18 de Junho de 2025 às 15:39
STELLA MAIA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

“Tudo que eu precisava era um empurrãozinho… ou uma sentada… e o caos começou.”

Eu já estava de olho nela fazia um tempo, Stella Maia — o Feed dela já atiçava a imaginação. Quando mandei mensagem, ela respondeu com rapidez, simpática e direta. Mas o destino quis brincar um pouco: fiquei gripado e tivemos que adiar o encontro. A vontade cresceu. A curiosidade também.
Quando finalmente nos vimos, tudo fez sentido. Ela abriu a porta do apartamento usando uma lingerie vermelha, provocante, que mal cobria o corpo escultural dela. Aquilo não era só um encontro. Era a materialização de um desejo contido.

Não teve cerimônia — nos beijamos ali mesmo, na porta, como se já nos conhecêssemos de outros encontros. A química bateu. Os beijos intensos, longos, profundos. Mãos que se procuravam, corpos que se grudavam, respirações descompassadas.

Depois de fazer o básico — guardar a roupa, tentar me situar — virei de costas por um instante. Quando percebi, ela já estava ajoelhada atrás de mim, sem dizer uma palavra, abocanhando meu pau, que já estava duro há tempos só de olhar pra ela. A sensação era delicios, quente, envolvente, molhada...deixei ela ficar ali um bom tempo...Me sentei na cama e ela continuou, com aquela boca gulosa, mãos habilidosas, e uma garganta que parecia feita sob medida. Alternava entre sugar fundo e parar pra me beijar — beijos que só aumentavam minha fome por ela. Eu deixava, claro. Estava bom demais pra interromper.

Mas não demorou muito, o desejo virou necessidade: “Deixa eu te chupar… eu quero te chupar…”
Ela ouviu meu tom e entendeu minha vontade... Deitou-se de imediato, abrindo as pernas sem pressa....A visão me tirou o fôlego. Uma buceta linda, convidativa. Me entreguei. Chupei com vontade, com carinho, com fome. Ela segurava minha cabeça com força, como se dissesse: “daqui, você não sai.” E eu não queria sair mesmo. Minha língua e ela pareciam feitas uma pra outra. Ela rebolava devagar no meu rosto, ditando o ritmo, e quando disse que gozou, senti o corpo dela tremer levemente sob minha boca.

Voltamos a nos beijar, meu corpo explorando o dela, e então peguei a camisinha. “Vem por cima”, pedi.

Ela veio. Sem usar as mãos, encaixou de primeira, com precisão e malícia... O calor dela me envolveu por completo. Era apertada, molhada… uma sensação indescritível. Ela começou a sentar, a quicar com vontade, o quadril dançando como se me provocasse: “Aguenta isso aqui…” E eu tentava. Enquanto ela cavalgava, eu me perdia nos seios dela, na boca, nos olhos. Era muita coisa gostosa ao mesmo tempo.Mas eu queria mais...“Fica de quatro pra mim”, sussurrei.

Ela obedeceu com um sorriso no canto da boca. O corpo dela naquela posição era uma obra de arte: cintura fina, quadril generoso, bunda perfeita. Entrei de novo, num encaixe delicioso. Ela olhou pra mim pelo espelho e pediu com aquela voz rouca:
“Me fode com força…” E foi o que fiz. Segurei sua cintura, puxei seus cabelos, mantive o ritmo. Ela gemia, se contorcia, pedia mais com o corpo. Quando gozei, foi com um prazer tão intenso que parecia que o tempo parou. E depois… uma surpresa deliciosa na camisinha — um segredo só nosso.

Deitamos. Pausa. Risos. Conversa boa. Historias. Era mais do que tesão. Era conexão.

Não demorou muito, e ela já estava com meu pau de novo na boca, me chupando como se o tempo não tivesse passado. E eu, pronto pra um segundo tempo, com gosto de quero mais.

E vai ter mais. Ah, vai.