17 de Agosto de 2025 às 16:09
NUBIA FERNANDES
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TAINá AVILA
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NUBIA FERNANDES
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

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REPETECO

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TAINá AVILA
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Passados alguns dias, e confiando apenas na memória, arrisco ordenar os acontecimentos a seguir.

Navegava pelas páginas do Arena quando vi a provocação. Uma promessa de tempo e atenção oferecido a quem fosse favorecido pelo sorriso da Fortuna. 
E que belo sorriso esta deusa reservou ao escolhido.



A Esfinge me encara com seus olhos de safira. Lança um enigma sobre instigar, desejar, desvendar... E então sussurra: "Decifra-me ou te devoro". Duas respostas são dadas como se fossem uma. Uma pequena trapaça? Ainda assim, ela aceita com um sorriso. É neste momento que percebo: ela não está só. Trinta minutos de atenção são consentidos. Argumento, e ganhamos mais trinta. O portal, cercado por símbolos de proteção e sorte então se abre a minha frente.


O prêmio, que antes habitava o imaginário na forma de desejo, agora se desvenda e torna-se real. Pode ser visto a meia-luz e está ao alcance das mãos.  Olhos azuis que hipnotizam, presença que domina o espaço, sorriso espontâneo que desarma. A esfinge aqui torna-se musa e se faz carne. A força do seu axé é sentido. Apresenta-se como Núbia, nome que evoca a riqueza dourada do norte da África com toda sua força, magia e beleza.


Em sua companhia, para minha alegria, se faz presente a linda e desejada Ninfa Tainá, capaz de me iluminar e me aquecer apenas com sua presença. No passado recente, em nosso primeiro encontro, foi ela quem plantou em mim o desejo de um encontro duplo. Agora a capacidade mágica do desejado se auto realizar se confirma de forma surpreendente.



Recepção acontece com muitos beijos e bocas que se encontram. Mãos passeiam pelos corpos que se unem. Se na realidade dois corpos não ocupam o mesmo espaço, aqui três parecem fazê-lo com absoluta naturalidade  


A água mata a sede. 
Lava o corpo recém chegado. 
Uma vela é acesa.


Deito-me. Tainá, amazona dos meus desejos, se oferece inteira, sentando-se sobre meu rosto, trazendo seu cheiro, seu gosto. Enquanto isso Núbia beija todo o meu corpo - que neste momento já é todo dela - até chegar ao membro que é então explorado, babando, engolido e cuspido.


Núbia, que reconheceu a minha natureza pelos beijos, me dá agora o que sabe que quero. Deita sobre as costas, abre as pernas e se oferece para minha boca. Ali eu me perco enquanto Tainá me engole. Daqui só saio quando Núbia me aperta com força entre suas coxas e, em seguida, me puxa para um beijo.


As imagens que se seguem e não se apagam são de Núbia se posicionando na cama uma felina de quatro, Tainá deitada na beira da cama com seus pezinhos em meu peito, um oral profundo que acelera até encontrar o gozo nos seios de Núbia.


Agora o calor é sentido.
Muito líquido foi derramado.
Um banho a três se fez necessário. 
Histórias são contadas.
Mais intimidades reveladas.
Presentes oferecidos.
O tempo acaba e o portal se fecha às minhas costas.



Saí desnorteado e, de volta à realidade, percebi: a Esfinge jamais teve seu segredo desvendado. A verdade é que o portal se abriu apenas para que eu fosse devorado.