07 de Agosto de 2025 às 17:16
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Minha fábula com a Princesinha é feita de desencontros. Quando minhas intenções iam em sua direção, outros súditos ocupavam meu lugar; quando ela retornava minhas missivas, estas pareciam protocolares e a gente se perdia. O nobre guerreiro Y@n chegou a fazer uma ponte para confabularmos, mas as tábuas de compromissos não coincidiram. Princesa com agenda real atribulada é sinal de muitos pretendentes, poucos horários ou um principado cobiçado por cortejadores. No caso desta donzela, as hipóteses são todas verdadeiras.

Tudo estava calmo no reino de Arenália até que um boato passou a circular pelas tabernas: a Princesa se afastaria da corte para cuidar de assuntos pessoais. Responsável por tantas benesses, o mero rumor de sua ausência abalou a calmaria que mantinha o reino em paz. Burburinhos sobre protestos e um levante popular começaram a surgir. O sábio Lorde Brand, conselheiro pessoal do rei, surgiu com uma solução: um concurso selecionaria um súdito para passar uma última noite com a Princesa antes do retiro. O anúncio acalmou os ânimos e a paz voltou a Arenália.

Soube do concurso por acaso, quando, após uma noite de bebedeira, me deparei com o panfleto com as regras da inscrição. Com tantos letrados no reino, julguei a contenda injusta. A aristocracia tinha mais intimidade com o vernáculo do que a plebe. Tratava-se portanto de um embuste: o povo era alimentado com esperança, mas a premiação ficaria com a classe dominante. A falsa ideia de condições igualitárias não era novidade, mas o artifício funcionava de maneira recorrente. Rasguei o panfleto e pedi ao taverneiro para voltar encher minha caneca.

A ideia de um encontro com a Princesa ficou na minha cabeça mesmo ciente de que o concurso se tratava de um ardil para manter o populacho sob controle. Entre uma caneca e outra, um sopro divino arejou meus pensamentos com inspirações controversas. Corri até meu aposento na antiga estalagem, peguei um pergaminho e rascunhei minha participação. Na manhã seguinte submeti à corte.

A carta da princesa acerca do resultado me pegou de surpresa em mais uma noite de estado etílico. Era como levava a vida, trabalhava o suficiente para manter meu quarto na estalagem, a barriga satisfeita e minha caneca cheia. Dois enviados do rei me encontraram debruçado sobre uma mesa da taverna. Acompanhados de uma pequena multidão, anunciaram: cure-se da bebedeira, tome um banho e vista roupas limpas. Hoje à noite você vai ao encontro do Princesa.

O castelo da Princesa levava o nome de Sir Álvaro Alvim, batizado em homenagem ao médico que havia curado a rainha de uma enfermidade tempos atrás. Majestoso, o palácio ocupava todas as trinta e sete milhas da região central da cidade. Fui conduzido pela guarda real até o salão onde a Princesa me aguardava. Pelos Deuses!, ela exclamou ao me ver. Você não é aquele que chamam por aí de Ceveja? Eu mesmo, vossa Alteza. Sua reputação o precede, ela comentou. Espero que boa. Controversa, ela respondeu com um olhar inquisidor. Como devo chamá-lo? Cerveja está ótimo, Princesa. Você chegou a me enviar algumas correspondências, não foi? Sim, algumas. Sinto muito por não ter respondido apropriamente. Compromissos reais, espero que entenda. Nada pessoal.

Pudemos conversar enquanto a Princesa me apresentava o castelo. Mostrou-se simpática e comunicativa, quis me deixar à vontade em sua presença. Fomos escoltados por dois cavaleiros de sua guarda pessoal que, à distância, acompanhavam nosso movimento. Mostrou-me a biblioteca do palácio e, enquanto lia a lombada de alguns livros, pude observar o contorno do seu corpo por baixo do vestido. Era mais graciosa do que eu havia imaginado. Quando passamos pela despensa, surpreendeu-me ao servir uma cerveja para nós dois. Não sabia que princesas bebiam, comentei. Estou recebendo o Cerveja em meu castelo, ela comentou, pensei em dar o tratamento apropriado. Brindamos e seguimos pelo corredores. Quando passamos por uma porta de madeira trancada, eu quis saber o que havia lá dentro. É o meu aposento, ela comentou. Perguntei se poderia conhecer. Eles arrancariam sua cabeça, ela respondeu apontando para os guardas. Não tem um jeito de se livrar deles?, perguntei. Guardas!, ela levantou o tom de voz. Imediatamente me desculpei pela ousadia, tentando interrompê-la, mas os guardas já haviam se aproximado. Tragam mais cerveja, ela ordenou. Um deles hesitou, mas o outro partiu imediatamente e ele o seguiu. Fiquei olhando para a Princesa, tentando decifrar suas intenções. Não sei se deveríamos beber mais, comentei quando os guardas retornaram. Não é pra gente, ela respondeu e piscou um dos olhos. Você não queria conhecer meu quarto?

Os guardas sequer hesitaram quando a princesa ordenou que os bebessem a cerveja. Antes, discretamente, misturou nas canecas algo que trazia oculto em uma das dobras do vestido. Os guardas adormeceram, caídos pelo corredor. Ela destrancou a porta, olhou na minha direção e disse: uma princesa precisa conhecer alguns truques para ter um pouco de paz. Depois entrou no quarto e convidou: você vem?

A Princesa não deixou dúvidas de suas intenções depois de ter trancado a porta. Beijou minha boca e logo quis ajuda para tirar o vestido. Depois me despiu e passou a alisar meu pau. Acariciei seus cabelos, mas ela tinha ideias mais ambiciosas. Pegou uma das minhas mãos e levou até a sua boceta para que eu a sentisse molhada. Ficamos naquela masturbação mútua por um tempo até que ela saltou para a cama e, de quatro, começou a me chupar. Depravada não economizou a garganta aristocrata. Engolia meu pau até a base e deixava escapar pequenas lágrimas de emoção ao ver seu súdito tão envolvido. Quis retribuir, mas ela achou que ainda não era a hora. Para mostrar toda sua generosidade, me colocou sentado na cama, se ajoelhou e deu a este pobre pebleu o tratamento de uma linhagem nobre. Quando pude retribuir, a princesa se entregou por completo. Gemeu, rebolou e esfregou a boceta na minha boca sem o menor pudor. Engatamos um meia nove e, depois, entre sussurros, avisou que iria gozar. Sua boceta pingava. Escorreu sobre mim a ponto de encharcar minha barba e entupir meu nariz. Depois saiu de cima de mim, limpou meu rosto e se desculpou. Já te usei, agora é sua vez. Coloquei-a de quatro na cama e quando ia penetrar sua boceta, ela me impediu. Uma princesa precisa se manter pura até o casamento, disse. Segurou firme meu pau e direcionou para a joia da coroa. Assim não tem problema, comentou olhando para trás depois que meu pau deslizou para dentro de si. Vai, me fode seu gostoso. Penetrei a princesa sem qualquer restrição. Quanto mais eu forçava minha pica, mais ela me incentivava. Isso, come meu cuzinho. Puto! Depois de um tempo eu a empurrei sobre a cama e, com a princesa de bruços, coloquei meu pau o mais fundo que eu poderia. Estoquei com o vigor que me restava e, quando meus gemidos se intensificaram, ela deu a ordem derradeira: goza gostoso no meu cu, vai.

Bebemos mais uma cerveja sentados na cama. Conversamos sobre o afastamento dela e seus motivos. Depois me deu uma aula sobre chakras e energia sexual. Os guardas devem acordar daqui a pouco, ela comentou durante o papo, melhor você ir. Enquanto eu me arrumava, combinamos de nos encontrar após seu retorno. Vai deixar saudades, comentei. Vou, respondeu. Demoro, mas volto. Os guardas me conduziram até a saída do castelo depois de despertarem. Pelos olhares que trocamos, sabiam exatamente o que havia acontecido. Fui embora me perguntando quantos já estiveram no meu lugar.

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Este encontro foi resultado do concurso "Um príncipe para a Princesinha", promovido pelo GPArena em conjunto com esta mocinha simpática que atende sob a apropriada alcunha de Princesinha do Anal.

O concurso:

https://gparena.net/forum/viewtopic.php?f=106&t=6016&p=140582#p140582

A frase vencedora:

"A princesa é sapeca. Vê no brejo o bicho, olha pro sapo e acha capricho. O sapo é feio, mas não fraqueja: vira príncipe, oferece cerveja. Habituado à perereca, o Cururu grita: hoje eu quero cu! Dispenso a xereca!"

Por fim, deixo aqui meus agradecimentos ao GPArena, à Princesinha e aos amigos e amigas que votaram e participaram do concurso.