16 de Junho de 2025 às 00:39
ANNE
https://www.instagram.com/locomotivaboatemotel/
ANNE
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

ELLEN
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Fala aí, confrades.

Este relato ocorreu recentemene.

Em uma dessas viagens a trabalho que nos tiram da rotina e nos jogam em cidades desconhecidas, um certo desejo de ir além das reuniões e palestras. Não era apenas sobre negócios; havia em mim uma curiosidade, uma espécie de chamado para explorar o lado mais... entretenimento adulto do lugar. E dessa vez, a sorte estava lançada: um amigo de profissão, com a mesma veia aventureira, topou a empreitada.

Nossa primeira missão foi a "pesquisa de mercado". Interrogamos taxistas e motoristas de aplicativo, verdadeiros oráculos da vida noturna local. E a resposta foi unânime, um nome sussurrado com um brilho nos olhos: Locomotiva.

Chegamos e a Locomotiva se revelou um complexo: duas boates e dezenas de quartos de motel, tudo interligado. A boate principal, com seu salão amplo e palco para shows, parecia uma quadra de escola de samba em miniatura, repleta de mesas e um mezanino convidativo. A entrada, para nossa surpresa, era gratuita naquele dia.

Demos um giro pelo salão, brindamos com algumas cervejas e arriscamos umas tacadas na sinuca. Um show de striptease rolou no palco, e entre uma atividade e outra, meus olhos faziam uma varredura atenta, prospectando as "possibilidades". Para ser sincero, as opções eram poucas. Talvez a segunda-feira não fosse o melhor dia para a caça. Segundas-feiras sempre têm um ar de decepção, não é?

Ainda assim, mesmo com poucas opções, algumas "entrevistas" foram conduzidas. E foi assim que Ellen e Anne surgiram.

Anne, com seus cabelos pretos lisos e uma pele bronzeada em camadas, irradiava a experiência de seus trinta e poucos anos. Seu corpo, adornado por tatuagens, desenhava curvas atraentes e sua sedução era palpável. Ellen, por outro lado, trazia uma aura mais jovial, talvez uns vinte e cinco anos. Sua pele parda natural, lábios carnudos e longos cabelos ruivos ondulados exalavam uma sensualidade inata, e apesar da pouca idade, a experiência era evidente em seus gestos.

Na nossa conversa, elas revelaram que os serviços não poderiam ser individuais; a dupla operava apenas em conjunto. Negociamos, e o acordo foi selado: quinhentos reais por uma hora.

Deixamos o ambiente escuro e barulhento da boate para a quietude do quarto de motel, que nos custou setenta e oito reais. O espaço era simples, sem luxo, mas surpreendentemente confortável. Enquanto nos despíamos, um papo descontraído fluiu, e definimos nossas preferências iniciais.

Fizemos a higiene necessária e, no box amplo do chuveiro, Anne e eu nos deleitamos, entregues a uma interação tórrida, enquanto meu amigo e Ellen seguiram para a cama.

As águas quentes do chuveiro não foram páreo para o ímpeto entre Anne e eu. Começamos com beijos intensos, ambos em pé. A conexão foi imediata. Minhas mãos exploraram seu corpo, sentindo suas partes íntimas já ansiosas. Diante de tamanha manifestação, só me restava uma coisa: conceder prazer através dos toques da minha língua.

Me sentei, posicionando-me sob Anne, que permanecia em pé. Seu envolvimento foi instantâneo, uma reciprocidade avassaladora às minhas investidas. Súplicas e gemidos velados ecoavam, misturando-se ao som audível da água jorrando. Sentindo seu corpo relaxar, me dirigi à cama, onde a performance estrondosa de Ellen já anunciava a atividade entre meu amigo e ela.

Aproveitei o espaço que me restava e posicionei Anne de joelhos, de costas para mim, com o único intuito de penetrar em seus domínios. Iniciei meus pêndulos pélvicos, e o quarto foi preenchido por uma sinfonia de corpos em movimento. Segui meu ritmo até o ponto de não retorno. O ápice foi a liberação de toda a minha energia em suas "papiulas degustativas", que se deleitaram com cada mililitro. Uma proeza exemplar, sem desperdício.

Fizemos uma pausa, e todos conversamos. As duas damas eram extremamente simpáticas, compartilhando sobre suas vidas pessoais e seus objetivos. A hora estimada já havia se estendido, mas não houve impedimento para nos envolvermos uma segunda vez. Meu parceiro de empreitada e eu trocamos de companheiras. Chegara a minha vez com Ellen.

Aproveitei a cama só para mim, já que o outro par se direcionou para outra área do quarto. Com todo o espaço disponível, preparei a bela paraense para receber minhas "doses de travessuras" em sua região que mais desejava explorar. Iniciei meu mapeamento, localizando seus pontos de prazer. O ritmo seguiu, e num rompante, intensifiquei o ato com o auxílio dos meus dedos.

A situação escalou até o ponto de usar mais recursos. Inseri outro dedo, dessa vez, em seu bem mais precioso. Nesse momento, houve um frisson. Ellen, que já não estava contida, se rebelou por completo. Suas manifestações evidenciavam o clímax envolvente.

Quando Ellen alcançou seu limite, posicionei a dama com sua bunda em minha direção e penetrei efusivamente. Despejei toda a minha euforia. Ela curtia cada estocada. Continuei nesse ritmo até sucumbir.

Conclusão, o local é interessante. Vale a visita para conhecer a "cultura local" e as damas do salão. A dupla Ellen e Anne atendeu bem e se mostrou muito disponível. Eu, sem dúvida, voltaria ao lugar para uma segunda oportunidade.