém dessas oportunidades que ela lhe oferece.

Em meio à conversa que têm assim que chega, Raika, depois de ouvir os elogios que Holmes não se cansa de repetir, começa a tirar suas roupas bem lentamente, uma a uma. O famoso detetive, a essa altura bem babão mesmo, fica meio perdido, e, sem jeito, não vê alternativa a não ser fazer o mesmo.

Contrariamente ao que costuma propor, dessa vez o menu de Holmes oferecia apenas uma entrada: massagem vigorosa, voltada a aliviar as dores musculares das quais Raika tanto reclamava.

Ela de dorso, Holmes começa uma forte massagem na índia cunhã, com bastante óleo de coco previamente amornado no chuveiro do Hotel. Raika relaxa, a ponto de quase dormir, o que só não acontece pois o devasso detetive já começa a privilegiar de vez em quando seus grandes lábios, derivando depois para uma massagem predominantemente ppkal.

O que aconteceu em seguida foi inédito. Holmes, acometido por um tesão ímpar, rompe o seu roteiro usual e quer partir direto para a metelança, passando por cima dos vários divertimentos preparatórios que normalmente propõe. Resultado: em menos de cinco minutos lá está Holmes prostrado, esgotado, atônito, e até mesmo um pouco envergonhado por ter se comportado como um adolescente em sua estreia sexual com uma menina. Na realidade Holmes não teve força suficiente para resistir às fortes pulsações ppkais que Raika protagonizou, e se entregou completamente, bem no início do primeiro round. Shame on you !

Foi necessária uma extensa pausa para descanso, durante a qual a maior parte dos assuntos pendentes foi colocada em dia. Papo vai, papo vem, caiu-se em um assunto comentado por Holmes em um dos seus relatos com ela mesma, no qual ele apelidava sua perolazinha pelo nome de uma frutinha nordestina deliciosa, a pitomba. Raika disse que ao ter lido o relato, consultou o Google sobre a tal da pitomba, e a descrição a fez rolar de rir, pois se ajustava perfeitamente ao que Holmes havia descrito no relato.

Estimulado pelo rumo que a conversa tomava, Holmes recomeça a procurar, e rapidamente encontra, a agora famosa pitombinha. Daí para começar um oral foi um pulo. Lá estava Raika atravessada na cama, confortavelmente recostada em um travesseiro, enquanto Holmes, de joelhos no chão forrado por outro travesseiro, encaixava seu rosto entre as fabulosas e quentes pernocas da linda cunhã Poranga.

Assim parecia que o tempo não passava. Todas a variações de sexo oral imaginadas por Holmes se tornavam realidade. Raika não molha ... enxarca; franze o cenho e abraça seus próprios seios; fala umas coisas sem nexo. Apesar desses sinais, o devasso detetive fica em dúvida se ela está tendo um orgasmo ou não, pois esses não evoluíam, e sim permanecem estáveis.

Na dúvida, Holmes passa a complementar o minete com os demais recursos usuais, até que Raika começa a acusar contrações ppkais de magnitude 8 na escala Richter.

Ao invés de respeitar a famosa pausa técnica que costuma rolar nessas circunstâncias, o devasso detetive se aproveita das contrações absurdas e coloca novamente seu inseparável companheiro Watson a protagonizar. Este, atolado naquele ambiente quente, encharcado, e acolhedor, não quer outra vida, senão a de lá se acomodar pelo resto de seus dias. E é exatamente o que acontece ..... festa no AP.

Esgotado o tempo do segundo round, quando finalmente Watson chega ao estado de meia bomba, a ppka de Raika não perdoa: lá vem ela com uma derradeira contração, e PLOFT, já está o molengão do Watson desmaiado e ao relento, o verdadeiro “pau homeless”.

Dessa vez, quando o alarme do tempo soou (2h), ninguém escutou. Foi tudo realmente bem intenso.

Obrigado uma vez mais querida Raika. Repeteco já agendado, né ?