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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Monique Moura é a poesia que não se declama em voz alta, se vive na pele, na saliva, no suor. Mulher morena, de cabelos negros como pecado, pele de cetim e um corpo que desafia a lógica. Seus seios? Esculpidos com fúria divina. Seu rosto? Um convite ao delírio. Seu cheiro embriaga. Seu gosto, meu vício. Tudo com ela é rito e desejo.
Agendamento feito com dias de antecedência, pois sua agenda é concorrida.
O lugar onde ela atende é limpo, organizado, sensual, luz azul como promessa de abismos é o altar do nosso segredo.
Ela surge de lingerie, linda, mais mulher do que qualquer fantasia. E eu, indefeso diante da tentação, já entregue antes do toque.
Os beijos são vorazes, suas mãos me exploram como quem escreve um conto proibido sobre o corpo. Quando se ajoelha, seu oral é molhado, terno e animalesco ao mesmo tempo. Precisei do inferno da razão para não explodir logo ali. Rebati com língua e loucura, mergulhando naquela ppk linda, limpa, viva, pulsando prazer.
A penetração veio como se fosse destino. Primeiro de frente, nossos olhos presos, respiração trocada, suor e gemidos. Depois ela montou em mim com fome e eu, cavalo manso e selvagem, aguentei sua dança feroz. De bruços, depois de quatro, ela era paisagem e terremoto. Rebolava com maestria e gemia como se cada gozo fosse o último.
Estar com Monique não é apenas sexo. É adorar. É entrar num delírio quente onde o tempo dobra e tudo se dissolve em prazer e pele.
Monique Moura é a mulher que Nelson Rodrigues teria amado — obscena no mais belo sentido da palavra, e impossível de esquecer.