BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Não sei mais quantas vezes já me encontrei com a Marcela. Demorei a postar o primeiro relato e depois soneguei muitos outros. Não tenho tanto a escrever e por vezes os encontros seguem um roteiro muito parecido. Seria um copiar/colar interminável. Também não acho interessante vir aqui postar um ou dois relatos por semana. Encheria o Arena de conteúdo repetido, além de, talvez, passar uma mensagem equivocada.
A Marcela não parece ser destes casos em que meu ímpeto irá desvanecer. A vontade por ela já perdura há algum tempo. E por mais que sonegue a repetição dos nossos encontros, eventualmente acabado retornando para dar uma luz às nossas intersecções. Nos encontramos desta vez num meio de semana, em em seu local na Senador Dantas. Minha vontade era tanta que saí de casa dizendo que ia tomar um café e fui me abastecer da cafeína que ela tem entre as pernas. Ela me recebeu, como sempre, com um beijo devastador e um sorriso que abriga meio mundo, suficientes para me convencer que ela também sentia Saudade. Quando já estou de banho tomado, vamos direto para a cama, a roupa dura muito pouco em nossos corpos. Se eu encontrasse a Marcela fora desta vida, era certeza de que não seria apenas um envolvimento fugaz. Problema é coisa que só presta grande. Um clichê para concluir: a Marcela é química de uma tabela períodica inteira.
Não fizemos nada muito diferente da última vez. Uma foda intensa, que varia entre a pegação acelerada e o carinho safado. Gosto muito de como ela sorri enquanto fode e do jeito como geme. Temos um roteiro meio base que não muda tanto porque nossos encontros não acontecem com a frequência que imagino que gostaríamos. O tesão coloca tudo meio que no automático e as cenas se repetem. Assim como eu não dispenso a sentada dela, a Marcela faz questão de gozar na minha boca toda vez. Diz que se a gente namorasse eu ia teria que chupá-la todo dia. Imagine o sacrifício. Normalmente eu gozo com ela de quatro, durante o sexo anal, que ela curte e não recusa . Da última vez, um fato inédito: ela ficou tão molhada que, quando fui penetrá-la, sequer precisou lubrificar o cuzinho. O tesão havia escorrido da boceta e feito boa parte do trabalho. Dei apenas uma leve cuspida no pau e o encaixe foi suave. Depois que gozei e deitei ao seu lado ela me chamou de maluco. Disse que só com um tesão muito fora do normal pra conseguir fazer anal sem usad o gel que ela deixa na cabeceira. Foi ruim?, perguntei. Não, ela respondeu, só foi irracional. Rimos juntos e, quando levantei para ir ao banheiro, deixei a marca de um tapa naquela bunda interminável.
Não demora pra voltar, ela pediu durante a despedida. O selinho se transformou em um beijo que seria combustível para uma segunda vez. Infelizmente eu precisei ir. Comeria fácil a Marcela de novo. Desci o elevador com o pau latejando, tentando disfarçar o tesão quando ele parou no quarto andar e uma senhora entrou. A Marcela é igual a cerveja: se pudesse, era todo dia.
