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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Vou tentar resumir os dois atendimentos em um relato só, pois eles foram com menos de uma semana entre eles, então acho que vale mais a pena fazer apenas um relato englobando os dois... apesar de ser difícil resumir o atendimento da Lana. Porque ele é cheio de tesão, intensidade, eletricidade... é sempre muito difícil traduzir em palavras, mas prometo tentar.
O primeiro encontro... já estávamos há um tempinho sem nos ver, e eu estava com um tesão acumulado digno de uns trinta crentes que "escolheram esperar". A temperatura sobe logo na porta, como sempre. A energia entre a gente acende como faísca em pólvora. Ela me recebe com aqueles beijos que só ela sabe dar, daqueles que arrepiam o corpo inteiro. Me prende em seus braços como se fosse ali que eu deveria morar, e minhas mãos já se perdem nas curvas dela, na pele macia feito seda quente.
Na cama, ela é um espetáculo daqueles que a gente assiste sem piscar, com admiração, como um show particular que envolve, hipnotiza e prende atenção do início ao fim. Deitados, os beijos ganham sabor ainda mais gostoso, os corpos parecem querer se fundir, como se estivessem tentando ocupar o mesmo espaço. As bocas se encontram o tempo todo, famintas, e as mãos vão ganhando velocidade e intenção... daquelas mais perigosas, mais sujas, mais deliciosas.
Quando a boca dela toca meu pau, é como se o mundo silenciasse pra prestar atenção. Ela faz aquilo com gosto, com entrega, com técnica e vontade. Baba, cospe, lambe, engole como se fosse sua última missão na Terra... e eu deixo ela ali por um bom tempo. Porque ela sabe que eu adoro, sabe exatamente o como eu adoro, e me deixa completamente entregue, rendido, vulnerável... nas mãos e na boca dela.
O tesão me consome e eu retribuo. A Lana tem um mel viciante... um gosto que gruda, que puxa, que vicia. Me perco ali entre suas pernas, entre seus gemidos, seu cheiro, seu gosto. Com o tempo, vou entendendo melhor seus sinais, seus caminhos... é como aprender uma língua nova só pelo tato, pela pele. Só de lembrar, a vontade volta com tudo, como um caminhão sem freio. Só penso nela deitada ali, escancarada, pronta, linda...
Não sei por quanto tempo fiquei ali, mas quando percebi, estávamos encaixados de lado. E foi naquele encaixe que me perdi de vez. Deixei o tesão me dominar, gozei ali mesmo, na bunda e nas pernas dela... foi intenso, forte. Ela se assustou com a quantidade, eu também. Mas era saudade acumulada... era tesão represado demais.
Nos limpamos, e antes de ir pro banho, ficamos mais um pouco grudados, abraçados, trocando ideias sobre a vida, curtindo a calma boa que vem depois da tempestade... e a companhia um do outro.
Como a agenda dela é apertada, ela não atende todo dia. E a hora com ela voa. Não consegui esperar muito, voltei em poucos dias. E eu achei que, por ter sido um encontro tão recente, a coisa viria mais branda... menos intensa, talvez. Ledo engano.
O beijo na porta já veio com ainda mais urgência. Corri pro banho, porque não queria desperdiçar nem um segundo. E algo estava estranho comigo — porque eu olhava pra Lana e jurava que ela estava ainda mais linda do que da última vez. Mais provocante, mais instigante, mais... ela.
O tesão não havia diminuído. Pelo contrário, parecia que os encontros estavam somando. Deitei ela na cama e fui direto ao ponto: minha boca entre suas pernas. Me perco novamente nas delícias dela, nos gemidos sussurrados, nas pernas me apertando, nos espasmos... nos orgasmos. Ali é o meu lugar, ali eu me encontro, e ali eu queria ficar.
Mas o tempo corria. Então Lana assume o controle. Me deito, ela começa aquele oral dos deuses... lambendo, chupando, me olhando com aquela malícia silenciosa. Passava a língua, me provocava. E eu ali, entregue, esperando ela completar o ritual.
Ela pega a camisinha, sobe em mim. E não, ela não senta de qualquer jeito. Ela encaixa devagar. Ela sente. Centímetro por centímetro. E eu sinto também... pulsando, molhado, quente. Um paraíso íntimo e exclusivo. Começa a cavalgar, e eu seguro sua cintura, trago ela pra perto, chupo seus seios, beijo sua boca. É um entrosamento inexplicável. Me dava tremedeira só de lembrar.
Emendamos num PPMM — posição que eu adoro, porque posso ficar admirando o rosto dela, sua boca, seus olhos. E Lana é gata. Daquelas que fazem você parar tudo na rua só pra olhar. E agradecer por ter cruzado com ela na vida.
Pedi um d4... ela atendeu com aquele olhar de quem já sabe o que vem. Ficamos ali mais um pouco, mas logo ela vira de bruços. E é aí que eu me perco de vez. Ela aperta as pernas, geme mais alto, a respiração acelera — e eu junto. E ali, naquele instante, ela me finaliza. Como sempre.
Depois, ficamos um tempo juntos, respiração e alma voltando ao eixo... conversamos, nos tocamos de leve, aproveitamos os minutos finais. Mas o tempo é cruel. Chega aquela hora em que eu tenho que sair e voltar pro mundo onde não existe Lana Lira...
Nos despedimos, mas o gosto que fica é sempre o mesmo. Um "te quero de novo", sem palavras. E eu sei que vou voltar.
