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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Semana agitada, nem eu achei que iria dar conta....tudo isso fruto de um dia específico em que varias iscas foram jogadas e eu mordi TODAS elas, e com muito prazer.... Stella entrou de novo na minha agenda, quebrando o protocolo das novidades. Tentei ouvir minha razão, tentei ouvir o contador, que diziam para maneira, ir devagar e descansar um pouco....mas todo homem que já sentiu o gosto da pele dela sabe: não tem volta. Acredito que devo entrar num retiro até a festa do Arena, lá todo mundo sabe que a lista fica toda bagunçada, então vou tentar segurar a onda até la......veremos....O corpo pede, a mente pira, e a vontade de estar ali com ela, é maior que qualquer pensamento lógico. O dia amanheceu estranho, ansioso, aquele clima de inverno bipolar no Rio...7° na sombra, e 39° no sol...Pra completar, um imprevisto de uma entrega prevista para sexta, quiseram adiantar...que quase fode com meus planos. O destino às vezes é generoso. A entrega chegou cedo, a manhã se resolveu, e meu pensamento correu direto pra Stella.
Aviso que vou passar no Starbucks porque estava varado de fome, e brinco que do jeito que ela me suga, eu ia precisar de combustível pra sair vivo daquele apartamento. Levo meu lanche, e pra ela, um capuccino. Quando ela abre a porta, o mundo desacelera. Me olha com aquele sorriso que mistura doçura e safadeza, a beleza que não se explica, só se sente. Brinco que ela parece esculpida em mármore, e ela ri sem graça. A sacola na mão, o pau duro na calça, minha outra mão faz o trabalho das duas. Nos beijamos ali mesmo na porta, como se o tempo tivesse sumido e o corpo falasse mais alto. Mas eu sabia: precisava de um banho. O ar condicionado estava bombando, ela perguntou se eu queria que desligasse, mas meu fogo era tanto, que tirei uma onda "não precisa, to até com calor...." Ledo engano meu, sai do chuveiro, e mesmo dentro do banheiro, já senti o frio do ar condicionado....ela tira uma onda com a minha cara, rimos um pouco e ajustamos a temperatura do ambiente, digo, do ar condicionado, porque a do ambiente estava prestes a subir, e não tínhamos noção do quanto!
Me viro pra ajeitar alguma coisa na mesa e, quando percebo, ela já me engoliu com vontade. Chupa com prazer, com tesão, com entrega. Senta na cama primeiro, depois se coloca de quatro, me babando inteiro, me deixando completamente entregue. A boca dela faz mágica, a língua dança, os olhos me olham enquanto ela me suga sem pudor. Fico ali, aproveitando, perdido no tempo, e quando consigo respirar de novo, a vontade me invade por inteiro. “Quero muito te chupar”, solto no impulso, e ela se posiciona. Beijos quentes no pescoço, nos seios, descendo pela barriga, até a virilha. A visão me hipnotiza, mas é o gosto que me vicia. Chupo com vontade, com fome... Aperto suas coxas, ouço seus gemidos cada vez mais fortes, cada vez mais intensos. Ela segura minha cabeça com força, me guia com o quadril. A boca melada, o corpo entregue… e eu só queria mais.
Depois, ela se recupera do jeito dela, com a boca. Me chupa de novo com vontade, se posiciona na ponta da cama, os cabelos longos bagunçados entre meus dedos. Me engole fundo, olha nos meus olhos enquanto passa a língua na cabeça do meu pau, me deixando num estado quase animal. Quando ela se senta, encaixando com perfeição, o mundo desaparece, o tempo para mais uma vez. A buceta quente, apertada, molhada. Ela quica com tesão, joga o quadril, me faz perder o controle. Aperto seus seios, beijo seu pescoço, puxo seus cabelos, cada sentada mais forte que a anterior. Ela me domina e eu deixo, sabe o que faz, sabe o efeito que tem.
Até que ela solta a pergunta que me tira o resto do juízo: “Quer me pegar de quatro?” O “claro” sai antes que eu pense. E ela ri pela rapidez da reposta. Se posiciona, empina com vontade, rebola com meu pau lá dentro, me hipnotiza. A bunda dela se encaixa em mim como vício. Pede mais com o corpo, com os gemidos... Joga a cabeça, os cabelos voando de um lado pro outro, empina ainda mais, e eu mergulho nela com tudo. A empurro pra frente, fico com ela de bruços, que é meu ponto fraco... aquela bunda, o rosto de prazer, o beijo entre uma estocada e outra. Gozo urrando, sentindo ela me apertar até o fim. E depois… pausa.
A comida já estava fria, o capuccino dela deveria estar gelado, meu refresher já aguado... mas foda-se. Rimos, conversamos, comemos como dois adolescentes depois de transar escondido. Ainda rola carinho, toque, beijo no pescoço, mão na coxa, mas o tempo chama. Hora de ir, mesmo sem querer. Me despeço com aquele gostinho de “quero mais” preso na garganta. Sussurro no ouvido dela que ainda tem muita coisa que quero experimentar com ela… e ela sorri.
Stella me venceu de novo. E o pior ...ou melhor...? Eu deixei. E vou deixar de novo.
Até breve, Stellinha…
