BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Tudo estava calmo no reino de Arenália até que um boato passou a circular pelas tabernas: a Princesa se afastaria da corte para cuidar de assuntos pessoais. Responsável por tantas benesses, o mero rumor de sua ausência abalou a calmaria que mantinha o reino em paz. Burburinhos sobre protestos e um levante popular começaram a surgir. O sábio Lorde Brand, conselheiro pessoal do rei, surgiu com uma solução: um concurso selecionaria um súdito para passar uma última noite com a Princesa antes do retiro. O anúncio acalmou os ânimos e a paz voltou a Arenália.
Soube do concurso por acaso, quando, após uma noite de bebedeira, me deparei com o panfleto com as regras da inscrição. Com tantos letrados no reino, julguei a contenda injusta. A aristocracia tinha mais intimidade com o vernáculo do que a plebe. Tratava-se portanto de um embuste: o povo era alimentado com esperança, mas a premiação ficaria com a classe dominante. A falsa ideia de condições igualitárias não era novidade, mas o artifício funcionava de maneira recorrente. Rasguei o panfleto e pedi ao taverneiro para voltar encher minha caneca.
A ideia de um encontro com a Princesa ficou na minha cabeça mesmo ciente de que o concurso se tratava de um ardil para manter o populacho sob controle. Entre uma caneca e outra, um sopro divino arejou meus pensamentos com inspirações controversas. Corri até meu aposento na antiga estalagem, peguei um pergaminho e rascunhei minha participação. Na manhã seguinte submeti à corte.
A carta da princesa acerca do resultado me pegou de surpresa em mais uma noite de estado etílico. Era como levava a vida, trabalhava o suficiente para manter meu quarto na estalagem, a barriga satisfeita e minha caneca cheia. Dois enviados do rei me encontraram debruçado sobre uma mesa da taverna. Acompanhados de uma pequena multidão, anunciaram: cure-se da bebedeira, tome um banho e vista roupas limpas. Hoje à noite você vai ao encontro do Princesa.
O castelo da Princesa levava o nome de Sir Álvaro Alvim, batizado em homenagem ao médico que havia curado a rainha de uma enfermidade tempos atrás. Majestoso, o palácio ocupava todas as trinta e sete milhas da região central da cidade. Fui conduzido pela guarda real até o salão onde a Princesa me aguardava. Pelos Deuses!, ela exclamou ao me ver. Você não é aquele que chamam por aí de Ceveja? Eu mesmo, vossa Alteza. Sua reputação o precede, ela comentou. Espero que boa. Controversa, ela respondeu com um olhar inquisidor. Como devo chamá-lo? Cerveja está ótimo, Princesa. Você chegou a me enviar algumas correspondências, não foi? Sim, algumas. Sinto muito por não ter respondido apropriamente. Compromissos reais, espero que entenda. Nada pessoal.
Pudemos conversar enquanto a Princesa me apresentava o castelo. Mostrou-se simpática e comunicativa, quis me deixar à vontade em sua presença. Fomos escoltados por dois cavaleiros de sua guarda pessoal que, à distância, acompanhavam nosso movimento. Mostrou-me a biblioteca do palácio e, enquanto lia a lombada de alguns livros, pude observar o contorno do seu corpo por baixo do vestido. Era mais graciosa do que eu havia imaginado. Quando passamos pela despensa, surpreendeu-me ao servir uma cerveja para nós dois. Não sabia que princesas bebiam, comentei. Estou recebendo o Cerveja em meu castelo, ela comentou, pensei em dar o tratamento apropriado. Brindamos e seguimos pelo corredores. Quando passamos por uma porta de madeira trancada, eu quis saber o que havia lá dentro. É o meu aposento, ela comentou. Perguntei se poderia conhecer. Eles arrancariam sua cabeça, ela respondeu apontando para os guardas. Não tem um jeito de se livrar deles?, perguntei. Guardas!, ela levantou o tom de voz. Imediatamente me desculpei pela ousadia, tentando interrompê-la, mas os guardas já haviam se aproximado. Tragam mais cerveja, ela ordenou. Um deles hesitou, mas o outro partiu imediatamente e ele o seguiu. Fiquei olhando para a Princesa, tentando decifrar suas intenções. Não sei se deveríamos beber mais, comentei quando os guardas retornaram. Não é pra gente, ela respondeu e piscou um dos olhos. Você não queria conhecer meu quarto?
Os guardas sequer hesitaram quando a princesa ordenou que os bebessem a cerveja. Antes, discretamente, misturou nas canecas algo que trazia oculto em uma das dobras do vestido. Os guardas adormeceram, caídos pelo corredor. Ela destrancou a porta, olhou na minha direção e disse: uma princesa precisa conhecer alguns truques para ter um pouco de paz. Depois entrou no quarto e convidou: você vem?
A Princesa não deixou dúvidas de suas intenções depois de ter trancado a porta. Beijou minha boca e logo quis ajuda para tirar o vestido. Depois me despiu e passou a alisar meu pau. Acariciei seus cabelos, mas ela tinha ideias mais ambiciosas. Pegou uma das minhas mãos e levou até a sua boceta para que eu a sentisse molhada. Ficamos naquela masturbação mútua por um tempo até que ela saltou para a cama e, de quatro, começou a me chupar. Depravada não economizou a garganta aristocrata. Engolia meu pau até a base e deixava escapar pequenas lágrimas de emoção ao ver seu súdito tão envolvido. Quis retribuir, mas ela achou que ainda não era a hora. Para mostrar toda sua generosidade, me colocou sentado na cama, se ajoelhou e deu a este pobre pebleu o tratamento de uma linhagem nobre. Quando pude retribuir, a princesa se entregou por completo. Gemeu, rebolou e esfregou a boceta na minha boca sem o menor pudor. Engatamos um meia nove e, depois, entre sussurros, avisou que iria gozar. Sua boceta pingava. Escorreu sobre mim a ponto de encharcar minha barba e entupir meu nariz. Depois saiu de cima de mim, limpou meu rosto e se desculpou. Já te usei, agora é sua vez. Coloquei-a de quatro na cama e quando ia penetrar sua boceta, ela me impediu. Uma princesa precisa se manter pura até o casamento, disse. Segurou firme meu pau e direcionou para a joia da coroa. Assim não tem problema, comentou olhando para trás depois que meu pau deslizou para dentro de si. Vai, me fode seu gostoso. Penetrei a princesa sem qualquer restrição. Quanto mais eu forçava minha pica, mais ela me incentivava. Isso, come meu cuzinho. Puto! Depois de um tempo eu a empurrei sobre a cama e, com a princesa de bruços, coloquei meu pau o mais fundo que eu poderia. Estoquei com o vigor que me restava e, quando meus gemidos se intensificaram, ela deu a ordem derradeira: goza gostoso no meu cu, vai.
Bebemos mais uma cerveja sentados na cama. Conversamos sobre o afastamento dela e seus motivos. Depois me deu uma aula sobre chakras e energia sexual. Os guardas devem acordar daqui a pouco, ela comentou durante o papo, melhor você ir. Enquanto eu me arrumava, combinamos de nos encontrar após seu retorno. Vai deixar saudades, comentei. Vou, respondeu. Demoro, mas volto. Os guardas me conduziram até a saída do castelo depois de despertarem. Pelos olhares que trocamos, sabiam exatamente o que havia acontecido. Fui embora me perguntando quantos já estiveram no meu lugar.
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Este encontro foi resultado do concurso "Um príncipe para a Princesinha", promovido pelo GPArena em conjunto com esta mocinha simpática que atende sob a apropriada alcunha de Princesinha do Anal.
O concurso:
https://gparena.net/forum/viewtopic.php?f=106&t=6016&p=140582#p140582
A frase vencedora:
"A princesa é sapeca. Vê no brejo o bicho, olha pro sapo e acha capricho. O sapo é feio, mas não fraqueja: vira príncipe, oferece cerveja. Habituado à perereca, o Cururu grita: hoje eu quero cu! Dispenso a xereca!"
Por fim, deixo aqui meus agradecimentos ao GPArena, à Princesinha e aos amigos e amigas que votaram e participaram do concurso.
