https://fatalmodel.com/acompanhante/2456680/rhanna-2456680
BEIJO
NãO SEI
ORAL
NãO SEI
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO

**Prosseguindo com a homenagem a essas mensagens fantásticas que recebo de generosos foristas**
Eu juro que tentei. Antes de cometer esse... como posso chamar? Delito emocional? Insanidade hormonal? Eu juro que me esforcei. Tentei contato com várias acompanhantes — o que, aliás, é um processo mais exaustivo do que marcar uma consulta com um dermatologista da rede pública.
Algumas respondem em duas horas, outras em dois dias, e tem aquelas que visualizam a mensagem no mesmo ritmo em que arqueólogos descobrem fósseis: uma resposta a cada duas semanas, com sorte. Honestamente, essas meninas deveriam terceirizar o atendimento ao cliente. Um Call Center em Bangladesh seria mais ágil.
Quando já estava quase jogando a toalha (e com ela, o resto da dignidade), me deparo com um anúncio. Uma ninfa. Uma criatura com curvas capazes de provocar salivação canina instantânea. Senti-me como um beagle na porta do açougue. Havia, contudo, um pequeno obstáculo geográfico: a moça operava em Duque de Caxias, uma região que, para mim, é tão misteriosa quanto a Cordilheira do Himalaia — só que com menos lama e mais perigo.
Fiz contato. Honestamente? Acho que torcia para que ela não respondesse. Mas, milagre dos algoritmos, ela respondeu. Senti os joelhos fraquejarem com a fé dos que veem santos em paredes mofadas. Me contive, é claro. Estava na rua. Mas por dentro, ajoelhei-me sobre o solo sagrado da bucólica Tijuca. Objetiva, simpática, sem aquele ar atendente de firma de cobrança. Agendamos um encontro num hotel próximo — perto dela, não de mim, claro.
Chamei um Uber com a sensação de que talvez o chofer tivesse experiência em missões da ONU. Caxias, afinal, tem suas nuances. A viagem parecia uma expedição, e eu rezando para que o motorista não resolvesse me deixar no meio de alguma quebrada com toque de recolher. Mas deu certo. Cheguei inteiro e sem precisar negociar com nenhum gerente do tráfico. Estava no templo do desejo... ou, pelo menos, numa filial com ar-condicionado e carpete suspeito.
No quarto, tomei banho, tentei desamassar minha cueca preferida (velha, desbotada, quase um pano de chão sentimental) e fiquei à espera de Rhanna. Ela chega. E quando entra... meu caro, lacrimejei saliva. Corpo de fazer padre pecar. Aquelas curvas que não aparecem nem em filme pornô japonês. É possível que ela tenha achado que eu era um paciente da geriatria em fuga de algum hospital. Mas não. Eu estava ali por vontade própria. E por uma libido teimosa, que se recusa a aceitar o fim.
Rhanna, pessoalmente, é a síntese do que eu chamo de “catástrofe erótica”. Jovem, charmosa, e com aquela energia sexual que só estudante que ainda paga meia-entrada em cinema consegue ter. Pedi para que tirasse a roupa, e ela tirou como quem desfaz um embrulho de presente.
Joguei-me nos peitos dela com a devoção de um recém-nascido em crise. Mamei como quem busca consolo por todas as frustrações da vida. Mamei como se ali houvesse salvação. E ao fundo, os gemidos dela — suaves, quase irreais — me lembravam que, por alguns minutos, eu era menos homem velho e mais um menino que não desistiu do milagre.
Deitei-me como quem se entrega. Sem ilusões. A moça, ao fitar minha cueca, teve um olhar que não era de desejo, nem de escárnio — era de piedade. Uma piedade religiosa. Olhava como se olhasse um moribundo antes da extrema-unção. E ali estava eu: deitado, vulnerável, um pobre-diabo diante de uma sacerdotisa do prazer.
Com gestos suaves, quase terapêuticos, ela me despiu. Parecia mais uma fisioterapeuta especializada em reabilitação muscular do que uma acompanhante. Se tivesse me oferecido um alongamento para a lombar, eu não teria achado estranho.
Aproximou o rosto do combalido Pikachu em estado de aposentadoria. Começou a me masturbar com uma gentileza clínica, como quem realiza um procedimento coberto pelo plano básico do SUS. Suas mãos, suaves e ritmadas, me tocavam como se evocassem um milagre. Mas o que veio não foi o milagre. Foi o castigo.
Mais uma vez — sim, mais uma! — fui vítima da diabólica ejaculação precoce. A vergonha saiu de mim antes do prazer, como se Deus, lá de cima, tivesse apertado um botão de pânico só para me ver cair no ridículo.
Se algum andrologista estivesse no cômodo, ele não apenas teria prescrito um antidepressivo de tarja preta, mas também sugerido terapia em grupo, dieta rica em ômega 3 e talvez até uma mudança de cidade. Eu, por minha vez, só consegui olhar para o teto.
E ali, nu, ridículo, acabado, só me restava o silêncio. Um silêncio denso, que me envolvia como um sudário. Porque o gozo, quando chega antes da hora, não é um alívio — é um epitáfio.
Rhanna se foi. Levantei-me da cama. Caminhei até a janela do hotel. Começava a anoitecer. Do rádio do quarto, uma música inundou tudo...
SHEN LAB
