06 de Maio de 2025 às 02:51
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Conheço esta casa desde os tempos remotos em que ficava numa cobertura na Rua Sete de Setembro. Inclusive, fui fissurado numa das meninas do local que se chamava Laís, uma loira estonteante. Resolvi fazer um tour nostálgico no novo endereço.

Escolhi uma morena simpática que se apresentou como Duda — sabe aquele tipo de beleza que não grita, mas sussurra? Disse que tinha 28 anos, e por algum milagre raro nesse universo de vaidades infladas, aparentava mesmo. O que já me fez desconfiar: ou é uma péssima mentirosa ou uma ótima atriz.

Tinha uma bunda redondinha, daquelas que parecem ter sido desenhadas por um escultor perfeccionista. Não muito firme, o que me fez pensar: será que já é aceitável gostar de bunda macia ou isso só vem depois dos 40? Seios médios, não caídos — o que, no meu dicionário emocional, é uma vitória da gravidade.

Pernas lisas, cabelos médios presos com aquele ar de “não me esforço, mas sou linda mesmo assim”. Altura, algo como 1,65 m, talvez 60 kg — não sou balança, sou apenas um observador ansioso. E o melhor: sem barriga. O que, na minha idade e com meus critérios emocionais, já me coloca num estado de gratidão quase espiritual.

Ela disse que eu estava "limpinho". Eu ri. Sabe aquele riso nervoso, de quem nunca sabe se é elogio ou se a pessoa esperava encontrar um lenhador medieval com feromônios de gambá? Pois é. Aí ela se aproximou do meu pescoço, cheirou como se fosse uma sommelierde sabonetes íntimos e soltou: “Hmm... tá mesmo, tá até cheiroso... vem, meu bem.” Fui sem banho. E, nesse instante, meu cérebro gritou: "o que você está fazendo aqui, seu idiota?"

Fingi timidez — coisa que, para mim, nem é atuação, é só o estado padrão de existência. Disse que não estava acostumado a esse tipo de lugar, o que tecnicamente é verdade se você descontar o Google Maps e os pensamentos suprimidos. Ela ficou animada, como se estivesse prestes a deflorar um novato do ensino médio.

Falei que só queria um bom boquete. Simples, direto. Ela aceitou com naturalidade e um sorriso profissional.

Analisando friamente — como quem avalia uma escultura em um museu — ela era uma morena bonita, simpática, disse ter 28 anos, e eu acreditei. Corpo bem distribuído: bunda arredondada, nada de barriga, seios medianos, pernas lisas, cabelo preso, o que me remeteu imediatamente à minha professora de matemática do ensino médio (o que, sim, causou um pequeno conflito mental, mas seguimos).

Ela começou a se esfregar em mim como uma gata carente. Aquele beijo seco, tipo bitoca de tia. Mas foi se animando, roçando o traseiro em mim como quem diz: "esquece seus traumas e foca aqui"

Sentei-me na cama — tecnicamente uma cama, mas que parecia o set de um filme B — e ela iniciou o trabalho oral.

No começo, hesitante. Mas o pênis, esse otimista incurável, foi acordando. E com carinho, incentivo emocional e ausência de cobrança, ela foi se soltando. De repente, estava ali: um boquete digno de nota de rodapé na minha autobiografia não autorizada.

Ela pediu que eu apertasse a bunda dela. Eu, é claro, obedeci, sempre com medo de que qualquer movimento mais brusco acionasse alguma cláusula contratual.

E então ela se virou e disse: “Só um boquete? Não vai querer comer minha bucetinha, não?

Olha, eu não sou de me emocionar, mas quase chorei. Que momento. Disse que dependia dela. E entre risadinhas e insultos carinhosos, ela retrucou: “Para de frescura e deixa eu subir nesse seu pau.”

As coisas foram ficando quentes. Eu, no auge do meu personagem, soltei: “Vem cá, sua piranha.”

Erro. Ela me corrigiu com firmeza: “Piranha não. Puta.”

É, tem hierarquias até nisso.

Ela seguiu firme. Colocou a camisinha com um cuidado que me deu esperança na humanidade, passou KY com a precisão de um engenheiro químico e se sentou com tanta gana que temi fraturas. Subia, descia, rebolava, me pedia para apertar, puxar, morder, quase fazer um workshop completo do Kama Sutra com improviso livre.

Beijos, gemidos, cavalgadas. Pediu para puxar o cabelo — puxei como quem segura o leme de um barco à deriva num vendaval. A cama fazia um barulho que parecia anúncio de fim do mundo.

Gozei. Ela continuou cavalgando como se não houvesse amanhã — e, honestamente, não sei se havia.

No fim, fiquei ali, suado, exausto e meio perdido, pensando: “É sempre assim ou eu estou ficando velho demais pra isso?

Provavelmente os dois.